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	<title>Arquivos PIS E COFINS - GRM Advogados</title>
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	<description>Advogados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 Mar 2026 13:33:01 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos PIS E COFINS - GRM Advogados</title>
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	<item>
		<title>Créditos de PIS e Cofins: STJ limita direito de comerciantes</title>
		<link>https://grm.com.br/creditos-de-pis-e-cofins-stj-limita-direito-de-comerciantes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[comerciantes]]></category>
		<category><![CDATA[créditos]]></category>
		<category><![CDATA[limita direito]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o IPI não recuperável não pode integrar a base de cálculo dos créditos de PIS e Cofins na compra de mercadorias para revenda. Como o comerciante não é contribuinte direto do IPI, o imposto não pode gerar créditos no regime não cumulativo. A decisão foi tomada em recurso repetitivo e passa a orientar casos semelhantes na Justiça.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A discussão sobre <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">créditos de PIS e Cofins</span> ganhou novo capítulo após decisão da 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça. O tribunal entendeu que o IPI não recuperável não pode compor a base de cálculo dos <span class="notion-enable-hover" data-token-index="3">créditos de PIS e Cofins</span>.</strong></span><!-- notionvc: ea609a36-9611-4b5d-9784-dc7605cb9e75 --></p>
<h3><strong>Decisão do STJ sobre créditos de PIS e Cofins</strong></h3>
<p>O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o <strong>IPI incidente na aquisição de mercadorias para revenda não gera créditos de PIS e Cofins</strong>.</p>
<p>O entendimento foi firmado pela 1ª Seção da Corte em julgamento sob a sistemática de recursos repetitivos. Com isso, a tese passa a orientar as decisões das instâncias inferiores do Judiciário.</p>
<p>Na prática, o tribunal concluiu que o valor do IPI pago pelo comerciante na compra de mercadorias <strong>não pode ser incluído na base de cálculo dos créditos de PIS/Cofins</strong>.</p>
<h3><strong>Por que o IPI não gera créditos de PIS e Cofins</strong></h3>
<p>Na cadeia de circulação de mercadorias, o IPI normalmente é recolhido pelo fabricante ou importador.</p>
<p>Quando o produto é vendido ao comerciante, o imposto costuma estar embutido no preço da mercadoria. No entanto, como o comerciante <strong>não é contribuinte direto do IPI</strong>, o imposto não pode ser compensado posteriormente.</p>
<p>Por essa razão, o STJ entendeu que o valor do IPI <strong>não pode ser tratado como custo apto a gerar créditos de PIS e Cofins</strong> no regime não cumulativo.</p>
<h3><strong>Discussão envolvia o conceito de insumos</strong></h3>
<p>A controvérsia surgiu porque contribuintes defendiam que o valor do IPI deveria integrar o custo de aquisição da mercadoria.</p>
<p>Assim, esse valor poderia ser considerado na base de cálculo dos <strong>créditos de PIS e Cofins</strong>, ampliando o alcance da não cumulatividade dessas contribuições.</p>
<p>Entretanto, a decisão do STJ afastou essa interpretação e confirmou que <strong>o IPI não recuperável não pode integrar a base de cálculo dos créditos de PIS\Cofins</strong>.</p>
<h3><strong>Impactos da decisão para empresas</strong></h3>
<p>A decisão representa um precedente relevante para empresas que atuam na comercialização de mercadorias.</p>
<p>Isso porque o entendimento limita a possibilidade de ampliar a base de cálculo dos <strong>créditos de PIS/Cofins</strong> nas operações de revenda.</p>
<p>Como o julgamento ocorreu sob o rito dos repetitivos, o posicionamento será <strong>aplicado de forma uniforme pelos tribunais</strong> em casos semelhantes.</p>
<h3><strong>O que empresas devem avaliar</strong></h3>
<p>Diante desse cenário, empresas que operam no regime não cumulativo devem avaliar como essa decisão pode impactar seus <strong>créditos de PIS\Cofins</strong>.</p>
<p>Revisões de procedimentos fiscais e análises de riscos podem ser necessárias para garantir conformidade com o entendimento consolidado pelo STJ sobre os <strong>créditos de PIS\Cofins</strong>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lei 224/2025 restringe créditos de PIS e Cofins</title>
		<link>https://grm.com.br/lei-224-2025-restringe-creditos-de-pis-e-cofins/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 13:35:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[a norma impede o aproveitamento de créditos]]></category>
		<category><![CDATA[créditos]]></category>
		<category><![CDATA[o que pode aumentar a carga tributária e gerar questionamentos jurídicos por possível violação ao princípio da não cumulatividade]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[restringe]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5865</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Lei Complementar 224/2025 determinou que produtos antes sujeitos à alíquota zero de PIS e Cofins passarão a ser tributados em 0,925% a partir de abril de 2026. No entanto, a norma impede o aproveitamento de créditos, o que pode aumentar a carga tributária e gerar questionamentos jurídicos por possível violação ao princípio da não cumulatividade</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/lei-224-2025-restringe-creditos-de-pis-e-cofins/">Lei 224/2025 restringe créditos de PIS e Cofins</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">A Lei Complementar 224/2025 trouxe mudanças relevantes no regime de créditos de PIS e Cofins, afetando produtos antes sujeitos à alíquota zero ou isenção. A nova regra tem gerado debates jurídicos por possível violação ao princípio da não cumulatividade.</span></strong></p>
<h3><strong>Mudança nas alíquotas de PIS e Cofins</strong></h3>
<p>A <strong>Lei Complementar 224/2025</strong> determinou a redução de diversos incentivos fiscais federais, incluindo aqueles relacionados ao <strong>PIS e Cofins</strong>.</p>
<p>Com a nova regra, produtos anteriormente sujeitos à <strong>alíquota zero de PIS e Cofins</strong> passarão a ser tributados a partir de <strong>1º de abril de 2026</strong>, com aplicação de alíquota equivalente a <strong>10% da alíquota padrão</strong>, resultando em tributação de <strong>0,925%</strong>.</p>
<h3><strong>Restrição ao crédito de PIS e Cofins</strong></h3>
<p>Apesar da volta da tributação, o §7º do artigo 4º da <strong>Lei Complementar 224/2025</strong> estabeleceu uma restrição relevante:</p>
<p>os adquirentes dessas mercadorias <strong>não poderão aproveitar créditos de PIS e Cofins</strong> nas operações.</p>
<p>Na prática, a operação passa a sofrer tributação, mas <strong>sem o correspondente direito ao crédito de PIS e Cofins</strong>, o que pode gerar aumento efetivo da carga tributária.</p>
<h3><strong>Possível violação à não cumulatividade</strong></h3>
<p>A restrição ao <strong>crédito de PIS e Cofins</strong> levanta questionamentos jurídicos relevantes.</p>
<p>Isso porque o regime não cumulativo dessas contribuições, previsto nas <strong>Leis nº 10.637/2002 e nº 10.833/2003</strong>, foi criado justamente para permitir a compensação do tributo pago nas etapas anteriores da cadeia.</p>
<p>Ao impedir o aproveitamento do <strong>crédito de PIS e Cofins</strong>, a nova regra pode gerar cumulatividade tributária, contrariando a lógica do sistema.</p>
<h3><strong>Entendimento do Supremo Tribunal Federal</strong></h3>
<p>O Supremo Tribunal Federal já analisou limites à restrição de <strong>créditos de PIS e Cofins</strong>.</p>
<p>No <strong>Tema 756</strong>, o tribunal reconheceu que o legislador pode disciplinar o regime de créditos, mas não possui liberdade absoluta para restringi-los de forma arbitrária, sob risco de esvaziar o próprio regime não cumulativo.</p>
<h3><strong>Possíveis discussões judiciais</strong></h3>
<p>Diante desse cenário, a limitação ao <strong>crédito de PIS e Cofins</strong> prevista na <strong>Lei Complementar 224/2025</strong> tem sido objeto de debate no meio jurídico.</p>
<p>Empresas que adquirem mercadorias anteriormente beneficiadas por alíquota zero devem avaliar:</p>
<ul>
<li>os impactos da nova tributação</li>
<li>a impossibilidade de aproveitamento do <strong>crédito de PIS e Cofins</strong></li>
<li>eventuais medidas para reduzir o aumento da carga tributária</li>
</ul>
<p>A análise individualizada das operações torna-se essencial para avaliar os efeitos práticos da nova regra e as possíveis estratégias jurídicas diante dessa mudança legislativa.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ICMS no PIS/COFINS: Receita afasta crédito complementar</title>
		<link>https://grm.com.br/5809-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:25:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[exclusão do icms]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5809</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Receita Federal, na Solução de Consulta nº 21, esclareceu que não há crédito complementar de PIS e COFINS na exclusão do ICMS da base de cálculo quando utilizado o ICMS apurado por gross up. O entendimento, alinhado ao Tema 69 do STF, limita a recuperação adicional de valores e impacta empresas que revisam seus créditos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;">A exclusão do ICMS da base de <strong>PIS/COFINS</strong> ganhou novo esclarecimento da Receita Federal. O novo entendimento, exposto em Solução de Consulta limita a apuração de créditos e impacta empresas que tem direito a valores, após a decisão do STF.</span></p>
<h3>Novo entendimento da Receita Federal</h3>
<p>Na Solução de Consulta nº 21, a Receita definiu que não há crédito complementar na exclusão do ICMS da base de cálculo do <strong>PIS/COFINS</strong> quando utilizado o ICMS incidente pelo método <em>gross up</em> em vez do ICMS destacado.</p>
<p>O posicionamento é uma extensão daquilo que julgado pelo STF no Tema 69, que determinou a exclusão do ICMS da base do <strong>PIS/COFINS</strong>.</p>
<h3>ICMS incidente x ICMS destacado</h3>
<p>A Receita esclareceu que, ao substituir o ICMS destacado pelo ICMS incidente calculado por <em>gross up</em>, não há diferença de valores a recuperar.</p>
<p><strong>Na prática:</strong></p>
<ul>
<li>não existe crédito complementar de <strong>PIS/COFINS</strong>;</li>
<li>o entendimento vale para PIS e Cofins;</li>
<li>aplica-se na apuração de créditos decorrentes da exclusão do ICMS.</li>
</ul>
<h3>Impactos para as empresas</h3>
<p>O posicionamento restringe expectativas de recuperação adicional de créditos de <strong>PIS/COFINS</strong>.</p>
<p>Empresas que revisam apurações devem:</p>
<ul>
<li>reavaliar cálculos com base no método utilizado;</li>
<li>evitar projeções de créditos sem respaldo fiscal;</li>
<li>alinhar estratégias de recuperação à orientação da Receita.</li>
</ul>
<h3>Por que acompanhar o tema</h3>
<p>A interpretação da Receita sobre <strong>PIS/COFINS</strong> influencia diretamente estratégias de recuperação de créditos e planejamento tributário.</p>
<p>Monitorar essas orientações reduz riscos e garante maior segurança nas apurações.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PIS/COFINS: STF adia decisões com impacto tributário</title>
		<link>https://grm.com.br/pis-cofins-stf-adia-decisoes-com-impacto-tributario/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 13:20:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Creditos de ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[ISS]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[• STF • Exclusão do ISS • Base de cálculo do PIS e Cofins • Decisão do STF • Empresas prestadoras de serviços • Tese do século • Restituição de impostos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5793</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal adiou os julgamentos dos Temas 118 e 843, ambos com impacto na base de cálculo da PIS/COFINS. O Tema 118, que discute a exclusão do ISS, está empatado e pode reduzir a carga tributária das empresas caso seja aprovado. Já o Tema 843 trata da inclusão do crédito presumido de ICMS na base de cálculo e segue indefinido. A decisão final pode alterar significativamente os custos tributários das empresas.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/pis-cofins-stf-adia-decisoes-com-impacto-tributario/">PIS/COFINS: STF adia decisões com impacto tributário</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">PIS/COFINS</span> voltou ao foco após o STF retirar de pauta julgamentos que podem reduzir a carga tributária das empresas. A indefinição prolonga a insegurança jurídica, mas mantém oportunidades relevantes para revisão fiscal.</strong><br />
</span></p>
<h3>Quais julgamentos foram adiados</h3>
<p>O Supremo Tribunal Federal retirou da sessão de 25/02/2026 os Temas 118 e 843, ambos com repercussão geral e impacto direto na apuração da <strong>PIS/COFINS</strong>.</p>
<ul>
<li><strong>Tema 118:</strong> exclusão do ISS da base de cálculo da <strong>PIS/COFINS</strong>;</li>
<li><strong>Tema 843:</strong> exclusão do crédito presumido de ICMS da base da <strong>PIS/COFINS</strong>.</li>
</ul>
<p>Sem nova data definida, os processos aguardam reinclusão em pauta pelo STF.</p>
<h3>Tema 118: ISS fora da base da PIS/COFINS</h3>
<p>A discussão trata da possibilidade de excluir o ISS da base de cálculo da <strong>PIS/COFINS</strong>, seguindo a lógica já reconhecida pelo STF na exclusão do ICMS.</p>
<p><strong>Situação atual do julgamento</strong></p>
<ul>
<li>placar empatado em 5 x 5;</li>
<li>falta um voto para definição;</li>
<li>há indicação de posicionamento favorável aos contribuintes.</li>
</ul>
<p><strong>Por que isso importa</strong></p>
<p>Caso a tese seja confirmada, empresas prestadoras de serviços poderão:</p>
<ul>
<li>reduzir o valor mensal da <strong>PIS/COFINS</strong>;</li>
<li>recuperar valores pagos indevidamente;</li>
<li>melhorar a previsibilidade tributária.</li>
</ul>
<h3>Tema 843: crédito presumido de ICMS</h3>
<p>O Tema 843 discute se o crédito presumido de ICMS deve compor a base da <strong>PIS/COFINS</strong>.</p>
<p>Antes do pedido de destaque, havia maioria favorável aos contribuintes.</p>
<p><strong>Situação atual</strong></p>
<ul>
<li>placar anterior de 6 x 5 pela exclusão;</li>
<li>julgamento reiniciado em sessão presencial;</li>
<li>tendência ainda considerada favorável.</li>
</ul>
<p><strong>Impactos para as empresas</strong></p>
<p>A exclusão pode gerar:</p>
<ul>
<li>redução da base tributável da <strong>PIS e COFINS</strong>;</li>
<li>maior eficiência no uso de incentivos fiscais;</li>
<li>possibilidade de recuperação de créditos.</li>
</ul>
<h3>O que significa a retirada de pauta</h3>
<p>A retirada de pauta não altera o mérito das discussões sobre <strong>PIS e COFINS</strong>, mas adia a definição que poderia uniformizar o entendimento nacional.</p>
<p>Na prática:</p>
<ul>
<li>empresas continuam sujeitas a interpretações divergentes;02</li>
<li>decisões judiciais individuais seguem sendo relevantes;</li>
<li>o planejamento tributário ganha papel estratégico.</li>
</ul>
<h3>Por que o tema exige atenção</h3>
<p>A definição desses julgamentos pode alterar significativamente o custo tributário das empresas.</p>
<p>Monitorar a evolução da <strong>PIS/COFINS</strong> permite identificar oportunidades de economia, reduzir riscos fiscais e fortalecer o planejamento financeiro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Carf anula autuação de R$ 324 milhões em PIS e Cofins sobre sobremesas do McDonald’s</title>
		<link>https://grm.com.br/carf-anula-autuacao-de-r-324-milhoes-em-pis-e-cofins-sobre-sobremesas-do-mcdonalds/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 19:28:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[alíquota zero de PIS e Cofins]]></category>
		<category><![CDATA[CARF]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) anulou uma autuação fiscal no valor de R$ 324,3 milhões em PIS e Cofins aplicada à Arcos Dourados, operadora da rede McDonald's no Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;">O <strong>Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf)</strong> anulou uma autuação fiscal no valor de <strong>R$ 324,3 milhões</strong> em <strong>PIS e Cofins</strong> aplicada à <strong>Arcos Dourados</strong>, operadora da rede <strong>McDonald&#8217;s</strong> no Brasil. A cobrança envolvia a venda de <strong>casquinhas, sundaes e milk-shakes</strong>, referentes aos anos-calendário de <strong>2018 e 2019</strong>.</span></p>
<p>A decisão administrativa não analisou o mérito da controvérsia tributária, mas reconheceu <strong>vícios processuais</strong> no julgamento anterior, determinando o retorno do processo à primeira instância para nova análise. Com isso, o crédito tributário fica <strong>temporariamente sem exigibilidade</strong>.</p>
<h2>Entenda a autuação fiscal</h2>
<p>A autuação foi lavrada pela <strong>Receita Federal do Brasil</strong>, que reclassificou as sobremesas geladas comercializadas pela rede como <strong>“gelados comestíveis”</strong>, equiparados a sorvetes do tipo soft. Segundo o Fisco, esse enquadramento afastaria a <strong>alíquota zero de PIS e Cofins</strong> prevista para determinadas <strong>bebidas lácteas</strong>, resultando na cobrança dos tributos com multa e juros.</p>
<p>A <strong>Delegacia de Julgamento da Receita Federal (DRJ)</strong> havia mantido integralmente o lançamento, validando a interpretação fiscal.</p>
<h2>Decisão do Carf: anulação por cerceamento de defesa</h2>
<p>Ao analisar o recurso da contribuinte, o Carf decidiu, por maioria, <strong>anular o acórdão da DRJ</strong>, reconhecendo a ocorrência de <strong>cerceamento do direito de defesa</strong>. O colegiado concluiu que o julgamento anterior não enfrentou adequadamente as provas e argumentos apresentados pela empresa.</p>
<p>Com isso, o processo retorna à primeira instância administrativa para <strong>novo julgamento</strong>, sem que haja, neste momento, uma decisão definitiva sobre a correta classificação fiscal dos produtos.</p>
<h2>Principais falhas apontadas no julgamento</h2>
<p>Entre os pontos destacados pelo Carf, merecem atenção:</p>
<ul>
<li>Aplicação automática da <strong>Solução de Consulta Interna Cosit nº 03/2020</strong>, sem análise específica do caso concreto;</li>
<li><strong>Ausência de apreciação de laudos técnicos</strong>, inclusive pareceres emitidos pelo <strong>Instituto Nacional de Tecnologia (INT)</strong>;</li>
<li>Falta de enfrentamento de argumentos específicos relacionados ao <strong>McShake</strong>, produto que, segundo a própria Receita Federal, poderia ser enquadrado como bebida láctea.</li>
</ul>
<p>Essas omissões foram consideradas suficientes para caracterizar prejuízo ao contraditório e à ampla defesa.</p>
<h2>Classificação fiscal: o centro da controvérsia</h2>
<p>O ponto central da discussão é a <strong>classificação fiscal das sobremesas geladas</strong>.</p>
<p>A Arcos Dourados sustenta que os produtos possuem <strong>mais de 51% de base láctea</strong>, não passam por congelamento total e são apenas resfriados e aerados, o que preservaria sua natureza de <strong>bebidas lácteas</strong>, alcançadas pelo benefício fiscal da <strong>Lei nº 10.925/04</strong>.</p>
<p>A Receita Federal, por sua vez, defende que o modo de preparo e consumo descaracteriza as bebidas lácteas, enquadrando os itens como <strong>sorvetes</strong>, sujeitos à tributação integral.</p>
<h2>Impacto tributário</h2>
<p>A discussão evidencia como a <strong>definição fiscal de um produto</strong> pode gerar efeitos econômicos relevantes. Em operações de grande escala, a diferença entre a <strong>alíquota cheia e a alíquota zero de PIS e Cofins</strong> pode representar valores expressivos ao longo do tempo.</p>
<p>Embora não tenha analisado o mérito, a decisão do Carf reforça a necessidade de <strong>análise técnica individualizada na classificação fiscal dos produtos</strong>. O caso demonstra que enquadramentos automáticos e a desconsideração de provas técnicas podem comprometer a validade das autuações, tornando essencial uma atuação preventiva e bem fundamentada na gestão de riscos tributários.</p>
<div>
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			</item>
		<item>
		<title>STF revê modulação dos efeitos do ICMS</title>
		<link>https://grm.com.br/stf-reve-modulacao-dos-efeitos-do-icms/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 13:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[modulação dos efeitos]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A modulação dos efeitos da decisão do STF sobre o ICMS foi revisada. Esse movimento gera impactos diretos para empresas que buscam segurança jurídica em seus créditos tributários.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A modulação dos efeitos da decisão do STF sobre o ICMS foi revisada. Esse movimento gera impactos diretos para empresas que buscam segurança jurídica em seus créditos tributários.</strong></span></p>
<h2><strong>O que mudou com a revisão</strong></h2>
<p>O STF decidiu reavaliar a forma como a <strong>modulação dos efeitos</strong> será aplicada em processos que discutem o ICMS na base de cálculo do PIS e da COFINS. Essa alteração redefine os limites temporais para aproveitamento de créditos e pode beneficiar contribuintes que já discutiam a tese.</p>
<h2><strong>Impactos para as empresas</strong></h2>
<p>Empresas que ingressaram com ações antes da decisão original do STF podem se beneficiar diretamente da nova <strong>modulação dos efeitos</strong>. Isso significa a possibilidade de ampliar o período de recuperação de créditos e reduzir riscos de autuações fiscais.</p>
<h2><strong>Por que acompanhar de perto</strong></h2>
<p>A revisão da <strong>modulação dos efeitos</strong> reforça a importância de analisar cada caso com atenção. Empresários que ainda não avaliaram seus processos precisam considerar os efeitos práticos da decisão, pois ela pode alterar significativamente o planejamento tributário e a previsibilidade financeira.</p>
<h2><strong>Próximos passos</strong></h2>
<p>O cenário exige acompanhamento contínuo e estratégia. A <strong>modulação dos efeitos</strong> aplicada pelo STF não apenas redefine prazos e valores, mas também orienta a forma como futuras disputas tributárias podem ser tratadas.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/08/stf_reve_modulacao_dos_efeitos_do_icms.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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			</item>
		<item>
		<title>PGFN lançará novos editais para negociação tributária</title>
		<link>https://grm.com.br/pgfn-lancara-novos-editais-para-negociacao-tributaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 18:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[negociação tributária]]></category>
		<category><![CDATA[PGFN]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[teses tributárias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante coletiva de imprensa realizada no dia 14/08, a PGFN anunciou que abrirá, a partir de hoje, novos editais para negociação de valores em cinco teses tributárias, oferecendo oportunidade de regularização com condições diferenciadas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Durante coletiva de imprensa realizada no dia 14/08, a <a href="https://www.gov.br/pgfn/pt-br">PGFN</a> anunciou que abrirá, a partir de hoje, novos editais para negociação de valores em cinco teses tributárias, oferecendo oportunidade de regularização com condições diferenciadas.</strong></span></p>
<p><strong>Teses com adesão imediata</strong></p>
<p>Três teses estarão disponíveis no Programa de Transação Integral (PTI):</p>
<ul>
<li><strong>IRPJ e CSLL</strong> sobre ganho de capital na desmutualização da Bovespa.</li>
<li><strong>PIS e Cofins</strong> sobre venda de ações recebidas na desmutualização da Bovespa e BM&amp;F.</li>
<li>Irretroatividade do conceito de “praça” (Lei nº 14.395/2022) e aplicação do Valor Tributável Mínimo (VTM) nas operações entre independentes, além de discussões envolvendo as Instruções Normativas RFB nº 243/2002 e 1.312/2012 sobre o método PRL no preço de transferência.</li>
</ul>
<p>A adesão estará aberta até <strong>30 de novembro</strong>.</p>
<p><strong>Novas oportunidades em setembro</strong></p>
<p>A partir de <strong>1º de setembro</strong>, outras duas teses poderão ser negociadas:</p>
<ul>
<li><strong>PIS e Cofins não cumulativos</strong> sobre descontos e bonificações condicionais a redes varejistas.</li>
<li><strong>Contribuições previdenciárias</strong> sobre valores pagos a título de participação nos lucros e resultados (PLR).</li>
</ul>
<p>Essas adesões vão até <strong>29 de dezembro</strong>, coincidindo com a publicação da segunda fase do PTI, que também abrangerá créditos inscritos ou não em dívida ativa com discussão judicial.</p>
<p><strong>O que considerar antes de aderir</strong></p>
<ul>
<li>Avalie o custo-benefício de cada negociação.</li>
<li>Analise impactos financeiros e estratégicos para o negócio.</li>
<li>Considere que as condições de desconto variam conforme a tese e o processo.</li>
</ul>
<p>A <strong>negociação tributária</strong> é uma oportunidade de reduzir passivos fiscais e obter previsibilidade, mas exige análise criteriosa para garantir segurança jurídica e eficiência financeira.</p>
</div>
<div></div>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/08/pgfn_lancara_novos_editais_para_negociacao_tributaria.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
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			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária: dúvidas crescem entre as empresas</title>
		<link>https://grm.com.br/reforma-tributaria-duvidas-crescem-entre-as-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 17:54:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[benefício tributário]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5418</guid>

					<description><![CDATA[<p>A reforma tributária tem gerado incertezas jurídicas e operacionais para empresas de diversos setores. Diante disso, grandes companhias estão recorrendo à Advocacia-Geral da União (AGU) em busca de orientações claras e seguras.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/reforma-tributaria-duvidas-crescem-entre-as-empresas/">Reforma Tributária: dúvidas crescem entre as empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A reforma tributária tem gerado incertezas jurídicas e operacionais para empresas de diversos setores. Diante disso, grandes companhias estão recorrendo à Advocacia-Geral da União (AGU) em busca de orientações claras e seguras.</strong></span></p>
<h4><strong>Empresas pressionam por segurança jurídica</strong></h4>
<p>A implementação da <strong>reforma tributária</strong> vem exigindo das empresas uma reorganização estratégica de seus processos fiscais. Questões como a manutenção de benefícios setoriais, o uso de créditos acumulados e as regras de transição do sistema atual para o novo modelo têm motivado consultas formais à AGU. O movimento demonstra a crescente preocupação empresarial com o impacto prático da <strong>reforma tributária</strong> no ambiente de negócios.</p>
<h4><strong>Ponto de atenção: créditos e benefícios fiscais</strong></h4>
<p>Muitas dúvidas estão concentradas em torno dos créditos de PIS e Cofins já reconhecidos judicialmente. Empresas querem saber se poderão utilizá-los para abater o novo IBS e a CBS, como será feita a restituição de saldos acumulados e quais incentivos fiscais regionais serão preservados com a entrada em vigor da <strong>reforma tributária</strong>.</p>
<h4><strong>A importância do planejamento tributário antecipado</strong></h4>
<p>Em meio a um cenário de mudanças profundas, o planejamento tributário ganha ainda mais relevância. A <strong>reforma</strong> impõe uma necessidade urgente de revisão de estruturas societárias, regimes especiais e estratégias de compliance fiscal. Empresas que se anteciparem poderão mitigar riscos e aproveitar oportunidades que surgirão com o novo modelo.</p>
<p>O avanço da <strong><a href="https://grm.com.br/reforma-tributaria-esta-pronto-para-esquecer-os-tributos-antigos/">reforma</a> tributária</strong> traz consigo um ambiente de transição que exige atenção redobrada, análise jurídica criteriosa e atuação estratégica. Mais do que nunca, acompanhar de perto as normas infralegais e buscar assessoria especializada é essencial para garantir conformidade e competitividade.</p>
<div role="main" id="reforma-tributaria-6c03e763ca279f0ca7bb"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('reforma-tributaria-6c03e763ca279f0ca7bb', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ressarcimento de tributos: o que muda na Reforma?</title>
		<link>https://grm.com.br/ressarcimento-de-tributos-o-que-muda-na-reforma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 14:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[O que Pensamos]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Franca de Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Reforma Tributária trouxe novas regras para o ressarcimento de tributos, que impactam diretamente o fluxo de caixa das empresas. Entender essas mudanças é essencial para lidar com os créditos de forma estratégica e segura.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/ressarcimento-de-tributos-o-que-muda-na-reforma/">Ressarcimento de tributos: o que muda na Reforma?</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Reforma Tributária trouxe novas regras para o ressarcimento de tributos, que impactam diretamente o fluxo de caixa das empresas. Entender essas mudanças é essencial para lidar com os créditos de forma estratégica e segura.</strong></span></p>
<p><strong>Por que o tema é relevante?</strong></p>
<p>A <strong>Reforma Tributária</strong> alterou prazos, critérios e procedimentos para o ressarcimento de PIS, COFINS, IBS e CBS. Com isso, empresas precisam se preparar para acompanhar os novos modelos de compensação e apropriação de créditos.</p>
<p><strong>Como funciona hoje o ressarcimento de tributos?</strong></p>
<p>O ressarcimento de <strong>PIS e COFINS</strong> é realizado via PERDCOMP, com atualização monetária, e com prazos que, embora definidos em lei, frequentemente não são cumpridos na prática.</p>
<p><strong>O que muda com o IBS e a CBS?</strong></p>
<p>A Lei Complementar nº 214/2025 estabeleceu prazos distintos para o <strong>ressarcimento de IBS e CBS</strong>, com base no perfil do contribuinte:</p>
<ul>
<li><strong>30 dias</strong>: contribuintes em programas de conformidade;</li>
<li><strong>60 dias</strong>: pedidos regulares caso o valor solicitado seja igual ou inferior a 150% da média entre os créditos e débitos da IBS e CBS dos últimos 24 meses, e</li>
<li><strong>180 dias</strong>: demais situações.</li>
</ul>
<p>Se não houver manifestação da administração tributária no prazo, o crédito será automaticamente disponibilizado nos 15 dias seguintes. Os valores ressarcidos serão corrigidos pela <strong>taxa Selic</strong>, acrescida de 1% no mês do pagamento.</p>
<p><strong>Regras especiais em setores específicos</strong></p>
<p>Alguns segmentos terão tratamento diferenciado:</p>
<ul>
<li><strong>Veículos elétricos</strong>: os créditos poderão ser apenas compensados, não ressarcidos em dinheiro.</li>
<li><strong>Zona Franca de Manaus</strong>: será concedido crédito presumido em substituição ao ressarcimento, conforme as operações da indústria incentivada.</li>
<li><strong>Simples Nacional e MEI</strong>: poderão ter os prazos de ressarcimento suspensos por até cinco anos.</li>
</ul>
<p><strong>O que observar daqui para frente?</strong></p>
<div>As novas regras trazem mais previsibilidade e organização ao processo de <strong>ressarcimento de tributos</strong>, mas exigem atenção redobrada na apuração e documentação dos créditos. É recomendável que as empresas acompanhem as atualizações legais e contem com suporte técnico qualificado para assegurar o correto enquadramento às novas exigências.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ressarcimento_de_tributos_o_que_muda_na_reforma.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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</div>
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			</item>
		<item>
		<title>STJ confirma: Zona Franca é livre de PIS e Cofins</title>
		<link>https://grm.com.br/stj-confirma-zona-franca-e-livre-de-pis-e-cofins/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 14:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Franca de Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão do STJ reforça que a Zona Franca de Manaus garante isenção de PIS e Cofins sobre a receita decorrente de vendas de mercadorias de origem nacional ou nacionalizada e advinda de prestação de serviço para pessoas físicas ou jurídicas no âmbito da Zona Franca de Manaus. Um marco para quem atua ou pretende atuar na região.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/stj-confirma-zona-franca-e-livre-de-pis-e-cofins/">STJ confirma: Zona Franca é livre de PIS e Cofins</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A decisão do STJ reforça que a Zona Franca de Manaus garante isenção de PIS e Cofins sobre a receita decorrente de vendas de mercadorias de origem nacional ou nacionalizada e advinda de prestação de serviço para pessoas físicas ou jurídicas no âmbito da Zona Franca de Manaus. Um marco para quem atua ou pretende atuar na região.</strong></span></p>
<h4><strong>O que decidiu o STJ?</strong></h4>
<p>O Superior Tribunal de Justiça reafirmou, em decisão recente, que a <strong>prestação de serviços no âmbito da ZFM e as vendas de mercadorias dentro da Zona Franca de Manaus estão isentas de PIS e Cofins</strong>, sejam elas nacionais ou nacionalizadas e entre pessoas jurídica ou pessoas física.</p>
<p>A medida reconhece a <strong>Zona Franca de Manaus</strong> como área de incentivo fiscal plena, com tratamento equivalente ao de exportações.</p>
<h4><strong>Segurança jurídica para quem opera na ZFM</strong></h4>
<p>Esse entendimento solidifica a tese já defendida por diversos contribuintes e leva segurança jurídica para <strong>empresas que comercializam dentro da Zona Franca de Manaus e prestam serviços naquela região.</strong></p>
<p>A Receita Federal vinha exigindo os tributos nessas operações, gerando disputas. Agora, com a posição do STJ, reforça-se a legalidade da <strong>isenção de PIS e Cofins</strong> nesses casos.</p>
<h4><strong>Oportunidade para ampliar benefícios fiscais</strong></h4>
<p>A isenção de <strong>PIS e Cofins na Zona Franca de Manaus</strong> representa uma vantagem estratégica não apenas para quem já atua na região, mas também para empresas interessadas em expandir suas operações com <strong>redução de carga tributária</strong>. Essa decisão abre espaço para revisões fiscais, recuperação de créditos e novos planejamentos tributários envolvendo a ZFM.</p>
<h4><strong>Por que essa decisão importa?</strong></h4>
<p>A <strong>Zona Franca de Manaus</strong> é hoje um dos maiores polos incentivados do Brasil. Com mais de 600 empresas instaladas, oferece um regime tributário diferenciado, competitivo e agora reforçado por decisão judicial. A isenção de <strong>PIS e Cofins na Zona Franca de Manaus</strong> é mais um motivo para considerar a implantação ou expansão de negócios na região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/06/stj_confirma_zona_franca_e_livre_de_pis_e_cofins.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

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