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	<title>Arquivos Receita - GRM Advogados</title>
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	<description>Advogados</description>
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	<title>Arquivos Receita - GRM Advogados</title>
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	<item>
		<title>Voto de qualidade no CARF: Receita ajusta regras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 13:25:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[### Benefícios previstos na legislação]]></category>
		<category><![CDATA[ajusta regras]]></category>
		<category><![CDATA[CARF]]></category>
		<category><![CDATA[empresas devem acompanhar esse tema]]></category>
		<category><![CDATA[Receita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Receita Federal publicou a Instrução Normativa nº 2.310/2026, ajustando as regras do voto de qualidade no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais. A norma define melhor quando contribuintes podem ter exclusão de multas e cancelamento de representação penal em decisões por desempate, além de alinhar a regulamentação da Receita à lei que restabeleceu o mecanismo, trazendo mais segurança jurídica nas disputas tributárias</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/voto-de-qualidade-no-carf-receita-ajusta-regras/">Voto de qualidade no CARF: Receita ajusta regras</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">voto de qualidade no CARF</span> voltou ao centro das discussões tributárias após a Receita Federal ajustar as regras aplicáveis a autuações decididas por esse critério. A mudança redefine o alcance de benefícios importantes para contribuintes envolvidos em disputas fiscais.<br />
</strong></span><!-- notionvc: c3cf5e01-d51c-4b25-8a1b-e8375fd17230 --></p>
<h3><strong>Novo ajuste nas regras do voto de qualidade no CARF</strong></h3>
<p>A Receita Federal publicou a Instrução Normativa nº 2.310/2026 para alinhar suas orientações à chamada Lei do CARF.</p>
<p>Na prática, o ajuste redefine quais processos podem se beneficiar da exclusão de multas e do cancelamento da representação fiscal para fins penais quando o julgamento é decidido pelo <strong>voto de qualidade no CARF</strong>.</p>
<p>A norma também estabelece um marco temporal claro: os benefícios podem alcançar casos que ainda estavam pendentes de análise de mérito no Tribunal Regional Federal na data de publicação da lei, em setembro de 2023.</p>
<h3><strong>Entenda o que é o voto de qualidade no CARF</strong></h3>
<p>O <strong>voto de qualidade no CARF</strong> é utilizado quando há empate no julgamento de um processo administrativo tributário.</p>
<p>Nessas situações, o presidente da turma — sempre representante da Fazenda Nacional — profere o voto de desempate.</p>
<p>Esse mecanismo havia sido extinto em 2020, mas voltou a valer com a nova legislação, acompanhada de medidas que buscam equilibrar a posição dos contribuintes.</p>
<h3><strong>Benefícios previstos na legislação</strong></h3>
<p>A legislação estabeleceu que, quando a decisão ocorre por <strong>voto de qualidade no CARF</strong>, alguns efeitos podem ser mitigados para o contribuinte.</p>
<p>Entre os principais benefícios previstos estão:</p>
<ul>
<li>exclusão de determinadas multas;25</li>
<li>cancelamento da representação fiscal para fins penais;</li>
<li>redução de impactos em autuações tributárias discutidas administrativamente.</li>
</ul>
<p>Essas medidas foram criadas justamente como contrapartida ao retorno do <strong>voto de qualidade no CARF</strong>.</p>
<h3><strong>O que muda com a nova instrução normativa</strong></h3>
<p>A nova normativa corrige parte das restrições criadas por regras anteriores da própria Receita Federal.</p>
<p>Na prática, o ajuste amplia a compatibilidade entre a regulamentação administrativa e a lei que disciplina o <strong>voto de qualidade no CARF</strong>.</p>
<p>Com isso, processos que antes poderiam ficar fora do alcance dos benefícios passam a ter maior segurança jurídica quanto à aplicação das regras previstas na legislação.</p>
<h3><strong>Por que empresas devem acompanhar esse tema</strong></h3>
<p>Discussões envolvendo <strong>voto de qualidade no CARF</strong> costumam aparecer em autuações relevantes, muitas vezes com valores expressivos em disputa.</p>
<p>Por isso, compreender o alcance dessas regras pode impactar diretamente a estratégia de defesa administrativa ou judicial das empresas.</p>
<p>Além disso, mudanças na regulamentação podem alterar o tratamento de multas e possíveis reflexos penais, fatores que influenciam decisões empresariais em disputas fiscais.</p>
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		<title>Prêmios a empregados: Receita eleva exigências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 13:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[COSIT]]></category>
		<category><![CDATA[prêmios a empregados]]></category>
		<category><![CDATA[Receita]]></category>
		<category><![CDATA[Solução de Consulta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tributação sobre prêmios a empregados ganhou novos contornos com a Solução de Consulta Cosit nº 10/2026. A Receita Federal ampliou as exigências para afastar a incidência de contribuição previdenciária sobre esses valores.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A tributação sobre prêmios a empregados ganhou novos contornos com a Solução de Consulta Cosit nº 10/2026. A Receita Federal ampliou as exigências para afastar a incidência de contribuição previdenciária sobre esses valores.</strong></span></p>
<h3>O que mudou no entendimento da Receita</h3>
<p>A nova orientação supera o entendimento anterior (Cosit nº 151/2019) e reconhece que a formalização de regras internas não descaracteriza, por si só, os <strong>prêmios a empregados</strong>.</p>
<p>Ou seja, a empresa pode estruturar política formal de premiação. Contudo, será necessário comprovar que o pagamento decorre de liberalidade e não de obrigação legal, ajuste prévio ou negociação coletiva.</p>
<h3>O que continua valendo</h3>
<p>Nos termos do artigo 457, §§ 2º e 4º, da CLT, os <strong>prêmios a empregados</strong> não integram a remuneração quando pagos por liberalidade e em razão de desempenho superior ao ordinariamente esperado.</p>
<p>Assim, permanecem fora da base de cálculo da contribuição previdenciária — desde que respeitados os requisitos legais.</p>
<p>Importante: o entendimento aplica-se a empregados. Não alcança contribuintes individuais.</p>
<h3>Novo ônus para o empregador</h3>
<p>Embora haja maior segurança jurídica para estruturar programas formais, a Receita aumentou o encargo probatório.</p>
<p>Agora, o afastamento da tributação sobre <strong>prêmios a empregados</strong> exige:</p>
<ul>
<li>Critérios objetivos de desempenho;</li>
<li>Evidência clara de superação de metas;</li>
<li>Nexo comprovável entre resultado e pagamento;</li>
<li>Ausência de previsibilidade que transforme o prêmio em verba habitual.</li>
</ul>
<p>Sem essa trilha documental, há risco de requalificação da verba como remuneração.</p>
<h3>Impacto prático para as empresas</h3>
<p>Na prática, a economia previdenciária dependerá menos do argumento de “eventualidade” e mais da engenharia jurídica e da documentação do programa.</p>
<p>Empresas que já pagam <strong>prêmios a empregados</strong> devem revisar regulamentos internos, critérios de avaliação e registros comprobatórios.</p>
<p>Por outro lado, modelos genéricos ou previsíveis podem aumentar a probabilidade de autuações, inclusive com reflexos em obrigações acessórias.</p>
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