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	<title>Arquivos stj - GRM Advogados</title>
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	<description>Advogados</description>
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	<title>Arquivos stj - GRM Advogados</title>
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	<item>
		<title>Créditos de PIS e Cofins: STJ limita direito de comerciantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[comerciantes]]></category>
		<category><![CDATA[créditos]]></category>
		<category><![CDATA[limita direito]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o IPI não recuperável não pode integrar a base de cálculo dos créditos de PIS e Cofins na compra de mercadorias para revenda. Como o comerciante não é contribuinte direto do IPI, o imposto não pode gerar créditos no regime não cumulativo. A decisão foi tomada em recurso repetitivo e passa a orientar casos semelhantes na Justiça.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/creditos-de-pis-e-cofins-stj-limita-direito-de-comerciantes/">Créditos de PIS e Cofins: STJ limita direito de comerciantes</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A discussão sobre <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">créditos de PIS e Cofins</span> ganhou novo capítulo após decisão da 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça. O tribunal entendeu que o IPI não recuperável não pode compor a base de cálculo dos <span class="notion-enable-hover" data-token-index="3">créditos de PIS e Cofins</span>.</strong></span><!-- notionvc: ea609a36-9611-4b5d-9784-dc7605cb9e75 --></p>
<h3><strong>Decisão do STJ sobre créditos de PIS e Cofins</strong></h3>
<p>O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o <strong>IPI incidente na aquisição de mercadorias para revenda não gera créditos de PIS e Cofins</strong>.</p>
<p>O entendimento foi firmado pela 1ª Seção da Corte em julgamento sob a sistemática de recursos repetitivos. Com isso, a tese passa a orientar as decisões das instâncias inferiores do Judiciário.</p>
<p>Na prática, o tribunal concluiu que o valor do IPI pago pelo comerciante na compra de mercadorias <strong>não pode ser incluído na base de cálculo dos créditos de PIS/Cofins</strong>.</p>
<h3><strong>Por que o IPI não gera créditos de PIS e Cofins</strong></h3>
<p>Na cadeia de circulação de mercadorias, o IPI normalmente é recolhido pelo fabricante ou importador.</p>
<p>Quando o produto é vendido ao comerciante, o imposto costuma estar embutido no preço da mercadoria. No entanto, como o comerciante <strong>não é contribuinte direto do IPI</strong>, o imposto não pode ser compensado posteriormente.</p>
<p>Por essa razão, o STJ entendeu que o valor do IPI <strong>não pode ser tratado como custo apto a gerar créditos de PIS e Cofins</strong> no regime não cumulativo.</p>
<h3><strong>Discussão envolvia o conceito de insumos</strong></h3>
<p>A controvérsia surgiu porque contribuintes defendiam que o valor do IPI deveria integrar o custo de aquisição da mercadoria.</p>
<p>Assim, esse valor poderia ser considerado na base de cálculo dos <strong>créditos de PIS e Cofins</strong>, ampliando o alcance da não cumulatividade dessas contribuições.</p>
<p>Entretanto, a decisão do STJ afastou essa interpretação e confirmou que <strong>o IPI não recuperável não pode integrar a base de cálculo dos créditos de PIS\Cofins</strong>.</p>
<h3><strong>Impactos da decisão para empresas</strong></h3>
<p>A decisão representa um precedente relevante para empresas que atuam na comercialização de mercadorias.</p>
<p>Isso porque o entendimento limita a possibilidade de ampliar a base de cálculo dos <strong>créditos de PIS/Cofins</strong> nas operações de revenda.</p>
<p>Como o julgamento ocorreu sob o rito dos repetitivos, o posicionamento será <strong>aplicado de forma uniforme pelos tribunais</strong> em casos semelhantes.</p>
<h3><strong>O que empresas devem avaliar</strong></h3>
<p>Diante desse cenário, empresas que operam no regime não cumulativo devem avaliar como essa decisão pode impactar seus <strong>créditos de PIS\Cofins</strong>.</p>
<p>Revisões de procedimentos fiscais e análises de riscos podem ser necessárias para garantir conformidade com o entendimento consolidado pelo STJ sobre os <strong>créditos de PIS\Cofins</strong>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>STJ julgará tributação de bonificações no varejo</title>
		<link>https://grm.com.br/stj-julgara-tributacao-de-bonificacoes-no-varejo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 13:30:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[bonificações]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O STJ vai decidir, em julgamento repetitivo, se bonificações e descontos comerciais concedidos ao varejo entram ou não na base de cálculo de PIS e Cofins. Hoje há divergência no tribunal sobre o tema, e os processos que tratam dessa discussão foram suspensos até a decisão final, que deverá orientar casos semelhantes em todo o país.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A discussão sobre PIS/Cofins sobre bonificações no varejo será analisada pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento repetitivo. A decisão deverá definir se bonificações e descontos comerciais integram ou não a base de cálculo das contribuições.</strong></span></p>
<h3><strong>STJ analisará incidência de PIS/Cofins sobre bonificações</strong></h3>
<p>A 1ª Seção do STJ decidiu julgar, sob o rito dos recursos repetitivos, a controvérsia sobre <strong>PIS/Cofins sobre bonificações</strong> concedidas por fornecedores ao varejo.</p>
<p>O julgamento analisará se essas operações representam <strong>receita tributável</strong> ou apenas <strong>redução do custo de aquisição das mercadorias</strong>.</p>
<p>Como o caso será julgado como repetitivo, a decisão terá efeito vinculante e deverá orientar processos semelhantes em todo o país.</p>
<h3><strong>Divergência atual no entendimento do STJ</strong></h3>
<p>Hoje existe divergência dentro do próprio tribunal sobre a incidência de <strong>PIS/Cofins sobre bonificações</strong>.</p>
<p>A <strong>1ª Turma do STJ</strong> tem decidido que bonificações e descontos não representam receita. Nesse entendimento, tratam-se apenas de redução no custo da mercadoria, sem impacto na base de cálculo das contribuições.</p>
<p>Já a <strong>2ª Turma do STJ</strong> entende que as bonificações funcionam como uma forma indireta de remuneração, o que justificaria a incidência de <strong>PIS/Cofins sobre bonificações</strong>.</p>
<h3><strong>Debate também ocorre no Carf</strong></h3>
<p>O tema também é objeto de decisões divergentes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).</p>
<p>Em alguns casos, o órgão diferencia <strong>descontos condicionais e incondicionais</strong> para definir se deve haver incidência de <strong>PIS/Cofins sobre bonificações</strong>.</p>
<p>Essa falta de uniformidade aumenta a insegurança jurídica para empresas que operam com políticas comerciais baseadas em descontos e bonificações.</p>
<h3><strong>Impacto para o varejo e distribuição</strong></h3>
<p>A definição do STJ sobre <strong>PIS/Cofins sobre bonificações</strong> pode ter impacto relevante para diversos setores.</p>
<p>Entre os mais afetados estão:</p>
<ul>
<li>varejo</li>
<li>atacado</li>
<li>distribuição de bens de consumo</li>
<li>setor farmacêutico</li>
</ul>
<p>Isso ocorre porque a exclusão dessas operações da base de cálculo pode reduzir o custo tributário e impactar diretamente a formação de preços e as margens das empresas.</p>
<h3><strong>Processos estão suspensos até decisão final</strong></h3>
<p>Diante da relevância do tema, o STJ determinou a <strong>suspensão dos processos</strong> que discutem a incidência de <strong>PIS/Cofins sobre bonificações</strong> e que estejam em fase de recurso especial.</p>
<p>A expectativa é que a decisão final traga maior <strong>segurança jurídica</strong> para empresas e contribuintes, definindo de forma definitiva o tratamento tributário dessas operações comerciais.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Súmula CARF 234 redefine créditos de PIS/COFINS no comércio</title>
		<link>https://grm.com.br/sumula-carf-234-redefine-creditos-de-pis-cofins-no-comercio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 13:09:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[insumos]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
		<category><![CDATA[tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Súmula CARF 234 reacende o debate sobre o conceito de insumo e a possibilidade de crédito de PIS/COFINS no setor comercial. A nova interpretação traz insegurança e reforça o conflito entre o CARF e o entendimento consolidado pelo STJ no Tema 779.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Súmula CARF 234 reacende o debate sobre o conceito de insumo e a possibilidade de crédito de PIS/COFINS no setor comercial. A nova interpretação traz insegurança e reforça o conflito entre o CARF e o entendimento consolidado pelo STJ no Tema 779.</strong></span></p>
<hr />
<h3>O que diz a Súmula CARF 234</h3>
<p>A <strong>Súmula CARF 234</strong> firmou o entendimento de que <strong>despesas com bens e serviços utilizados na revenda de mercadorias</strong> não geram direito a crédito de <strong>PIS/COFINS</strong> para empresas do comércio.<br />
Em outras palavras, o Conselho Administrativo afasta a aplicação ampla do conceito de <strong>insumo</strong> previsto no <strong>Tema 779/STJ</strong>, restringindo a tomada de créditos apenas às atividades industriais e de prestação de serviços.</p>
<hr />
<h3>O que decidiu o STJ no Tema 779</h3>
<p>No <strong>Tema 779</strong>, o Superior Tribunal de Justiça fixou que o conceito de <strong>insumo</strong> deve ser interpretado à luz dos critérios de <strong>essencialidade</strong> e <strong>relevância</strong>, permitindo créditos sempre que o bem ou serviço seja indispensável à atividade-fim da empresa.<br />
Esse entendimento, que não criou distinções entre o ramo industrial, comercial ou de prestação de serviços, reconhece que gastos essenciais à atividade econômica do contribuinte podem gerar créditos de <strong>PIS/COFINS.</strong></p>
<hr />
<h3>Divergência entre CARF e STJ</h3>
<p>A nova <strong>Súmula CARF 234</strong> evidencia uma divergência importante entre a <strong>Administração Tributária</strong> e o <strong>Poder Judiciário</strong>. Enquanto o STJ adota uma visão mais abrangente e econômica do conceito de <strong>insumo</strong>, o CARF volta a uma leitura mais restritiva, de viés fiscalista.<br />
Esse desalinhamento gera incertezas para o contribuinte, especialmente no setor <strong>comercial e varejista</strong>, que vinha utilizando o precedente judicial para otimizar sua carga tributária de <strong>PIS/COFINS</strong>.</p>
<hr />
<h3>Impactos práticos para o comércio</h3>
<p>Empresas do comércio podem ter <strong>autuações fiscais</strong> ou glosas de créditos já aproveitados com base no <strong>Tema 779</strong>. Além disso, a <strong>Súmula CARF 234</strong> tende a influenciar a postura da Receita Federal em fiscalizações futuras.<br />
Por outro lado, a <strong>tese do STJ</strong> continua válida e vinculante no âmbito judicial, o que abre caminho para a <strong>judicialização</strong> do tema e para a <strong>defesa do direito ao crédito</strong> com base no conceito de <strong>insumo</strong> adotado pelo Tribunal Superior.</p>
<hr />
<h3>Próximos passos para o setor</h3>
<p>Diante desse cenário, empresas do setor <strong>comercial e varejista</strong> devem <strong>reavaliar seus critérios de creditamento</strong> e, se necessário, buscar respaldo judicial para garantir a aplicação do conceito de <strong>insumo</strong> conforme o <strong>Tema 779/STJ</strong>.<br />
A tendência é que o tema volte à pauta de discussões entre Fisco, contribuintes e tribunais, reforçando a importância de um <strong>planejamento tributário preventivo</strong> e de uma <strong>estratégia de compliance</strong> sólida.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Contagem de prazo para créditos tributários preocupa empresas</title>
		<link>https://grm.com.br/contagem-de-prazo-para-creditos-tributarios-preocupa-empresas/</link>
					<comments>https://grm.com.br/contagem-de-prazo-para-creditos-tributarios-preocupa-empresas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 17:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[crédito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5600</guid>

					<description><![CDATA[<p>A contagem de prazo para uso de créditos tributários reconhecidos judicialmente voltou ao centro das atenções. A falta de segurança jurídica sobre o tema tem gerado apreensão entre empresas com ações em fase de trânsito em julgado.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A contagem de prazo para uso de créditos tributários reconhecidos judicialmente voltou ao centro das atenções. A falta de segurança jurídica sobre o tema tem gerado apreensão entre empresas com ações em fase de trânsito em julgado.</strong></span></p>
<hr />
<h4>O que está em debate</h4>
<p>A <strong>Controvérsia 756</strong>, em análise pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), discute se o <strong>prazo prescricional de cinco anos</strong> previsto no artigo 168 do Código Tributário Nacional deve ser contado <strong>a partir do trânsito em julgado da decisão</strong> ou <strong>apenas após a conclusão do procedimento de compensação</strong>.</p>
<p>A definição desse marco pode <strong>reduzir o tempo disponível para utilização dos créditos tributários</strong>, impactando diretamente o planejamento financeiro das empresas.</p>
<hr />
<h4>Risco de perda de créditos</h4>
<p>Caso o entendimento do STJ limite a contagem do prazo ao início do processo de compensação, <strong>empresas podem perder créditos tributários já habilitados</strong> ou em fase de compensação administrativa. Essa mudança de interpretação afetaria companhias que aguardam há anos o reconhecimento de seus direitos.</p>
<hr />
<h4>Importância do planejamento tributário</h4>
<p>Diante dessa incerteza, o <a href="https://grm.com.br/recuperacao-de-creditos-tributarios/"><strong>planejamento tributário</strong></a> torna-se essencial. Monitorar decisões judiciais, revisar prazos e avaliar o momento ideal para iniciar pedidos de habilitação de crédito são medidas fundamentais para <strong>evitar ineficiências e perdas financeiras</strong>.</p>
<p>Empresas que atuarem de forma estratégica poderão garantir <strong>maior previsibilidade e aproveitamento dos seus créditos tributários</strong>.</p>
<hr />
<h4>A discussão sobre a <strong>contagem de prazo para uso de créditos tributários</strong> reforça a importância de acompanhar de perto as definições do STJ. Enquanto a decisão permanece <strong>pendente</strong>, as empresas devem adotar uma postura preventiva e bem assessorada para proteger seus ativos fiscais.</h4>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>STJ afasta prazo para cobrança tributária</title>
		<link>https://grm.com.br/stj-afasta-prazo-para-cobranca-tributaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 19:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[benefício tributário]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5512</guid>

					<description><![CDATA[<p>O STJ afasta prazo para cobrança tributária, decisão que impacta diretamente empresas de todos os setores. O tema redefine a segurança jurídica na discussão de débitos fiscais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><span style="color: #ff6600;"><strong><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O STJ afasta prazo para cobrança tributária, decisão que impacta diretamente empresas de todos os setores. O tema redefine a segurança jurídica na discussão de débitos fiscais.</span></strong></span></p>
<hr />
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><strong><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z" style="font-size: 120%;">O que foi julgado</span></strong></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu de forma favorável aos contribuintes e entendeu que não se aplica prazo decadencial em mandado de segurança. Até então havia precedentes divergentes da 1ª e 2ª Turmas do STJ &#8211; a primeira mais favorável e a segunda desfavorável ao contribuinte.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><strong><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z" style="font-size: 120%;">Impacto para as empresas</span></strong></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O julgamento foi muito importante para os contribuintes, pois coloca um ponto final na discussão sobre o prazo decadencial, para que se possa discutir qualquer tipo de alterações legislativas ou majorações de alíquota através do mandado de segurança, mecanismo muito utilizado por seu baixo custo, celeridade e ausência de condenação de honorários de sucumbência.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><strong><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z" style="font-size: 120%;">Conclusão</span></strong></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A decisão reforça a importância da segurança jurídica e do caráter preventivo do mandado de segurança, harmonizando técnica processual e realidade material. Com isso, evita-se que a decadência seja usada como obstáculo à tutela de direitos fundamentais e garante-se maior efetividade à justiça fiscal.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/09/stj_afasta_prazo_para_cobranca_tributaria.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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		<title>STJ confirma: Zona Franca é livre de PIS e Cofins</title>
		<link>https://grm.com.br/stj-confirma-zona-franca-e-livre-de-pis-e-cofins/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 14:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Franca de Manaus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5341</guid>

					<description><![CDATA[<p>A decisão do STJ reforça que a Zona Franca de Manaus garante isenção de PIS e Cofins sobre a receita decorrente de vendas de mercadorias de origem nacional ou nacionalizada e advinda de prestação de serviço para pessoas físicas ou jurídicas no âmbito da Zona Franca de Manaus. Um marco para quem atua ou pretende atuar na região.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A decisão do STJ reforça que a Zona Franca de Manaus garante isenção de PIS e Cofins sobre a receita decorrente de vendas de mercadorias de origem nacional ou nacionalizada e advinda de prestação de serviço para pessoas físicas ou jurídicas no âmbito da Zona Franca de Manaus. Um marco para quem atua ou pretende atuar na região.</strong></span></p>
<h4><strong>O que decidiu o STJ?</strong></h4>
<p>O Superior Tribunal de Justiça reafirmou, em decisão recente, que a <strong>prestação de serviços no âmbito da ZFM e as vendas de mercadorias dentro da Zona Franca de Manaus estão isentas de PIS e Cofins</strong>, sejam elas nacionais ou nacionalizadas e entre pessoas jurídica ou pessoas física.</p>
<p>A medida reconhece a <strong>Zona Franca de Manaus</strong> como área de incentivo fiscal plena, com tratamento equivalente ao de exportações.</p>
<h4><strong>Segurança jurídica para quem opera na ZFM</strong></h4>
<p>Esse entendimento solidifica a tese já defendida por diversos contribuintes e leva segurança jurídica para <strong>empresas que comercializam dentro da Zona Franca de Manaus e prestam serviços naquela região.</strong></p>
<p>A Receita Federal vinha exigindo os tributos nessas operações, gerando disputas. Agora, com a posição do STJ, reforça-se a legalidade da <strong>isenção de PIS e Cofins</strong> nesses casos.</p>
<h4><strong>Oportunidade para ampliar benefícios fiscais</strong></h4>
<p>A isenção de <strong>PIS e Cofins na Zona Franca de Manaus</strong> representa uma vantagem estratégica não apenas para quem já atua na região, mas também para empresas interessadas em expandir suas operações com <strong>redução de carga tributária</strong>. Essa decisão abre espaço para revisões fiscais, recuperação de créditos e novos planejamentos tributários envolvendo a ZFM.</p>
<h4><strong>Por que essa decisão importa?</strong></h4>
<p>A <strong>Zona Franca de Manaus</strong> é hoje um dos maiores polos incentivados do Brasil. Com mais de 600 empresas instaladas, oferece um regime tributário diferenciado, competitivo e agora reforçado por decisão judicial. A isenção de <strong>PIS e Cofins na Zona Franca de Manaus</strong> é mais um motivo para considerar a implantação ou expansão de negócios na região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/06/stj_confirma_zona_franca_e_livre_de_pis_e_cofins.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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		<item>
		<title>STJ confirma: crédito presumido de ICMS não sofre IRPJ e CSLL</title>
		<link>https://grm.com.br/stj-confirma-credito-presumido-de-icms-nao-sofre-irpj-e-csll/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 15:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[crédito presumido]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[IRPJ]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crédito presumido de ICMS ganha novo respaldo jurídico: STJ reforça exclusão do IRPJ e da CSLL mesmo com a nova Lei das Subvenções.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/stj-confirma-credito-presumido-de-icms-nao-sofre-irpj-e-csll/">STJ confirma: crédito presumido de ICMS não sofre IRPJ e CSLL</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Crédito presumido de ICMS ganha novo respaldo jurídico: STJ reforça exclusão do IRPJ e da CSLL mesmo com a nova Lei das <a href="https://grm.com.br/guia-acerca-da-tributacao-das-subvencoes/">Subvenções</a>.</strong></span></p>
<p>Empresas que usufruem de incentivos estaduais têm agora mais segurança para afastar tributos federais sobre o <strong>crédito presumido de ICMS</strong>, após decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A Corte reafirmou seu posicionamento de que esses valores não integram a base de cálculo do IRPJ e da CSLL, mantendo a jurisprudência favorável ao contribuinte mesmo diante das mudanças trazidas pela nova Lei das Subvenções.</p>
<p>A decisão reforça que a Lei Complementar nº 160/2017, alterada pela LC nº 192/2022, não modifica o entendimento aplicado ao <strong>crédito presumido de ICMS</strong>, uma vez que ele não representa efetivo acréscimo patrimonial à empresa. Mesmo com as novas exigências de afetação contábil e aprovação prévia dos benefícios fiscais estaduais, o STJ manteve a posição de que o crédito presumido deve ser excluído da tributação federal.</p>
<p>Esse posicionamento fortalece a segurança jurídica das empresas beneficiadas por incentivos estaduais, protegendo suas estratégias de planejamento tributário e evitando o pagamento indevido de tributos federais sobre valores que não refletem receita real. Além disso, abre margem para que as empresas avaliem a possibilidade de recuperação de tributos pagos a maior, inclusive de forma retroativa.</p>
<p>Empresas industriais, comerciais e prestadoras de serviços que se utilizam do <strong><a href="https://valor.globo.com/legislacao/noticia/2025/06/10/stj-analisa-nova-lei-das-subvencoes-e-afasta-irpj-e-csll-sobre-credito-presumido-de-icms.ghtml">crédito presumido</a> de ICMS</strong> devem analisar com atenção essa decisão, pois ela pode representar uma importante economia tributária e garantir maior previsibilidade para os seus negócios.</p>
<p>Quer entender como essa decisão impacta sua operação? Acesse outros conteúdos sobre incentivos fiscais no nosso site ou fale com o GRM Advogados para uma análise específica do seu caso.</p>
<a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/06/stj_confirma_credito_presumido_de_icms_nao_sofre_iprj_e_csll.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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<p>&nbsp;</p>

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			</item>
		<item>
		<title>ICMS sobre Materiais Intermediários: o que muda com os novos desdobramentos dessa discussão?</title>
		<link>https://grm.com.br/icms-sobre-materiais-intermediarios-o-que-muda-com-os-novos-desdobramentos-dessa-discussao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 15:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[credito de ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[Materiais Intermediários]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema do ICMS sobre materiais intermediários voltou a ganhar destaque no cenário tributário nacional. </p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/icms-sobre-materiais-intermediarios-o-que-muda-com-os-novos-desdobramentos-dessa-discussao/">ICMS sobre Materiais Intermediários: o que muda com os novos desdobramentos dessa discussão?</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O tema do ICMS sobre materiais intermediários voltou a ganhar destaque no <a href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2025/06022025-Segunda-Turma-reafirma-direito-ao-credito-de-ICMS-na-compra-de-produtos-intermediarios.aspx">cenário tributário nacional</a>. </strong></span></p>
<p>Em abril, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) iniciou o julgamento de um recurso que pode alterar de forma significativa a maneira como as empresas utilizam créditos de ICMS em suas operações produtivas. A decisão tem potencial para impactar a competitividade de diversos setores da indústria e do comércio.</p>
<p>Neste informativo, explicamos, de forma simples e objetiva, os pontos principais dessa discussão e como sua empresa pode se preparar para possíveis mudanças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que são materiais intermediários?</strong></h4>
<p>De maneira prática, materiais intermediários são aqueles itens utilizados durante o processo produtivo, mas que não integram o produto final. Isso inclui, por exemplo, lubrificantes, produtos de limpeza de máquinas e outros insumos essenciais para o funcionamento das linhas de produção.</p>
<p>A controvérsia gira em torno de um ponto central: esses materiais geram ou não direito ao crédito de ICMS?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Por que essa discussão importa?</strong></h4>
<p>A possibilidade de aproveitar créditos de ICMS sobre esses materiais impacta diretamente a carga tributária das empresas. Se o crédito for permitido, há uma redução no custo efetivo da operação. Caso contrário, a empresa arca com mais tributos e menor margem de lucro.</p>
<p>Historicamente, o STJ já se manifestou de forma restritiva, entendendo que apenas os insumos incorporados ao produto final geram direito a crédito. No entanto, esse entendimento tem sido alvo de críticas por não refletir a realidade dos processos industriais modernos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que está sendo julgado agora?</strong></h4>
<p>O novo recurso em julgamento analisa se materiais essenciais ao funcionamento da indústria – mesmo que não estejam fisicamente presentes no produto final – devem ser considerados insumos para fins de aproveitamento do ICMS.</p>
<p>Durante a sessão de abril, dois ministros já apresentaram votos favoráveis ao contribuinte, reconhecendo que materiais imprescindíveis ao processo produtivo devem sim gerar crédito de ICMS. O julgamento foi suspenso por pedido de vista e deve ser retomado em breve.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que sua empresa deve observar?</strong></h4>
<p>Revisão dos créditos tributários: é importante avaliar se sua empresa utiliza materiais intermediários e qual a atual política de aproveitamento de créditos de ICMS adotada.</p>
<p>Análise de riscos e oportunidades: uma eventual mudança de entendimento pode abrir espaço para recuperação de créditos dos últimos cinco anos.</p>
<p>Acompanhamento do julgamento: o resultado final do recurso pode balizar tanto fiscalizações quanto planejamentos tributários futuros.</p>
<p>O julgamento sobre o ICMS <a href="https://grm.com.br/como-funciona-o-credito-estimulo-de-icms-no-amazonas/">sobre materiais intermediários</a> é um marco relevante para empresários que buscam uma gestão fiscal mais eficiente. O momento é oportuno para revisar estratégias, buscar segurança jurídica e garantir o melhor aproveitamento dos benefícios fiscais disponíveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/05/icm_sobre_materiais_intermediarios_o_que_muda_com_os_novos_desdobramentos_dessa_discussao.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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			</item>
		<item>
		<title>STJ Afeta Tema Repetitivo sobre Incidência de PIS/COFINS na Correção Monetária de Aplicações Financeiras</title>
		<link>https://grm.com.br/stj-afeta-tema-repetitivo-sobre-incidencia-de-pis-cofins-na-correcao-monetaria-de-aplicacoes-financeiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 15:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
		<category><![CDATA[tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 28 de abril de 2025, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) afetou ao rito dos recursos repetitivos o Tema 1.335, que visa definir se as variações patrimoniais decorrentes de correção monetária sobre aplicações financeiras integram a base de cálculo das contribuições ao PIS e à COFINS.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Em 28 de abril de 2025, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) afetou ao rito dos recursos repetitivos o Tema 1.335, que visa definir se as variações patrimoniais decorrentes de correção monetária sobre aplicações financeiras integram a base de cálculo das contribuições ao PIS e à COFINS.</strong></span></p>
<h3>Contexto da Controvérsia</h3>
<p>A controvérsia gira em torno da natureza jurídica da correção monetária: se ela representa um acréscimo patrimonial tributável ou apenas uma recomposição do valor real da moeda. A Fazenda Nacional sustenta que tais valores constituem receita financeira, integrando a base de cálculo das contribuições. Por outro lado, os contribuintes argumentam que a correção monetária visa apenas preservar o poder de compra, não configurando receita tributável.</p>
<h3>Recursos Representativos</h3>
<p>Foram selecionados como representativos da controvérsia os Recursos Especiais nºs 2.179.065/SP, 2.179.067/SP e 2.170.834/SP, todos oriundos do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) e sob relatoria do Ministro Marco Aurélio Bellizze.</p>
<h3>Suspensão Nacional</h3>
<p>Com a afetação do tema, foi determinada a suspensão da tramitação de todos os processos pendentes, individuais ou coletivos, que versem sobre a mesma matéria, em todo o território nacional, até o julgamento definitivo do mérito, nos termos do artigo 1.037, II, do Código de Processo Civil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Se sua empresa realiza aplicações financeiras, essa discussão pode impactar diretamente sua carga tributária. Para Para avaliar possíveis medidas preventivas e estratégias de <a href="https://grm.com.br/planejamento-financeiro-reforma-tributaria-zfm/">proteção fiscal</a>, contate nossos especialistas.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dedução do JCP retroativo: STJ pode destravar nova possibilidade de economia no IRPJ e CSLL</title>
		<link>https://grm.com.br/deducao-do-jcp-retroativo-stj-pode-destravar-nova-possibilidade-de-economia-no-irpj-e-csll/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 15:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[CSLL]]></category>
		<category><![CDATA[IRPJ]]></category>
		<category><![CDATA[JCP]]></category>
		<category><![CDATA[JCP retroativo]]></category>
		<category><![CDATA[lucro real]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O STJ analisará a dedução do JCP retroativo do IRPJ e da CSLL. Saiba como sua empresa do Lucro Real pode se beneficiar.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/deducao-do-jcp-retroativo-stj-pode-destravar-nova-possibilidade-de-economia-no-irpj-e-csll/">Dedução do JCP retroativo: STJ pode destravar nova possibilidade de economia no IRPJ e CSLL</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O STJ analisará a dedução do JCP retroativo do IRPJ e da CSLL. Saiba como sua empresa do Lucro Real pode se beneficiar.</strong></span></p>
<h3>A dedução do JCP retroativo pode gerar economia tributária significativa para empresas do Lucro Real</h3>
<p>A <strong>dedução do JCP retroativo</strong> do IRPJ e da CSLL está no centro de uma discussão que poderá ser pacificada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em breve. A decisão promete impactar diretamente empresas tributadas pelo Lucro Real que não conseguiram deduzir o valor dos Juros sobre Capital Próprio por falta de deliberação no exercício contábil correspondente.</p>
<p>Esse novo julgamento pode abrir caminho para a <strong>recuperação de tributos pagos a maior</strong>, além de oferecer uma estratégia segura de <strong>planejamento tributário futuro</strong>.</p>
<h3>O que é o JCP e por que a dedução retroativa importa?</h3>
<p>O <strong>Juros sobre Capital Próprio (JCP)</strong> é uma forma de remuneração aos sócios ou acionistas de empresas, dedutível da base de cálculo do IRPJ e da CSLL, conforme previsto no <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/manuais/orientacao-tributaria/jcp"><strong>art. 9º da Lei nº 9.249/95</strong></a>.</p>
<p>Para ser dedutível, a legislação exige:</p>
<ul>
<li>Apuração de lucros e reservas;</li>
<li>Registro contábil do JCP;</li>
<li>Deliberação societária (assembleia ou reunião) para sua distribuição.</li>
</ul>
<p>O ponto de tensão está exatamente nesse terceiro requisito.</p>
<h3>A controvérsia: ausência de deliberação no exercício contábil</h3>
<p>Empresas que <strong>registraram o JCP contabilmente</strong>, mas <strong>só deliberaram sua distribuição em exercícios posteriores</strong>, muitas vezes deixaram de deduzir esses valores da apuração do IRPJ e da CSLL — seja por insegurança jurídica ou por questionamentos da Receita Federal.</p>
<p>Essa situação gerou um passivo oculto de deduções não aproveitadas que, agora, pode ser judicialmente resolvido.</p>
<h3>Julgamento no STJ: o que está em jogo?</h3>
<p>O <strong>Superior Tribunal de Justiça</strong> decidiu analisar a matéria sob a sistemática dos <strong>recursos repetitivos</strong>, o que indica que a decisão terá <strong>efeito vinculante</strong> para casos semelhantes em todo o país.</p>
<p>Os processos afetados são:</p>
<ul>
<li><strong>REsp 2.161.414/PR</strong></li>
<li><strong>REsp 2.162.629/PR</strong></li>
<li><strong>REsp 2.163.735/RS</strong></li>
<li><strong>REsp 2.162.248/RS</strong></li>
</ul>
<p>O julgamento busca responder se é válida a <strong>dedução do JCP mesmo quando a deliberação ocorreu em exercício posterior ao seu registro contábil</strong>.</p>
<p>Se a decisão for favorável ao contribuinte, o impacto será direto na <strong>recuperação de créditos tributários</strong> e no uso estratégico dessa ferramenta em planejamentos futuros.</p>
<h3>Quais empresas podem se beneficiar?</h3>
<p>Empresas enquadradas no <strong>Lucro Real</strong> que, nos últimos cinco anos:</p>
<ul>
<li>Registraram JCP em sua contabilidade;</li>
<li>Não realizaram a deliberação societária no mesmo exercício;</li>
<li>Deixaram de deduzir os valores do IRPJ e da CSLL por esse motivo.</li>
</ul>
<p>Essas empresas podem <strong>avaliar o direito à recuperação dos tributos pagos a maior</strong> ou <strong>antecipar-se com medidas preventivas</strong>, caso a decisão do STJ seja favorável.</p>
<h3>&#x2705;O que fazer agora? Passos recomendados:</h3>
<ul>
<li><strong>Revisar os registros contábeis</strong> dos últimos cinco anos para identificar JCP não deduzido;</li>
<li><strong>Verificar as atas de deliberação societária</strong> para cruzar com os exercícios de contabilização;</li>
<li><strong>Simular os valores de IRPJ e CSLL</strong> que poderiam ter sido deduzidos;</li>
<li><strong>Consultar um escritório especializado</strong> para traçar estratégias de recuperação ou compensação;</li>
<li><strong>Acompanhar o julgamento do STJ</strong> com o suporte de especialistas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>dedução do JCP retroativo</strong> representa uma oportunidade concreta de <strong>economia tributária</strong> para empresas do<a href="https://grm.com.br/a-principal-tese-tributaria-para-as-empresas-do-lucro-real/"> Lucro Real</a>. Com o julgamento no STJ em andamento, é o momento ideal para revisar sua contabilidade e se preparar com o apoio de uma assessoria jurídica especializada.</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/03/deducao_do_jcp_retroativo_stj_pode_destravar_nova_possibilidade_de_economia_no_irpj_e_csll.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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