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	<title>Arquivos Receita Federal - GRM Advogados</title>
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	<description>Advogados</description>
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	<title>Arquivos Receita Federal - GRM Advogados</title>
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	<item>
		<title>Zona Franca de Manaus: Receita reduz incentivo fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[incentivo fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[restringe benefício]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Receita Federal restringe benefício de PIS/Cofins para operações com a Zona Franca de Manaus, elevando impactos tributários.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Zona Franca de Manaus voltou ao centro das discussões tributárias após a Receita Federal divulgar um novo entendimento sobre a redução de incentivos fiscais federais. A medida pode aumentar os custos de operações realizadas por empresas que fornecem mercadorias para a região.</strong></span></p>
<h2><strong>Receita Federal define alcance da redução de incentivos</strong></h2>
<p>A Receita Federal publicou a Nota Cosit/Sutri/RFB nº 141/2026 para esclarecer como deve ser aplicada a redução linear dos incentivos tributários federais nas operações destinadas à <strong>Zona Franca de Manaus</strong>.</p>
<p>A discussão surgiu após questionamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre a manutenção do benefício de alíquota zero de PIS e Cofins nas vendas de mercadorias destinadas ao consumo ou à industrialização na região.</p>
<p>O entendimento defendido pela entidade era de que, por envolver operações destinadas à <strong>Zona Franca de Manaus</strong>, o benefício deveria permanecer integralmente preservado, sem sofrer as reduções previstas na legislação.</p>
<h2><strong>Qual foi o posicionamento da Receita Federal?</strong></h2>
<p>Segundo a Receita Federal, o benefício de alíquota zero de PIS e Cofins aplicado às vendas destinadas à <strong>Zona Franca de Manaus</strong> não está protegido das reduções lineares instituídas pelo novo regime de diminuição dos incentivos fiscais federais.</p>
<p>Na prática, isso significa que empresas localizadas fora da região que comercializam produtos para a <strong>Zona Franca de Manaus</strong> não poderão mais usufruir integralmente da alíquota zero nessas operações, seguindo o entendimento atualmente adotado pela Administração Tributária.</p>
<h2><strong>Quais os impactos para as empresas?</strong></h2>
<p>A interpretação traz reflexos relevantes para a competitividade da <strong>Zona Franca de Manaus</strong>. Com a redução do incentivo, a carga tributária incidente sobre determinadas operações tende a aumentar.</p>
<p>Como consequência, empresas instaladas na região podem enfrentar elevação nos custos de aquisição de insumos, matérias-primas, mercadorias e outros produtos utilizados em suas atividades produtivas.</p>
<p>Além disso, fornecedores estabelecidos fora da <strong>Zona Franca de Manaus</strong> também podem precisar revisar seus cálculos tributários e comerciais para adequar suas operações ao novo cenário.</p>
<h2><strong>O que as empresas devem avaliar?</strong></h2>
<p>Diante desse posicionamento, torna-se importante analisar os possíveis impactos financeiros e operacionais decorrentes da medida.</p>
<p>A revisão de contratos, da estrutura de custos e das cadeias de fornecimento pode ser necessária para identificar eventuais aumentos de carga tributária e seus reflexos sobre preços, margens e investimentos.</p>
<p>O novo entendimento da Receita Federal reforça a necessidade de acompanhamento constante das mudanças relacionadas à <strong>Zona Franca de Manaus</strong>, especialmente em um momento de transição e reestruturação do sistema tributário brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Receita Federal amplia exclusão do ICMS no PIS/Cofins</title>
		<link>https://grm.com.br/receita-federal-amplia-exclusao-do-icms-no-pis-cofins/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 13:20:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[amplia exclusão]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS no PIS/Cofins]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Receita Federal autoriza exclusão do DIFAL da base do PIS e Cofins, reduzindo impactos tributários em operações interestaduais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="0" data-end="127"><span style="color: #ff6600;"><strong>A Receita Federal definiu novo entendimento sobre a exclusão do diferencial de alíquota do ICMS da base do PIS e da Cofins.</strong></span></p>
<h3 data-start="129" data-end="179"><span style="font-size: 115%;"><strong data-start="129" data-end="179">O que mudou no entendimento da Receita Federal</strong></span></h3>
<p data-start="181" data-end="405">A Receita Federal publicou a Solução de Consulta nº 8.007/2026, reconhecendo que o diferencial de alíquota do ICMS, conhecido como DIFAL, pode ser excluído da base de cálculo do PIS e da Cofins em operações interestaduais.</p>
<p data-start="407" data-end="727">Na prática, o entendimento reduz a base tributável das contribuições federais e pode representar diminuição da carga tributária para empresas que realizam esse tipo de operação. O posicionamento segue a lógica consolidada pelo STF no julgamento da chamada “tese do século”, que afastou o ICMS da base do PIS e da Cofins.</p>
<h3 data-start="729" data-end="771"><span style="font-size: 115%;"><strong data-start="729" data-end="771">Quando a exclusão do DIFAL é permitida</strong></span></h3>
<p data-start="773" data-end="907">Segundo a Receita Federal, a exclusão é válida quando o valor do ICMS estiver devidamente destacado no documento fiscal da operação.</p>
<p data-start="909" data-end="1126">Além disso, a regra se aplica apenas às receitas tributadas normalmente pelas contribuições. Portanto, ficam de fora operações com suspensão, isenção, alíquota zero ou hipóteses de não incidência do PIS e da Cofins.</p>
<p data-start="1128" data-end="1259">Outro ponto relevante é que o entendimento alcança tanto empresas enquadradas no regime cumulativo quanto no regime não cumulativo.</p>
<h3 data-start="1261" data-end="1290"><span style="font-size: 115%;"><strong data-start="1261" data-end="1290">Impactos para as empresas</strong></span></h3>
<p data-start="1292" data-end="1474">A nova orientação da Receita Federal pode gerar oportunidades de revisão tributária para empresas que realizam vendas interestaduais destinadas a consumidor final não contribuinte.</p>
<p data-start="1476" data-end="1656">Dependendo da operação e do volume de vendas, o impacto financeiro pode ser significativo, especialmente para companhias com atuação nacional e alto recolhimento de PIS e Cofins.</p>
<p data-start="1658" data-end="1870">Além da redução da carga tributária futura, o entendimento também pode abrir espaço para análise de valores recolhidos anteriormente, sempre observando os critérios legais e o contexto específico de cada empresa.</p>
<h3><strong data-start="1872" data-end="1905">Atenção aos critérios fiscais</strong></h3>
<p data-start="1907" data-end="2049">Apesar do entendimento favorável, a Receita Federal deixou claro que a exclusão depende do correto destaque do DIFAL na documentação fiscal.</p>
<p data-start="2051" data-end="2323">A solução de consulta também reforça hipóteses em que pedidos apresentados pelos contribuintes podem ser considerados ineficazes, especialmente quando não houver indicação clara do dispositivo legal discutido ou quando o tema não envolver matéria tributária e aduaneira.</p>
<p data-start="2325" data-end="2487" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Por isso, a análise técnica das operações e da documentação fiscal continua sendo essencial para reduzir riscos e garantir maior segurança tributária às empresas.</p>
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<p data-start="2325" data-end="2487" data-is-last-node="" data-is-only-node="">
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		<item>
		<title>Receita Federal facilitará desembaraço de carga de empresas certificadas</title>
		<link>https://grm.com.br/receita-federal-facilitara-desembaraco-de-carga-de-empresas-certificadas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 13:25:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[aduaneiro]]></category>
		<category><![CDATA[carga]]></category>
		<category><![CDATA[desembaraço]]></category>
		<category><![CDATA[Impactos]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desembaraço aduaneiro passa a permitir que empresas certificadas como OEA realizem a liberação de mercadorias sem pagamento imediato de tributos, que poderá ocorrer no mês seguinte. A medida tende a tornar o desembaraço aduaneiro mais ágil, melhorar o fluxo de caixa e reduzir custos operacionais, sendo aplicada inicialmente a empresas com alto nível de conformidade fiscal.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">desembaraço aduaneiro</span> passa por uma mudança relevante que impacta diretamente o fluxo de importações. A nova medida permite maior flexibilidade no pagamento de tributos, trazendo ganhos operacionais para empresas certificadas.<br />
</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 130%;"><strong>Novo modelo de desembaraço aduaneiro</strong></span></p>
<p>A Receita Federal anunciou que empresas certificadas como Operador Econômico Autorizado (OEA), no nível “referência”, poderão realizar o <strong>desembaraço aduaneiro</strong> sem a necessidade de pagamento imediato dos tributos.</p>
<p>Na prática, isso significa que o recolhimento poderá ocorrer no mês seguinte à operação. Dessa forma, o <strong>desembaraço aduaneiro</strong> tende a se tornar mais rápido, reduzindo o tempo de liberação de mercadorias em portos e aeroportos.</p>
<p><span style="font-size: 130%;"><strong>Impactos para o fluxo de caixa</strong></span></p>
<p>Além da agilidade operacional, a mudança melhora o fluxo de caixa das empresas. Isso porque o diferimento do pagamento de tributos no <strong>desembaraço aduaneiro</strong> permite uma gestão financeira mais eficiente.</p>
<p>Consequentemente, empresas que operam com alto volume de importação podem reduzir custos indiretos e ganhar maior previsibilidade nas operações.</p>
<p><span style="font-size: 130%;"><strong>Quem pode se beneficiar</strong></span></p>
<p>O novo modelo de <strong>desembaraço aduaneiro</strong> será aplicado às empresas com certificação OEA nível “referência”. Esse grupo inclui organizações com alto grau de conformidade fiscal e que já participam de programas como o Confia ou possuem classificação Sintonia A+.</p>
<p>A expectativa é que o número de empresas certificadas cresça nos próximos anos, impulsionado pela simplificação dos processos e pelos benefícios operacionais.</p>
<p><span style="font-size: 130%;"><strong>Modernização da competitividade</strong></span></p>
<p>A medida faz parte de um movimento de modernização do <strong>desembaraço aduaneiro</strong> no Brasil. O objetivo é tornar o comércio exterior mais eficiente e competitivo, aproximando o país de práticas internacionais.</p>
<p>Além disso, empresas certificadas tendem a ganhar reconhecimento internacional, facilitando operações com parceiros estrangeiros e ampliando oportunidades de negócios.</p>
<p><span style="font-size: 130%;"><strong>O que observar a partir de agora</strong></span></p>
<p>Embora a mudança seja positiva, sua implementação será gradual e depende de ajustes operacionais e regulamentação específica.</p>
<p>Por isso, acompanhar a evolução do <strong>desembaraço aduaneiro</strong> é essencial para identificar oportunidades, evitar riscos e tomar decisões mais estratégicas no comércio exterior.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong><!-- notionvc: 749ebf9b-305a-4e6d-bc7b-00b49c90a296 --><br />
</strong></span><!-- notionvc: 096bc1c1-5d4f-4b36-a3d8-e964b148574c --></p>
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			</item>
		<item>
		<title>PIS/Cofins sobre diesel: governo zera alíquota na importação</title>
		<link>https://grm.com.br/pis-cofins-sobre-diesel-governo-zera-aliquota-na-importacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 13:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[alta do petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Carga Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[evitar aumento]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[Possível imposto sobre exportação de petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5879</guid>

					<description><![CDATA[<p>O governo federal anunciou a redução a zero do PIS e Cofins sobre o diesel na importação e comercialização do combustível, com o objetivo de conter o aumento de preços causado pela alta internacional do petróleo. A medida pode gerar um desconto estimado de até R$ 0,64 por litro e faz parte de um conjunto de ações que inclui a proposta de imposto sobre exportação de petróleo e pressão para que estados também reduzam o ICMS sobre o diesel. Essas mudanças podem impactar custos logísticos e setores que dependem diretamente do combustível.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/pis-cofins-sobre-diesel-governo-zera-aliquota-na-importacao/">PIS/Cofins sobre diesel: governo zera alíquota na importação</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">PIS/Cofins sobre diesel</span> voltou ao centro do debate tributário após o governo federal anunciar a redução da carga tributária sobre o combustível. A medida busca conter os impactos da alta do petróleo e evitar aumento imediato no preço do diesel no Brasil.</strong></span><!-- notionvc: b8736d27-9841-4151-a152-9017bf251921 --></p>
<h3><strong>Redução da PIS/Cofins sobre diesel</strong></h3>
<p>O governo federal anunciou a <strong>redução a zero do PIS/Cofins sobre diesel</strong> na importação e na comercialização do combustível.</p>
<p>A medida foi adotada como resposta às oscilações no preço internacional do petróleo, intensificadas por conflitos geopolíticos recentes. O objetivo é reduzir o custo do combustível no mercado interno e minimizar impactos inflacionários.</p>
<p>Além da desoneração do <strong>PIS/Cofins sobre diesel</strong>, o governo também anunciou uma subvenção econômica ao combustível, que pode representar um desconto total estimado em <strong>R$ 0,64 por litro</strong>.</p>
<h3><strong>Possível imposto sobre exportação de petróleo</strong></h3>
<p>O governo também editou Medida Provisória que prevê a criação de um <strong>Imposto de Exportação sobre o petróleo</strong>.</p>
<p>A proposta busca evitar ganhos considerados extraordinários por empresas que exploram petróleo em um cenário de forte valorização internacional da commodity, além de visar o refinamento do produto nacionalmente e sua distribuição no mercado local.</p>
<p>Essa iniciativa integra um conjunto de medidas voltadas a equilibrar os efeitos econômicos da alta global do petróleo.</p>
<h3><strong>Pressão para redução de ICMS</strong></h3>
<p>Além das medidas federais, o governo também sinalizou a expectativa de que os estados colaborem com a redução da carga tributária sobre combustíveis.</p>
<p>Nesse contexto, foi feito um apelo para que os estados avaliem a possibilidade de reduzir o <strong>ICMS incidente sobre o diesel</strong>, ampliando o efeito da desoneração da <strong>PIS/Cofins sobre diesel</strong> no preço final ao consumidor.</p>
<h3><strong>Impactos para empresas e mercado</strong></h3>
<p>Mudanças na tributação de combustíveis costumam gerar efeitos relevantes em diversos setores da economia.</p>
<p>A redução da <strong>PIS/Cofins sobre diesel</strong> pode impactar cadeias logísticas, custos operacionais de empresas e estratégias de importação e comercialização do combustível no país.</p>
<p>Por isso, acompanhar essas alterações tributárias é fundamental para empresas que dependem diretamente da dinâmica de preços e da carga tributária sobre combustíveis.</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/pis_cofins_sobre_diesel_governo_zera_aliquota_na_importacao%20%281%29.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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			</item>
		<item>
		<title>ICMS no PIS/COFINS: Receita afasta crédito complementar</title>
		<link>https://grm.com.br/5809-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:25:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[exclusão do icms]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5809</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Receita Federal, na Solução de Consulta nº 21, esclareceu que não há crédito complementar de PIS e COFINS na exclusão do ICMS da base de cálculo quando utilizado o ICMS apurado por gross up. O entendimento, alinhado ao Tema 69 do STF, limita a recuperação adicional de valores e impacta empresas que revisam seus créditos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;">A exclusão do ICMS da base de <strong>PIS/COFINS</strong> ganhou novo esclarecimento da Receita Federal. O novo entendimento, exposto em Solução de Consulta limita a apuração de créditos e impacta empresas que tem direito a valores, após a decisão do STF.</span></p>
<h3>Novo entendimento da Receita Federal</h3>
<p>Na Solução de Consulta nº 21, a Receita definiu que não há crédito complementar na exclusão do ICMS da base de cálculo do <strong>PIS/COFINS</strong> quando utilizado o ICMS incidente pelo método <em>gross up</em> em vez do ICMS destacado.</p>
<p>O posicionamento é uma extensão daquilo que julgado pelo STF no Tema 69, que determinou a exclusão do ICMS da base do <strong>PIS/COFINS</strong>.</p>
<h3>ICMS incidente x ICMS destacado</h3>
<p>A Receita esclareceu que, ao substituir o ICMS destacado pelo ICMS incidente calculado por <em>gross up</em>, não há diferença de valores a recuperar.</p>
<p><strong>Na prática:</strong></p>
<ul>
<li>não existe crédito complementar de <strong>PIS/COFINS</strong>;</li>
<li>o entendimento vale para PIS e Cofins;</li>
<li>aplica-se na apuração de créditos decorrentes da exclusão do ICMS.</li>
</ul>
<h3>Impactos para as empresas</h3>
<p>O posicionamento restringe expectativas de recuperação adicional de créditos de <strong>PIS/COFINS</strong>.</p>
<p>Empresas que revisam apurações devem:</p>
<ul>
<li>reavaliar cálculos com base no método utilizado;</li>
<li>evitar projeções de créditos sem respaldo fiscal;</li>
<li>alinhar estratégias de recuperação à orientação da Receita.</li>
</ul>
<h3>Por que acompanhar o tema</h3>
<p>A interpretação da Receita sobre <strong>PIS/COFINS</strong> influencia diretamente estratégias de recuperação de créditos e planejamento tributário.</p>
<p>Monitorar essas orientações reduz riscos e garante maior segurança nas apurações.</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/icms_no_piscofins_receita_afasta_credito_complementar.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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			</item>
		<item>
		<title>EFD-Contribuições na transição da Reforma Tributária</title>
		<link>https://grm.com.br/efd-contribuicoes-na-transicao-da-reforma-tributaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 13:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[EFD-Contribuições]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A EFD-Contribuições entrou oficialmente no radar da Reforma Tributária com a publicação de nova nota técnica da Receita Federal, trazendo orientações práticas para empresas durante o período de transição.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/efd-contribuicoes-na-transicao-da-reforma-tributaria/">EFD-Contribuições na transição da Reforma Tributária</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A EFD-Contribuições entrou oficialmente no radar da Reforma Tributária com a publicação de nova nota técnica da Receita Federal, trazendo orientações práticas para empresas durante o período de transição.</strong></span></p>
<p>O objetivo é esclarecer como ficará a <strong>EFD-Contribuições</strong> diante da substituição do PIS e da Cofins pelo IBS e pela CBS, evitando erros, lacunas de informação e riscos fiscais.</p>
<h3>O que diz a Nota Técnica nº 011/2026</h3>
<p>Em 3 de fevereiro de 2026, a <strong>Receita Federal do Brasil</strong> publicou a Nota Técnica nº 011/2026, com diretrizes sobre o cumprimento da <strong>EFD-Contribuições</strong> no contexto da Reforma Tributária sobre o consumo.</p>
<p>O documento detalha como deve ocorrer a escrituração do PIS e da Cofins durante a transição para o novo modelo tributário, que passa a vigorar a partir de 2027.</p>
<h3>A EFD-Contribuições não será encerrada imediatamente</h3>
<p>Apesar da previsão de extinção do PIS e da Cofins, a <strong>EFD-Contribuições</strong> não será descontinuada de forma imediata. A Receita Federal esclarece que a manutenção da obrigação é necessária para:</p>
<ul>
<li>Controle de saldos credores remanescentes;</li>
<li>Atendimento aos prazos legais de fiscalização;</li>
<li>Retificação de informações já transmitidas;</li>
<li>Gestão de créditos acumulados conforme a legislação vigente.</li>
</ul>
<p>Ou seja, a <strong>EFD-Contribuições</strong> seguirá sendo um instrumento relevante mesmo após a mudança do sistema tributário.</p>
<h3>Uso da EFD-Contribuições a partir de 2027</h3>
<p>A partir de janeiro de 2027, a <strong>EFD-Contribuições</strong> deixará de registrar novos fatos geradores de PIS e Cofins. Ainda assim, o sistema permanecerá disponível por, no mínimo, cinco anos.</p>
<p>Nesse período, a <strong>EFD-Contribuições</strong> poderá ser utilizada para:</p>
<ul>
<li>Consulta de informações históricas;</li>
<li>Retificação de declarações;</li>
<li>Gestão e aproveitamento de créditos acumulados até 31 de dezembro de 2026;</li>
<li>Compensações permitidas pelas regras aplicáveis.</li>
</ul>
<h3>Sem mudança de leiaute em 2026</h3>
<p>A nota técnica também esclarece que não haverá alteração no leiaute da <strong>EFD-Contribuições</strong> em 2026 para o registro de IBS, CBS ou Imposto Seletivo.</p>
<p>Enquanto os sistemas não forem adaptados, a Receita Federal apresenta orientações específicas para a escrituração de novos documentos fiscais eletrônicos criados no âmbito da Reforma Tributária.</p>
<h3>Ponto de atenção para empresas</h3>
<p>Durante o período de transição, a <strong>EFD-Contribuições</strong> continuará sendo uma obrigação estratégica para controle fiscal e gestão de créditos. Empresas devem redobrar a atenção à escrituração correta e ao acompanhamento das orientações oficiais.</p>
<p>A adaptação antecipada aos impactos operacionais da Reforma Tributária reduz riscos e evita retrabalho em um cenário de profunda mudança no sistema de tributos sobre o consumo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2026/02/efd_contribuicoes_na_transicao_da_reforma-_tributaria.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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			</item>
		<item>
		<title>Prazos processuais: novas regras da LC 227/2026</title>
		<link>https://grm.com.br/prazos-processuais-novas-regras-da-lc-227-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 17:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[LC 227/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Prazos processuais]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5721</guid>

					<description><![CDATA[<p>Prazos processuais passaram por mudanças relevantes com a edição da Lei Complementar nº 227/2026, impactando diretamente a forma como empresas e contribuintes devem conduzir sua defesa administrativa.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/prazos-processuais-novas-regras-da-lc-227-2026/">Prazos processuais: novas regras da LC 227/2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Prazos processuais passaram por mudanças relevantes com a edição da Lei Complementar nº 227/2026, impactando diretamente a forma como empresas e contribuintes devem conduzir sua defesa administrativa.</strong></span></p>
<p>A Receita Federal publicou um guia oficial para esclarecer como as novas regras de <strong>prazos processuais</strong> devem ser aplicadas no dia a dia, trazendo mais previsibilidade e segurança jurídica.</p>
<hr />
<h3>O que mudou nos prazos processuais</h3>
<p>A Lei Complementar nº 227/2026 alterou o Decreto nº 70.235/1972, que regula o processo administrativo fiscal. O foco da mudança está na padronização e na racionalização dos <strong>prazos processuais</strong>, especialmente nas fases de impugnação e recurso.</p>
<p>Essas alterações afetam diretamente a estratégia de defesa dos contribuintes em autos de infração e demais procedimentos fiscais.</p>
<hr />
<h3>Contagem dos prazos processuais em dias úteis</h3>
<p>Uma das principais novidades é que os <strong>prazos processuais</strong> passam a ser contados em dias úteis. Na prática, isso elimina a contagem de finais de semana e feriados, ampliando o tempo efetivo para análise técnica e preparação das manifestações.</p>
<p>Essa mudança busca alinhar o processo administrativo fiscal a uma lógica mais razoável e previsível, especialmente para empresas com estruturas mais complexas.</p>
<hr />
<h3>Suspensão dos prazos durante períodos sem julgamento</h3>
<p>Outro ponto relevante é a previsão de suspensão dos <strong>prazos processuais</strong> nos períodos em que não houver sessões de julgamento no CARF. Durante esses intervalos, os prazos ficam interrompidos, retomando a contagem apenas após o restabelecimento das sessões.</p>
<p>Esse ajuste reduz o risco de perda de prazo em momentos em que, na prática, não há avanço processual.</p>
<hr />
<h3>Guia da Receita Federal traz segurança jurídica</h3>
<p>Para orientar a aplicação das novas regras, a Receita Federal publicou o documento “Perguntas e Respostas – Prazos Processuais Lei Complementar nº 227/2026”. O material esclarece dúvidas frequentes sobre a contagem, suspensão e aplicação dos <strong>prazos processuais</strong>.</p>
<p>Segundo o órgão, o guia será atualizado periodicamente, incorporando novos entendimentos a partir das dúvidas apresentadas por contribuintes e servidores.</p>
<hr />
<h3>Atenção prática para empresas</h3>
<p>Com as mudanças nos <strong>prazos processuais</strong>, empresas precisam revisar seus controles internos e fluxos de acompanhamento de processos administrativos. A correta interpretação das novas regras é essencial para evitar riscos desnecessários e garantir o pleno exercício do direito de defesa.</p>
<p>A atualização normativa exige atenção contínua, especialmente em um ambiente de fiscalização cada vez mais técnico e digital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2026/02/prazos_processuais_novas_regras_da_lc_227_2026.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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</div>
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<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
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<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
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<p>O post <a href="https://grm.com.br/prazos-processuais-novas-regras-da-lc-227-2026/">Prazos processuais: novas regras da LC 227/2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tese do Século: Receita trava compensações</title>
		<link>https://grm.com.br/tese-do-seculo-receita-trava-compensacoes/</link>
					<comments>https://grm.com.br/tese-do-seculo-receita-trava-compensacoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:38:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[benefício tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[tese do século]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Tese do Século segue gerando efeitos relevantes, agora com fiscalização mais rigorosa da Receita Federal sobre os créditos de PIS e Cofins. Mesmo após decisão favorável do STF, empresas enfrentam glosas que impedem ou atrasam compensações administrativas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Tese do Século segue gerando efeitos relevantes, agora com fiscalização mais rigorosa da Receita Federal sobre os créditos de PIS e Cofins. Mesmo após decisão favorável do STF, empresas enfrentam glosas que impedem ou atrasam compensações administrativas.</strong></span></p>
<hr />
<h2>O que está acontecendo com a <strong>Tese do Século</strong></h2>
<p>A <strong>Tese do Século</strong> decorre do julgamento do Tema 69 pelo Supremo Tribunal Federal, que afastou o ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins. Apesar do mérito estar pacificado, a aplicação prática da <strong>Tese do Século</strong> ainda gera controvérsias.</p>
<p>A Receita Federal intensificou a análise dos pedidos de habilitação e compensação dos créditos, passando a glosar valores em diversas situações específicas. Na prática, isso tem travado compensações e ampliado o contencioso tributário.</p>
<hr />
<h2><strong>Tese do Século</strong> e o cálculo do ICMS (gross up)</h2>
<p>Um dos principais focos de glosa está no cálculo do ICMS a excluir da base do PIS e da Cofins. Muitos contribuintes aplicaram o <strong>gross up</strong> para retirar todo o efeito do ICMS do preço, entendendo que a <strong>Tese do Século</strong> exige a exclusão integral do imposto.</p>
<p>A Receita Federal, porém, adota interpretação restritiva e aceita apenas o ICMS destacado em nota fiscal, glosando créditos calculados com gross up. Esse ponto segue sem posição definitiva nos tribunais administrativos, o que mantém a <strong>Tese do Século</strong> em disputa prática.</p>
<hr />
<h2>Compensações não homologadas e a <strong>Tese do Século</strong></h2>
<p>Outro entrave recorrente envolve débitos cuja compensação anterior não foi homologada. Nesses casos, a Receita entende que não há crédito disponível para fins da <strong>Tese do Século</strong>, impedindo novas compensações até o fim do processo administrativo.</p>
<p>Mesmo quando apenas parte do crédito é afetada, é comum a glosa atingir todo o pedido, aumentando o risco financeiro para as empresas.</p>
<hr />
<h2>Parcelamentos e créditos da <strong>Tese do Século</strong></h2>
<p>Há também glosas quando o contribuinte inclui, no pedido de habilitação da <strong>Tese do Século</strong>, valores vinculados a parcelamentos ainda não quitados. A Receita entende que só existe crédito após o efetivo pagamento.</p>
<p>Embora existam decisões administrativas em sentido diverso, esse ponto exige atenção operacional e documental para evitar bloqueios desnecessários.</p>
<hr />
<h2>Correção pela Selic na <strong>Tese do Século</strong></h2>
<p>Outro debate relevante é o marco inicial da Selic. A Receita defende que a atualização só começa no trânsito em julgado, enquanto contribuintes sustentam que deve contar desde o pagamento indevido.</p>
<p>Não há consenso definitivo. O tema segue gerando glosas e novas discussões administrativas e judiciais, inclusive com referência à Súmula 411 do Superior Tribunal de Justiça.</p>
<hr />
<h2>Ações coletivas e riscos na <strong>Tese do Século</strong></h2>
<p>Créditos reconhecidos em ações coletivas também têm sido alvo de fiscalização mais severa. A Receita passou a exigir comprovação de filiação prévia, pertinência temática e limites territoriais, com base em instruções normativas recentes.</p>
<p>Esse rigor tem levado muitas empresas a discutir judicialmente a aplicação da <strong>Tese do Século</strong>, especialmente quando a decisão coletiva não impôs restrições expressas.</p>
<hr />
<h2>O que as empresas devem observar</h2>
<p>A <strong>Tese do Século</strong> continua válida, mas sua execução exige cautela. Revisão técnica dos cálculos, análise do histórico de compensações, atenção a parcelamentos e à origem do crédito são medidas essenciais para reduzir riscos.</p>
<p>Em um cenário de fiscalização intensificada, a correta aplicação da <strong>Tese do Século</strong> pode ser a diferença entre aproveitar um crédito relevante ou enfrentar glosas que comprometem o fluxo de caixa e geram litígios prolongados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Regras para compensação de benefícios de ICMS na Reforma Tributária</title>
		<link>https://grm.com.br/regras-para-compensacao-de-beneficios-de-icms-na-reforma-tributaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 14:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios de ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[compensação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[fundos estaduais]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Portaria RFB nº 635/2025, publicada em 31 de dezembro de 2025, definiu como as empresas que possuem benefícios de ICMS com contrapartidas poderão pedir compensação financeira durante a transição para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), prevista na Reforma Tributária.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Portaria RFB nº 635/2025</strong>, publicada em <strong>31 de dezembro de 2025</strong>, definiu como as empresas que possuem <strong>benefícios de ICMS com contrapartidas</strong> poderão pedir <strong>compensação financeira</strong> durante a transição para o <strong>Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)</strong>, prevista na Reforma Tributária.</p>
<p>Na prática, a norma explica <strong>quem pode compensar</strong>, <strong>quais benefícios entram</strong>, <strong>como pedir</strong> e <strong>como o valor será pago</strong>.</p>
<hr />
<h2>O que muda com a Reforma Tributária</h2>
<p>Entre <strong>2029 e 2032</strong>, os benefícios de ICMS serão reduzidos de forma gradual.</p>
<p>Para evitar perdas econômicas relevantes, a legislação criou um <strong>mecanismo de compensação financeira</strong> para empresas que receberam incentivos estaduais <strong>em troca de obrigações reais</strong>.</p>
<p>Essa compensação <strong>não é automática</strong>.</p>
<p>A empresa precisa <strong>se habilitar previamente na Receita Federal</strong>.</p>
<hr />
<h2>O que são benefícios onerosos de ICMS</h2>
<p>São incentivos fiscais concedidos pelos Estados <strong>com prazo definido</strong> e <strong>com exigência de contrapartidas</strong>, como por exemplo:</p>
<ul>
<li>Geração ou manutenção de empregos</li>
<li>Realização de investimentos produtivos</li>
<li>Expansão da atividade econômica</li>
<li>Limitação de preços</li>
<li>Investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação (P&amp;D)</li>
</ul>
<p>&#x26a0;&#xfe0f; Importante:</p>
<p>Não vale como contrapartida apenas cumprir a lei ou fazer declarações sem impacto financeiro real.</p>
<p>Também podem ser considerados benefícios vinculados a <strong>fundos estaduais</strong> criados até <strong>31/05/2023</strong>, desde que os recursos sejam usados em infraestrutura ou desenvolvimento econômico.</p>
<hr />
<h2>Quem pode pedir a compensação</h2>
<p>Em regra, podem se habilitar:</p>
<ul>
<li>Empresas que receberam benefícios de ICMS <strong>até 31/05/2023</strong></li>
<li>Benefícios concedidos por ato válido, com <strong>prazo certo</strong></li>
<li>Benefícios com <strong>contrapartidas comprovadas</strong></li>
<li>Benefícios registrados no <strong>Confaz</strong>, quando exigido</li>
</ul>
<p>Sem habilitação, <strong>não há direito à compensação</strong>.</p>
<hr />
<h2>Como funciona a habilitação</h2>
<p>O pedido deverá ser feito entre <strong>1º de janeiro de 2026 e 31 de dezembro de 2028</strong>, pelo <strong>e-CAC da Receita Federal</strong>.</p>
<p>Será necessário apresentar, entre outros pontos:</p>
<ul>
<li>Prova de que a empresa é titular do benefício</li>
<li>Regularidade fiscal e cadastral</li>
<li>Comprovação do cumprimento das contrapartidas</li>
<li>Declaração do Estado confirmando esse cumprimento</li>
<li>Cálculo demonstrando o impacto econômico do benefício</li>
</ul>
<p>Cada tipo de benefício exige <strong>um pedido separado</strong>.</p>
<hr />
<h2>Análise da Receita Federal</h2>
<p>Se o pedido for aprovado, a Receita Federal emitirá um <strong>Ato Declaratório</strong>, formalizando a habilitação.</p>
<p>Se a Receita não se manifestar no prazo previsto, o pedido poderá ser considerado <strong>aprovado automaticamente a partir de janeiro de 2029</strong>, respeitadas algumas exceções.</p>
<p>Também é possível apresentar <strong>recurso administrativo</strong> em caso de negativa.</p>
<hr />
<h2>Como será paga a compensação</h2>
<p>A compensação será calculada <strong>mês a mês</strong>, com base:</p>
<ul>
<li>No impacto econômico do benefício</li>
<li>Na redução gradual do ICMS durante a transição</li>
</ul>
<p>A empresa deverá informar esses dados na <strong>escrituração fiscal mensal</strong>.</p>
<p>Após o envio das informações:</p>
<ul>
<li>A Receita terá até <strong>60 dias</strong> para autorizar o pagamento</li>
<li>Se não houver manifestação nesse prazo, o crédito poderá ser considerado reconhecido automaticamente</li>
</ul>
<hr />
<h2>Por que se preparar desde já</h2>
<p>Apesar de os pagamentos ocorrerem apenas a partir de <strong>2029</strong>, a <strong>habilitação começa em 2026</strong> e exige:</p>
<ul>
<li>Organização documental</li>
<li>Revisão dos benefícios fiscais utilizados</li>
<li>Validação das contrapartidas</li>
<li>Estruturação correta dos cálculos</li>
</ul>
<p>Quem deixar para a última hora corre o risco de <strong>perder o direito à compensação</strong>.</p>
<p>A Portaria RFB nº 635/2025 traz regras claras para proteger empresas que assumiram compromissos econômicos ao receber benefícios de ICMS.</p>
<p>No entanto, o acesso à compensação exige <strong>planejamento, organização e análise técnica antecipada</strong>.</p>
<p>Empresas que se preparam desde agora ganham <strong>segurança, previsibilidade e vantagem estratégica</strong> durante a transição da Reforma Tributária.</p>
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		<title>Carf anula autuação de R$ 324 milhões em PIS e Cofins sobre sobremesas do McDonald’s</title>
		<link>https://grm.com.br/carf-anula-autuacao-de-r-324-milhoes-em-pis-e-cofins-sobre-sobremesas-do-mcdonalds/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 19:28:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[alíquota zero de PIS e Cofins]]></category>
		<category><![CDATA[CARF]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) anulou uma autuação fiscal no valor de R$ 324,3 milhões em PIS e Cofins aplicada à Arcos Dourados, operadora da rede McDonald's no Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;">O <strong>Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf)</strong> anulou uma autuação fiscal no valor de <strong>R$ 324,3 milhões</strong> em <strong>PIS e Cofins</strong> aplicada à <strong>Arcos Dourados</strong>, operadora da rede <strong>McDonald&#8217;s</strong> no Brasil. A cobrança envolvia a venda de <strong>casquinhas, sundaes e milk-shakes</strong>, referentes aos anos-calendário de <strong>2018 e 2019</strong>.</span></p>
<p>A decisão administrativa não analisou o mérito da controvérsia tributária, mas reconheceu <strong>vícios processuais</strong> no julgamento anterior, determinando o retorno do processo à primeira instância para nova análise. Com isso, o crédito tributário fica <strong>temporariamente sem exigibilidade</strong>.</p>
<h2>Entenda a autuação fiscal</h2>
<p>A autuação foi lavrada pela <strong>Receita Federal do Brasil</strong>, que reclassificou as sobremesas geladas comercializadas pela rede como <strong>“gelados comestíveis”</strong>, equiparados a sorvetes do tipo soft. Segundo o Fisco, esse enquadramento afastaria a <strong>alíquota zero de PIS e Cofins</strong> prevista para determinadas <strong>bebidas lácteas</strong>, resultando na cobrança dos tributos com multa e juros.</p>
<p>A <strong>Delegacia de Julgamento da Receita Federal (DRJ)</strong> havia mantido integralmente o lançamento, validando a interpretação fiscal.</p>
<h2>Decisão do Carf: anulação por cerceamento de defesa</h2>
<p>Ao analisar o recurso da contribuinte, o Carf decidiu, por maioria, <strong>anular o acórdão da DRJ</strong>, reconhecendo a ocorrência de <strong>cerceamento do direito de defesa</strong>. O colegiado concluiu que o julgamento anterior não enfrentou adequadamente as provas e argumentos apresentados pela empresa.</p>
<p>Com isso, o processo retorna à primeira instância administrativa para <strong>novo julgamento</strong>, sem que haja, neste momento, uma decisão definitiva sobre a correta classificação fiscal dos produtos.</p>
<h2>Principais falhas apontadas no julgamento</h2>
<p>Entre os pontos destacados pelo Carf, merecem atenção:</p>
<ul>
<li>Aplicação automática da <strong>Solução de Consulta Interna Cosit nº 03/2020</strong>, sem análise específica do caso concreto;</li>
<li><strong>Ausência de apreciação de laudos técnicos</strong>, inclusive pareceres emitidos pelo <strong>Instituto Nacional de Tecnologia (INT)</strong>;</li>
<li>Falta de enfrentamento de argumentos específicos relacionados ao <strong>McShake</strong>, produto que, segundo a própria Receita Federal, poderia ser enquadrado como bebida láctea.</li>
</ul>
<p>Essas omissões foram consideradas suficientes para caracterizar prejuízo ao contraditório e à ampla defesa.</p>
<h2>Classificação fiscal: o centro da controvérsia</h2>
<p>O ponto central da discussão é a <strong>classificação fiscal das sobremesas geladas</strong>.</p>
<p>A Arcos Dourados sustenta que os produtos possuem <strong>mais de 51% de base láctea</strong>, não passam por congelamento total e são apenas resfriados e aerados, o que preservaria sua natureza de <strong>bebidas lácteas</strong>, alcançadas pelo benefício fiscal da <strong>Lei nº 10.925/04</strong>.</p>
<p>A Receita Federal, por sua vez, defende que o modo de preparo e consumo descaracteriza as bebidas lácteas, enquadrando os itens como <strong>sorvetes</strong>, sujeitos à tributação integral.</p>
<h2>Impacto tributário</h2>
<p>A discussão evidencia como a <strong>definição fiscal de um produto</strong> pode gerar efeitos econômicos relevantes. Em operações de grande escala, a diferença entre a <strong>alíquota cheia e a alíquota zero de PIS e Cofins</strong> pode representar valores expressivos ao longo do tempo.</p>
<p>Embora não tenha analisado o mérito, a decisão do Carf reforça a necessidade de <strong>análise técnica individualizada na classificação fiscal dos produtos</strong>. O caso demonstra que enquadramentos automáticos e a desconsideração de provas técnicas podem comprometer a validade das autuações, tornando essencial uma atuação preventiva e bem fundamentada na gestão de riscos tributários.</p>
<div>
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