<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos tributação - GRM Advogados</title>
	<atom:link href="https://grm.com.br/tags/tributacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://grm.com.br/tags/tributacao/</link>
	<description>Advogados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Apr 2026 19:32:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.1</generator>

<image>
	<url>https://grm.com.br/wp-content/uploads/2021/08/cropped-grm-logo-favicon-32x32.png</url>
	<title>Arquivos tributação - GRM Advogados</title>
	<link>https://grm.com.br/tags/tributacao/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Efeito degrau na tributação de dividendos em debate</title>
		<link>https://grm.com.br/efeito-degrau-na-tributacao-de-dividendos-em-debate/</link>
					<comments>https://grm.com.br/efeito-degrau-na-tributacao-de-dividendos-em-debate/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[dividendos]]></category>
		<category><![CDATA[Efeito degrau]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=6064</guid>

					<description><![CDATA[<p>O efeito degrau na tributação de dividendos passou a ser questionado no STF pela OAB e pode alterar a forma como empresas e sócios são tributados. O tema é relevante porque impacta diretamente a carga tributária sobre lucros distribuídos.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/efeito-degrau-na-tributacao-de-dividendos-em-debate/">Efeito degrau na tributação de dividendos em debate</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">efeito degrau na tributação de dividendos</span> passou a ser questionado no STF pela OAB e pode alterar a forma como empresas e sócios são tributados. O tema é relevante porque impacta diretamente a carga tributária sobre lucros distribuídos.</strong></span><!-- notionvc: 077dfbfe-32b9-4a33-adcb-ae0380b6d333 --></p>
<h3><strong>O que é o efeito degrau na tributação de dividendos</strong></h3>
<p>O <strong>efeito degrau na tributação de dividendos</strong> ocorre quando, ao ultrapassar o limite de isenção, o contribuinte passa a ser tributado sobre o valor total recebido e não apenas sobre o excedente.</p>
<p>Na prática, isso significa que um pequeno aumento na distribuição de lucros pode gerar uma tributação significativamente maior. Esse modelo rompe com a lógica tradicional de progressividade, comum no Imposto de Renda.</p>
<h3><strong>Por que o modelo está sendo questionado</strong></h3>
<p>O <strong>efeito degrau na tributação de dividendos</strong> é alvo de questionamento por potencial distorção na cobrança do imposto. A crítica central é que o modelo penaliza o crescimento da renda, ao invés de tributá-lo de forma gradual.</p>
<p>Segundo a ação apresentada, essa sistemática pode desestimular a distribuição de resultados e afetar decisões empresariais. Além disso, há o entendimento de que o modelo pode comprometer princípios como capacidade contributiva e proporcionalidade.</p>
<h3><strong>O que está em análise no STF</strong></h3>
<p>O Supremo Tribunal Federal deverá analisar a constitucionalidade do <strong>efeito degrau na tributação de dividendos</strong>. A discussão envolve dispositivos da Lei nº 15.270/2025 que tratam da forma de cálculo do imposto.</p>
<p>O pedido busca a aplicação da chamada progressividade marginal. Nesse modelo, apenas a parcela que ultrapassa o limite de isenção seria tributada, evitando saltos abruptos na carga tributária.</p>
<p>Caso o STF acolha esse entendimento, o <strong>efeito degrau na tributação de dividendos</strong> poderá ser ajustado sem necessidade de invalidar toda a norma.</p>
<h3><strong>Impactos para empresas e sócios</strong></h3>
<p>O <strong>efeito degrau na tributação de dividendos</strong> pode influenciar diretamente o planejamento tributário. Empresas podem repensar a forma e o momento de distribuição de lucros para evitar aumento desproporcional de impostos.</p>
<p>Além disso, a insegurança sobre o tema exige atenção redobrada. Mudanças no entendimento podem gerar reflexos tanto para períodos futuros quanto para situações já ocorridas.</p>
<h3><strong>Como se preparar diante do cenário</strong></h3>
<p>Diante da incerteza, acompanhar a evolução do julgamento é essencial. O <strong>efeito degrau na tributação de dividendos</strong> deve ser monitorado de perto, especialmente por empresas que realizam distribuições frequentes.</p>
<p>Uma análise preventiva permite avaliar riscos e identificar oportunidades de ajuste. Mais do que uma questão técnica, o <strong>efeito degrau na tributação de dividendos</strong> se tornou um ponto estratégico para a gestão financeira e tributária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Efeito%20degrau%20na%20tributa%C3%A7%C3%A3o%20de%20dividendos%20em%20debate.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>


  <div class="banner has-hover" id="banner-1937703606">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-319110895" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-319110895 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-319110895 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-1937703606 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-1937703606 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


<p><!-- notionvc: 6767fffe-5502-4a89-bf7b-933dd7215ca2 --></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/efeito-degrau-na-tributacao-de-dividendos-em-debate/">Efeito degrau na tributação de dividendos em debate</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/efeito-degrau-na-tributacao-de-dividendos-em-debate/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novo código de defesa do contribuinte: o que muda</title>
		<link>https://grm.com.br/novo-codigo-de-defesa-do-contribuinte-o-que-muda/</link>
					<comments>https://grm.com.br/novo-codigo-de-defesa-do-contribuinte-o-que-muda/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 13:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Código de defesa do contribuinte]]></category>
		<category><![CDATA[fisco]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5734</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Novo código de defesa do contribuinte surge como uma resposta direta à necessidade de mais equilíbrio na relação entre Fisco e empresas.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/novo-codigo-de-defesa-do-contribuinte-o-que-muda/">Novo código de defesa do contribuinte: o que muda</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Novo código de defesa do contribuinte</strong> surge como uma resposta direta à necessidade de mais equilíbrio na relação entre Fisco e empresas. O tema é relevante porque impacta direitos, deveres e a forma como o contribuinte será tratado em fiscalizações e cobranças.</p>
<h3><strong>O que é o Novo código de defesa do contribuinte</strong></h3>
<p>O <strong>Código</strong> é uma proposta legislativa que busca consolidar, em um único diploma, direitos e garantias já previstos de forma dispersa na Constituição, no CTN e em leis esparsas.</p>
<p>O objetivo central é trazer mais clareza, previsibilidade e segurança jurídica para quem paga tributos.</p>
<h3><strong>Mais segurança jurídica para as empresas</strong></h3>
<p>Um dos pilares do <strong>Código de Defesa do Contribuinte</strong> é reforçar princípios como boa-fé, transparência e confiança legítima.</p>
<p>Na prática, isso significa limitar mudanças abruptas de entendimento por parte do Fisco e reduzir autuações baseadas em interpretações instáveis ou contraditórias.</p>
<h3><strong>Limites à atuação do Fisco</strong></h3>
<p>O novo <strong>Código de Defesa do Contribuinte</strong> também avança ao estabelecer parâmetros mais claros para a fiscalização.</p>
<p>Estão previstos critérios objetivos para autos de infração, vedação a exigências desproporcionais e maior racionalidade na aplicação de multas, evitando excessos que hoje oneram o caixa das empresas.</p>
<h3><strong>Valorização do contraditório e da ampla defesa</strong></h3>
<p>Outro ponto relevante do <strong>Código de Defesa</strong> é o fortalecimento do direito de defesa.</p>
<p>A proposta estimula decisões administrativas mais fundamentadas, prazos razoáveis e maior respeito ao contraditório, reduzindo litígios longos e custosos.</p>
<h3><strong>Por que o tema exige atenção agora</strong></h3>
<p>O debate sobre o <strong>Código de Defesa</strong> ganha força em um cenário de aumento da complexidade tributária e de transição para novos modelos de tributação.</p>
<p>Para empresários, acompanhar essa evolução é estratégico para antecipar riscos, ajustar processos internos e tomar decisões mais seguras.</p>
<p><strong>Em síntese</strong>, o <strong>Código de Defesa do Contribuinte</strong> representa um movimento relevante de modernização do sistema tributário sob a ótica do contribuinte, com potencial impacto direto na gestão fiscal e no planejamento das empresas.</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2026/02/novo_codigo_de_defesa_do_contribuinte_o_que_muda.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>
</div>
<div>
<div>
<div></div>

  <div class="banner has-hover" id="banner-1459659492">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-1094532346" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-1094532346 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-1094532346 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-1459659492 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-1459659492 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


</div>
</div>
<p><!-- notionvc: 1736e108-f37d-45be-b688-0eb80eaa63f2 --></p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/novo-codigo-de-defesa-do-contribuinte-o-que-muda/">Novo código de defesa do contribuinte: o que muda</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/novo-codigo-de-defesa-do-contribuinte-o-que-muda/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Programa Confia leva Receita Federal a revisar teses e evitar autuações bilionárias contra grandes contribuintes</title>
		<link>https://grm.com.br/programa-confia-leva-receita-federal-a-revisar-teses-e-evitar-autuacoes-bilionarias-contra-grandes-contribuintes/</link>
					<comments>https://grm.com.br/programa-confia-leva-receita-federal-a-revisar-teses-e-evitar-autuacoes-bilionarias-contra-grandes-contribuintes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 14:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[alíquota da CSLL]]></category>
		<category><![CDATA[autuações fiscais]]></category>
		<category><![CDATA[CSLL]]></category>
		<category><![CDATA[fisco]]></category>
		<category><![CDATA[Selo Confia]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5671</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Receita Federal deixou de lavrar autuações fiscais que poderiam alcançar cerca de R$ 32 bilhões após negociações realizadas no âmbito do Programa de Conformidade Cooperativa Fiscal (Confia).</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/programa-confia-leva-receita-federal-a-revisar-teses-e-evitar-autuacoes-bilionarias-contra-grandes-contribuintes/">Programa Confia leva Receita Federal a revisar teses e evitar autuações bilionárias contra grandes contribuintes</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">A Receita Federal deixou de lavrar autuações fiscais que poderiam alcançar cerca de R$ 32 bilhões após negociações realizadas no âmbito do Programa de Conformidade Cooperativa Fiscal (Confia). O dado evidencia uma mudança relevante na atuação do Fisco, que passou a priorizar o diálogo técnico prévio com grandes contribuintes para a resolução de controvérsias tributárias complexas, evitando litígios administrativos e judiciais de grande porte.</span></strong></p>
<p>Em dois casos concretos já analisados no programa, a Receita concluiu que <strong>não era cabível a constituição de créditos tributários</strong>, afastando autuações bilionárias e consolidando entendimentos de alcance setorial.</p>
<h3>Revisão de teses tributárias e impacto econômico</h3>
<p>O principal caso envolveu empresas do <strong>setor elétrico</strong>, com impacto estimado em aproximadamente <strong>R$ 30 bilhões</strong>. A controvérsia dizia respeito à incidência de tributos sobre valores devolvidos aos consumidores em decorrência da chamada <em>“tese do século”</em>, que excluiu o ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins. A partir da provocação de uma empresa participante do Confia, a Receita Federal reviu sua interpretação e reconheceu a <strong>inexistência de base legal para a tributação</strong>, estendendo o entendimento a todo o setor.</p>
<p>O segundo episódio, estimado em <strong>R$ 2 bilhões</strong>, envolveu uma discussão individual relacionada à <strong>tributação internacional</strong>, que também foi solucionada na fase prévia de diálogo, sem a constituição de crédito tributário.</p>
<h3>Estrutura legal e evolução do Programa Confia</h3>
<p>Criado em setembro de 2022, o Confia teve início em caráter experimental, com a participação de nove empresas, avançou para uma fase piloto com 20 contribuintes e, posteriormente, foi <strong>institucionalizado por lei complementar</strong>, passando a integrar de forma permanente a política de conformidade da Receita Federal.</p>
<p>Na fase definitiva, o programa prevê <strong>40 vagas</strong>, com ingresso condicionado ao atendimento de critérios objetivos e subjetivos, entre eles:</p>
<ul>
<li>enquadramento como contribuinte especial;</li>
<li>receita bruta mínima anual de R$ 2 bilhões;</li>
<li>existência de ao menos R$ 100 milhões em tributos declarados;</li>
<li>histórico de conformidade fiscal e aduaneira;</li>
<li>estrutura de governança tributária e sistemas internos de controle.</li>
</ul>
<h3>Benefícios e autorregularização sem multa</h3>
<p>A adesão ao Confia assegura uma série de benefícios relevantes, como:</p>
<ul>
<li>concessão do <strong>Selo Confia</strong>;</li>
<li><strong>redução de 1% a 3% na alíquota da CSLL</strong>;</li>
<li>vedação ao arrolamento de bens;</li>
<li>prioridade no atendimento perante a Receita Federal;</li>
<li>preferência em licitações públicas.</li>
</ul>
<p>Além disso, o programa amplia as hipóteses de <strong>autorregularização sem multa</strong>, inclusive com parcelamento, e prevê regras diferenciadas para a constituição do crédito tributário, conforme a origem da controvérsia.</p>
<p>Quando a empresa revela espontaneamente seu entendimento tributário e concorda com a posição do Fisco, o valor pode ser recolhido <strong>sem penalidade</strong>. Havendo discordância, o crédito é constituído apenas com juros, preservando o direito de discussão no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais. Caso a discussão avance ao Judiciário, incide apenas multa de mora a partir desse momento.</p>
<h3>Resultados e perspectivas do programa</h3>
<p>Entre a fase experimental e a fase piloto, o Confia já resultou na <strong>regularização de aproximadamente R$ 500 milhões</strong> em créditos tributários, além da não aplicação de cerca de <strong>R$ 300 milhões em multas</strong>. Para o primeiro ano da fase permanente, a expectativa da Receita Federal é alcançar <strong>R$ 1 bilhão em autorregularizações</strong>, reforçando o caráter preventivo e cooperativo do programa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Programa Confia representa uma <strong>mudança estrutural na relação entre Fisco e grandes contribuintes</strong>, privilegiando o diálogo técnico, a previsibilidade e a redução do contencioso tributário. Ao permitir a revisão prévia de teses e a consolidação de entendimentos institucionais sem autuações automáticas, o modelo sinaliza maior segurança jurídica e eficiência arrecadatória, com impactos relevantes para empresas que adotam uma postura ativa de conformidade e governança tributária.</p>
<p><!-- notionvc: 7dcc17c3-18ce-4d98-bf42-cb15c8a656bc --><br />
<a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2026/01/programa_confia_leva_receita_federal_a_revisar_teses_e_evitar_autuacoes_bilionarias_contra_grandes_contribuintes.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>

</div>
<div>
<div>
<div></div>

  <div class="banner has-hover" id="banner-507137747">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-1162206340" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-1162206340 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-1162206340 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-507137747 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-507137747 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


</div>
</div>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/programa-confia-leva-receita-federal-a-revisar-teses-e-evitar-autuacoes-bilionarias-contra-grandes-contribuintes/">Programa Confia leva Receita Federal a revisar teses e evitar autuações bilionárias contra grandes contribuintes</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/programa-confia-leva-receita-federal-a-revisar-teses-e-evitar-autuacoes-bilionarias-contra-grandes-contribuintes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF mantém modulação sobre terço de férias na tributação</title>
		<link>https://grm.com.br/stf-mantem-modulacao-sobre-terco-de-ferias-na-tributacao/</link>
					<comments>https://grm.com.br/stf-mantem-modulacao-sobre-terco-de-ferias-na-tributacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 14:04:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[terço de ferias]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5438</guid>

					<description><![CDATA[<p>O terço de férias voltou ao centro das atenções com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. A Corte manteve a modulação que limita os efeitos da exclusão da verba da base de cálculo das contribuições previdenciárias.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/stf-mantem-modulacao-sobre-terco-de-ferias-na-tributacao/">STF mantém modulação sobre terço de férias na tributação</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O <em>terço de férias</em> voltou ao centro das atenções com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. A Corte manteve a modulação que limita os efeitos da exclusão da verba da base de cálculo das contribuições previdenciárias.</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entenda a decisão</strong><br />
O STF confirmou que a exclusão do <em>terço de férias</em> da base de cálculo da contribuição previdenciária patronal só vale a partir de 15 de setembro de 2020, data do julgamento de mérito da matéria. Dessa forma, empresas não podem buscar restituições de valores pagos antes desse marco temporal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Impactos para as empresas</strong><br />
A modulação traz segurança jurídica ao evitar discussões retroativas e manter previsibilidade sobre créditos tributários. No entanto, empresas que continuaram recolhendo a contribuição após a data do julgamento podem pleitear a restituição ou compensação desses valores, desde que observadas as regras legais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por que o terço de férias é relevante</strong><br />
O <em>terço de férias</em> é um acréscimo constitucional pago ao empregado no período de descanso, e sua natureza indenizatória já havia sido reconhecida pelo STF. A decisão reforça o entendimento de que a verba não compõe a base das contribuições previdenciárias, mas delimita o alcance financeiro dessa exclusão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Próximos passos para as empresas</strong><br />
É recomendável que as empresas revisem seus procedimentos de folha de pagamento e verifiquem se há créditos a serem recuperados dentro do período autorizado. Uma análise técnica pode evitar perdas e garantir conformidade tributária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/08/stf_mantem_modulacao_sobre_terco_de_ferias_na_tributacao.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>
</div>
<div>
<div>
<div></div>

  <div class="banner has-hover" id="banner-2008232091">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-1967876923" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-1967876923 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-1967876923 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-2008232091 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-2008232091 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


</div>
</div>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/stf-mantem-modulacao-sobre-terco-de-ferias-na-tributacao/">STF mantém modulação sobre terço de férias na tributação</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/stf-mantem-modulacao-sobre-terco-de-ferias-na-tributacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo Federal propõe aumento de tributação sobre lucro das empresas e juros pagos a sócios</title>
		<link>https://grm.com.br/governo-federal-propoe-aumento-de-tributacao-sobre-lucro-das-empresas-e-juros-pagos-a-socios/</link>
					<comments>https://grm.com.br/governo-federal-propoe-aumento-de-tributacao-sobre-lucro-das-empresas-e-juros-pagos-a-socios/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 13:59:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[CSLL]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[JCP]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5046</guid>

					<description><![CDATA[<p>Projeto de Lei n° 3394/2024, que prevê novas alíquotas para CSLL e JCP, será analisado em regime de urgência pelo Congresso Nacional.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/governo-federal-propoe-aumento-de-tributacao-sobre-lucro-das-empresas-e-juros-pagos-a-socios/">Governo Federal propõe aumento de tributação sobre lucro das empresas e juros pagos a sócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Projeto de Lei n° 3394/2024, que prevê novas alíquotas para CSLL e JCP, será analisado em regime de urgência pelo Congresso Nacional.</em></strong></span></p>
<p>O Governo Federal enviou à Câmara dos Deputados o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1093189-PROJETO-BUSCA-AUMENTAR-ARRECADACAO-EM-R$-21-BILHOES-COM-ALIQUOTA-MAIOR-DE-CSLL-E-IRRF#:~:text=O%20Poder%20Executivo%20apresentou%20nesta,os%20juros%20sobre%20capital%20pr%C3%B3prio.">Projeto de Lei n° 3394/2024</a>, que propõe o aumento da tributação sobre o lucro das pessoas jurídicas e sobre os juros sobre capital próprio (JCP). A proposta, que será analisada em regime de urgência pelo Congresso Nacional, impacta empresas de diversos setores e visa majorar as alíquotas da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (<a href="https://grm.com.br/isencoes-podem-ser-excluidas-da-determinacao-do-irpj-e-da-csll/">CSLL</a>) e do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre o JCP.</p>
<h4><strong>Principais mudanças propostas no Projeto de Lei n° 3394/2024:</strong></h4>
<ul>
<li><strong>Aumento da CSLL:</strong>
<ul>
<li><strong>Setores específicos:</strong> Empresas de seguros privados, capitalização, distribuidoras e corretoras de valores mobiliários, sociedades de crédito, administradoras de cartões de crédito, entre outras, terão a alíquota da CSLL aumentada de 15% para 22% até 31 de dezembro de 2025. A partir de 2026, a alíquota retorna a 15%.</li>
<li><strong>Bancos:</strong> Para bancos de qualquer espécie, a alíquota subirá de 20% para 22% até 31 de dezembro de 2025, voltando para 20% em 2026.</li>
<li><strong>Demais empresas:</strong> Para as demais pessoas jurídicas, a alíquota passará de 9% para 10% até o final de 2025, retornando a 9% em 2026.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Aumento do IRRF sobre Juros sobre Capital Próprio (JCP):</strong>
<ul>
<li>A alíquota do IRRF sobre o JCP será elevada de 15% para 20%, aplicável a partir da data do pagamento ou crédito ao beneficiário.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>O aumento da tributação proposto pelo Projeto de Lei n° 3394/2024 reflete a estratégia do Governo Federal de ajustar as contas públicas e ampliar a arrecadação. A análise em regime de urgência pelo Congresso Nacional destaca a prioridade do governo em implementar essas mudanças tributárias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2024/09/governo_federal_propoe_aumento_de_tributacao_sobre_lucro_das_empresas_e_juros_pagos_a_socios.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>
</div>
<div></div>
<div>
  <div class="banner has-hover" id="banner-598720268">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-1765405128" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-1765405128 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-1765405128 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-598720268 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-598720268 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>

</div>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/governo-federal-propoe-aumento-de-tributacao-sobre-lucro-das-empresas-e-juros-pagos-a-socios/">Governo Federal propõe aumento de tributação sobre lucro das empresas e juros pagos a sócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/governo-federal-propoe-aumento-de-tributacao-sobre-lucro-das-empresas-e-juros-pagos-a-socios/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Receita esclarece tributação na venda de veículos usados</title>
		<link>https://grm.com.br/receita-esclarece-tributacao-na-venda-de-veiculos-usados/</link>
					<comments>https://grm.com.br/receita-esclarece-tributacao-na-venda-de-veiculos-usados/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 16:46:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
		<category><![CDATA[veículos usados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=4522</guid>

					<description><![CDATA[<p>De acordo com o órgão, tributação deve recair sobre a diferença entre o custo de aquisição e o preço de venda.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/receita-esclarece-tributacao-na-venda-de-veiculos-usados/">Receita esclarece tributação na venda de veículos usados</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">De acordo com o órgão, tributação deve recair sobre a diferença entre o custo de aquisição e o preço de venda.</span></strong></p>
<p>A Receita Federal emitiu nova solução de consulta abordando a incidência das contribuições PIS e COFINS sobre a atividade de venda de veículos usados.</p>
<p>Segundo a orientação emitida, determina que o contribuinte deve tributar o faturamento obtido com essa atividade pelo regime cumulativo das contribuições. Desse modo, não se permite o desconto de créditos relacionados à não cumulatividade vinculados a essa receita.</p>
<p>Ainda de acordo com o órgão, a venda de veículos usados equipara-se à atividade de consignação. Por isso, o montante a ser oferecido à tributação (pelas <a href="https://busca.legal/pis-e-cofins-voce-sabe-como-tributar-veiculos-e-autopecas/">contribuições PIS e COFINS</a>) consiste na diferença entre o custo de <a href="https://grm.com.br/comprar-um-veiculo-novo-em-manaus-pode-ser-mais-vantajoso/">aquisição do veículo</a> e o preço da venda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2023/11/receita_esclarece_tributacao_na_venda_de_veiculos_usados.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div>
  <div class="banner has-hover" id="banner-1885929090">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-1987317428" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-1987317428 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-1987317428 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-1885929090 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-1885929090 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>

</div>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/receita-esclarece-tributacao-na-venda-de-veiculos-usados/">Receita esclarece tributação na venda de veículos usados</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/receita-esclarece-tributacao-na-venda-de-veiculos-usados/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STJ define tributação de subvenções</title>
		<link>https://grm.com.br/stj-define-tributacao-de-subvencoes/</link>
					<comments>https://grm.com.br/stj-define-tributacao-de-subvencoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2023 17:07:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusão das Subvenções]]></category>
		<category><![CDATA[subvenções]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=4164</guid>

					<description><![CDATA[<p>As subvenções negativas somente podem ser excluídas da determinação do lucro real se atendidos os requisitos legais.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/stj-define-tributacao-de-subvencoes/">STJ define tributação de subvenções</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><span style="color: #ff6600;"><strong>As subvenções negativas somente podem ser excluídas da determinação do lucro real se atendidos os requisitos legais.</strong></span></div>
<div></div>
<div>O STJ finalizou, na última quarta-feira, o julgamento do Tema 1.182 que trata da <a href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2023/26042023-Beneficios-do-ICMS-so-podem-ser-excluidos-do-IRPJ-e-da-CSLL-se-contribuinte-cumprir-requisitos-legais.aspx">cobrança de IRPJ e CSLL sobre diversos benefícios de ICMS</a>, denominados “subvenções negativas”, tais como:</div>
<div></div>
<div>&#8211; Isenção;</div>
<div>&#8211; Alíquota Zero;</div>
<div>&#8211; Redução da base de cálculo;</div>
<div>&#8211; Imunidade.</div>
<div></div>
<div>Segundo os Ministros, a União pode cobrar IRPJ e CSLL sobre esses benefícios, não lhes sendo aplicável o entendimento antes firmado em relação ao crédito presumido do ICMS.</div>
<div></div>
<div>
<div class="group w-full text-gray-800 dark:text-gray-100 border-b border-black/10 dark:border-gray-900/50 bg-gray-50 dark:bg-[#444654]">
<div class="text-base gap-4 md:gap-6 md:max-w-2xl lg:max-w-xl xl:max-w-3xl p-4 md:py-6 flex lg:px-0 m-auto">
<div class="relative flex w-[calc(100%-50px)] flex-col gap-1 md:gap-3 lg:w-[calc(100%-115px)]">
<div class="flex flex-grow flex-col gap-3">
<div class="min-h-[20px] flex flex-col items-start gap-4 whitespace-pre-wrap break-words">
<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>Em 2017, o STJ definiu que as empresas podem excluir o crédito presumido do ICMS do cálculo do IRPJ e da CSLL, independentemente de qualquer condição legal.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div></div>
<div>
<div class="group w-full text-gray-800 dark:text-gray-100 border-b border-black/10 dark:border-gray-900/50 bg-gray-50 dark:bg-[#444654]">
<div class="text-base gap-4 md:gap-6 md:max-w-2xl lg:max-w-xl xl:max-w-3xl p-4 md:py-6 flex lg:px-0 m-auto">
<div class="relative flex w-[calc(100%-50px)] flex-col gap-1 md:gap-3 lg:w-[calc(100%-115px)]">
<div class="flex flex-grow flex-col gap-3">
<div class="min-h-[20px] flex flex-col items-start gap-4 whitespace-pre-wrap break-words">
<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>Conforme afirmado pelos Ministros, as empresas somente podem excluir as <a href="https://grm.com.br/receita-mantem-posicao-contraria-a-exclusao-de-subvencoes/">subvenções negativas</a> (isenção, alíquota zero, etc.) do cálculo do IRPJ e da CSLL quando cumprirem os requisitos estabelecidos pela legislação, especialmente mantendo-as em reserva de lucros.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div>
<div class="group w-full text-gray-800 dark:text-gray-100 border-b border-black/10 dark:border-gray-900/50 bg-gray-50 dark:bg-[#444654]">
<div class="text-base gap-4 md:gap-6 md:max-w-2xl lg:max-w-xl xl:max-w-3xl p-4 md:py-6 flex lg:px-0 m-auto">
<div class="relative flex w-[calc(100%-50px)] flex-col gap-1 md:gap-3 lg:w-[calc(100%-115px)]">
<div class="flex flex-grow flex-col gap-3">
<div class="min-h-[20px] flex flex-col items-start gap-4 whitespace-pre-wrap break-words">
<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>No entanto, o STF poderá analisar novamente a discussão, pois há outro recurso pendente que trata de uma situação similar.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div>
<p data-pm-slice="1 1 []"><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2023/04/stf_define_tributacao_de_subvencoes.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>


  <div class="banner has-hover" id="banner-1348404882">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-1468318882" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-1468318882 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-1468318882 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-1348404882 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-1348404882 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


</div>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/stj-define-tributacao-de-subvencoes/">STJ define tributação de subvenções</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/stj-define-tributacao-de-subvencoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Receita esclarece regras de tributação na ZFM</title>
		<link>https://grm.com.br/receita-esclarece-regras-de-tributacao-na-zfm/</link>
					<comments>https://grm.com.br/receita-esclarece-regras-de-tributacao-na-zfm/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 18:29:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Franca de Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
		<category><![CDATA[zfm]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=4053</guid>

					<description><![CDATA[<p>A RFB editou nova solução de consulta tratando da incidência do PIS e da COFINS sobre as operações com a ZFM.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/receita-esclarece-regras-de-tributacao-na-zfm/">Receita esclarece regras de tributação na ZFM</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A RFB editou nova solução de consulta tratando da incidência do PIS e da COFINS sobre as operações com a ZFM.</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No último dia 30, a RFB publicou nova solução de consulta esclarecendo a incidência de PIS e COFINS sobre as receitas obtidas em operações envolvendo a ZFM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o órgão, as contribuições não incidem sobre as remessas de mercadorias de origem nacional, para consumo ou industrialização na ZFM, quando realizadas por pessoas jurídicas estabelecidas fora dessa área.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A solução de consulta esclarece, também, que a receita obtida com as denominadas “vendas internas”, realizadas entre pessoas jurídicas estabelecidas dentro da ZFM, devem ser tributadas com alíquota zero.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda de acordo com a RFB, “inexiste hipótese de extensão para fora da ZFM da redução a zero da alíquota da Cofins incidente nas vendas de mercadoria nacional destinadas a industrialização ou consumo dentro da área de exceção”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, a saída de mercadorias da ZFM sujeita-se à incidência das contribuições.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mesma solução de consulta tratou de outras hipóteses, envolvendo a ZFM, que também estariam sujeitas à incidência das contribuições, como é o caso da prestação de serviços e operações com mercadorias nacionalizadas.</span></p>
<p data-pm-slice="1 1 []"><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2023/02/receita_esclarece_regras_de_tributacao_na_zfm.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>


  <div class="banner has-hover" id="banner-1734233000">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-1410399008" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-1410399008 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-1410399008 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-1734233000 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-1734233000 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


<p>O post <a href="https://grm.com.br/receita-esclarece-regras-de-tributacao-na-zfm/">Receita esclarece regras de tributação na ZFM</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/receita-esclarece-regras-de-tributacao-na-zfm/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
