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	<title>Arquivos PIS/COFINS - GRM Advogados</title>
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	<description>Advogados</description>
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	<title>Arquivos PIS/COFINS - GRM Advogados</title>
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	<item>
		<title>Créditos de PIS/COFINS Ganham Novo Debate no STJ</title>
		<link>https://grm.com.br/no-apagar-das-luzes-do-pis-cofins-stj-reabre-debate-sobre-creditos-de-insumos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[de Insumos]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Créditos]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo entendimento do STJ fortalece a tese de aproveitamento de créditos de PIS/COFINS e pode gerar recuperação tributária para empresas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">A discussão sobre créditos de PIS/COFINS voltou ao centro das atenções após recentes decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Para empresas que operam no regime não cumulativo, o tema pode representar oportunidades relevantes de recuperação tributária e impacto direto no caixa.</span></strong></p>
<h3><strong>Mudança de entendimento pode abrir novas oportunidades</strong></h3>
<p>O regime não cumulativo do PIS e da COFINS foi criado para evitar a incidência em cascata das contribuições ao longo da cadeia produtiva. Na prática, ele permite que as empresas aproveitem créditos de PIS/COFINS sobre determinados custos, despesas e insumos utilizados em suas operações.</p>
<p>A discussão surge quando esses insumos são adquiridos com benefícios fiscais, como alíquota zero ou suspensão das contribuições, mas o produto final é comercializado com tributação normal. A questão é simples: nesses casos, a empresa pode aproveitar os respectivos créditos de PIS/COFINS?</p>
<h3><strong>O que mudou no entendimento do STJ?</strong></h3>
<p>Durante anos, prevaleceu uma interpretação mais restritiva, que afastava o direito ao crédito em aquisições realizadas com alíquota zero.</p>
<p>Recentemente, porém, a 2ª Turma do STJ passou a adotar uma visão diferente. O entendimento é que isenção, alíquota zero e suspensão geram efeitos econômicos semelhantes dentro da sistemática da não cumulatividade. Assim, mesmo quando o insumo é adquirido sem tributação, a empresa pode ter direito aos créditos de PIS/COFINS se o produto final for vendido com incidência das contribuições.</p>
<p>As decisões envolveram inicialmente o setor petroquímico e, posteriormente, operações da cadeia do agronegócio, ampliando a relevância do tema para diversos segmentos da economia.</p>
<h3><strong>Quais empresas devem acompanhar essa discussão?</strong></h3>
<p>A tese pode interessar especialmente a empresas que utilizam insumos desonerados em seus processos produtivos e realizam saídas tributadas.</p>
<p>Entre os exemplos mais comuns estão operações envolvendo:</p>
<ul>
<li>Frutas e hortaliças;</li>
<li>Açúcar;</li>
<li>Soja e milho;</li>
<li>Fertilizantes e sementes;</li>
<li>Produtos agropecuários sujeitos à suspensão;</li>
<li>Insumos petroquímicos.</li>
</ul>
<p>Dependendo das características da operação, pode existir potencial para aproveitamento ou recuperação de créditos de PIS/COFINS referentes aos últimos cinco anos, observadas as particularidades de cada caso.</p>
<h3><strong>O tema já está definido?</strong></h3>
<p>Ainda não. Apesar das decisões favoráveis da 2ª Turma, a 1ª Turma do STJ mantém posicionamento diferente sobre a matéria.</p>
<p>Essa divergência aumenta a expectativa de que o tema seja analisado futuramente pela 1ª Seção do tribunal, responsável por uniformizar o entendimento das questões tributárias. Até lá, o cenário continua exigindo atenção e acompanhamento próximo.</p>
<h3><strong>Por que o momento merece atenção?</strong></h3>
<p>A discussão ocorre em um momento estratégico. Com a transição para o novo sistema criado pela Reforma Tributária e a futura substituição do PIS e da COFINS, muitas empresas estão revisitando suas operações para identificar oportunidades tributárias ainda existentes.</p>
<p>Nesse contexto, a análise da cadeia de insumos pode revelar créditos de PIS/COFINS que não vêm sendo aproveitados. Para os gestores, o tema vai além da discussão jurídica: trata-se de avaliar possíveis impactos financeiros, oportunidades de recuperação de valores e medidas que possam fortalecer a eficiência tributária do negócio nos próximos anos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PIS/Cofins sobre diesel: governo zera alíquota na importação</title>
		<link>https://grm.com.br/pis-cofins-sobre-diesel-governo-zera-aliquota-na-importacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 13:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[alta do petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Carga Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[evitar aumento]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[Possível imposto sobre exportação de petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5879</guid>

					<description><![CDATA[<p>O governo federal anunciou a redução a zero do PIS e Cofins sobre o diesel na importação e comercialização do combustível, com o objetivo de conter o aumento de preços causado pela alta internacional do petróleo. A medida pode gerar um desconto estimado de até R$ 0,64 por litro e faz parte de um conjunto de ações que inclui a proposta de imposto sobre exportação de petróleo e pressão para que estados também reduzam o ICMS sobre o diesel. Essas mudanças podem impactar custos logísticos e setores que dependem diretamente do combustível.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">PIS/Cofins sobre diesel</span> voltou ao centro do debate tributário após o governo federal anunciar a redução da carga tributária sobre o combustível. A medida busca conter os impactos da alta do petróleo e evitar aumento imediato no preço do diesel no Brasil.</strong></span><!-- notionvc: b8736d27-9841-4151-a152-9017bf251921 --></p>
<h3><strong>Redução da PIS/Cofins sobre diesel</strong></h3>
<p>O governo federal anunciou a <strong>redução a zero do PIS/Cofins sobre diesel</strong> na importação e na comercialização do combustível.</p>
<p>A medida foi adotada como resposta às oscilações no preço internacional do petróleo, intensificadas por conflitos geopolíticos recentes. O objetivo é reduzir o custo do combustível no mercado interno e minimizar impactos inflacionários.</p>
<p>Além da desoneração do <strong>PIS/Cofins sobre diesel</strong>, o governo também anunciou uma subvenção econômica ao combustível, que pode representar um desconto total estimado em <strong>R$ 0,64 por litro</strong>.</p>
<h3><strong>Possível imposto sobre exportação de petróleo</strong></h3>
<p>O governo também editou Medida Provisória que prevê a criação de um <strong>Imposto de Exportação sobre o petróleo</strong>.</p>
<p>A proposta busca evitar ganhos considerados extraordinários por empresas que exploram petróleo em um cenário de forte valorização internacional da commodity, além de visar o refinamento do produto nacionalmente e sua distribuição no mercado local.</p>
<p>Essa iniciativa integra um conjunto de medidas voltadas a equilibrar os efeitos econômicos da alta global do petróleo.</p>
<h3><strong>Pressão para redução de ICMS</strong></h3>
<p>Além das medidas federais, o governo também sinalizou a expectativa de que os estados colaborem com a redução da carga tributária sobre combustíveis.</p>
<p>Nesse contexto, foi feito um apelo para que os estados avaliem a possibilidade de reduzir o <strong>ICMS incidente sobre o diesel</strong>, ampliando o efeito da desoneração da <strong>PIS/Cofins sobre diesel</strong> no preço final ao consumidor.</p>
<h3><strong>Impactos para empresas e mercado</strong></h3>
<p>Mudanças na tributação de combustíveis costumam gerar efeitos relevantes em diversos setores da economia.</p>
<p>A redução da <strong>PIS/Cofins sobre diesel</strong> pode impactar cadeias logísticas, custos operacionais de empresas e estratégias de importação e comercialização do combustível no país.</p>
<p>Por isso, acompanhar essas alterações tributárias é fundamental para empresas que dependem diretamente da dinâmica de preços e da carga tributária sobre combustíveis.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Crédito de PIS/Cofins sobre despesas com pessoal avança na Justiça</title>
		<link>https://grm.com.br/credito-de-pis-cofins-sobre-despesas-com-pessoal-avanca-na-justica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 13:35:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[despesas]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A discussão sobre crédito de PIS/Cofins voltou ao centro do debate tributário após uma decisão recente da Justiça Federal. A medida abre espaço para empresas discutirem o aproveitamento de crédito de PIS/Cofins sobre determinadas despesas trabalhistas.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/credito-de-pis-cofins-sobre-despesas-com-pessoal-avanca-na-justica/">Crédito de PIS/Cofins sobre despesas com pessoal avança na Justiça</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">A discussão sobre <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">crédito de PIS/Cofins</span> voltou ao centro do debate tributário após uma decisão recente da Justiça Federal. A medida abre espaço para empresas discutirem o aproveitamento de <span class="notion-enable-hover" data-token-index="3">crédito de PIS/Cofins</span> sobre determinadas despesas trabalhistas.</span></strong></p>
<p><!-- notionvc: 90d7990f-2793-449c-99a3-ec5cf006c6c8 --></p>
<h3><strong>Nova decisão judicial amplia discussão sobre créditos</strong></h3>
<p>Uma decisão liminar da Justiça Federal do Rio de Janeiro reconheceu o direito de uma empresa aproveitar <strong>crédito de PIS/Cofins</strong> sobre despesas com pessoal previstas em convenção coletiva de trabalho.</p>
<p>Na prática, a empresa buscava aproveitar créditos sobre gastos como alimentação, vestimenta e plano de saúde fornecidos aos trabalhadores.</p>
<p>Inicialmente, a Receita Federal havia negado o pedido, alegando que essas despesas não se enquadram como insumos para fins de geração de <strong>crédito de PIS/Cofins</strong>.</p>
<h3><strong>Entendimento da Receita Federal</strong></h3>
<p>O posicionamento da Receita se baseia na Instrução Normativa nº 2.121, que exclui do conceito de insumo despesas relacionadas ao suporte da atividade dos empregados, como:</p>
<ul>
<li>alimentação</li>
<li>vestimenta</li>
<li>cursos</li>
<li>plano de saúde</li>
<li>seguro de vida</li>
</ul>
<p>Segundo esse entendimento, tais despesas não gerariam <strong>crédito de PIS/Cofins</strong>, mesmo quando vinculadas à atividade empresarial.</p>
<h3><strong>O papel da convenção coletiva</strong></h3>
<p>O ponto central da decisão judicial está na natureza dessas despesas.</p>
<p>No caso analisado, os gastos foram estabelecidos por meio de convenção coletiva da categoria. Após a reforma trabalhista, as negociações coletivas passaram a ter força de lei, entendimento que também foi confirmado pelo Supremo Tribunal Federal.</p>
<p>Dessa forma, o argumento apresentado foi que despesas obrigatórias por norma coletiva podem ser consideradas relevantes para a atividade empresarial, o que poderia permitir o aproveitamento de <strong>crédito de PIS/Cofins</strong>.</p>
<h3><strong>Precedente do STJ sobre conceito de insumo</strong></h3>
<p>A discussão também se apoia no entendimento do Superior Tribunal de Justiça sobre o conceito de insumo para fins de <strong>crédito de PIS/Cofins</strong>.</p>
<p>No Tema 779, o STJ definiu que o conceito deve considerar dois critérios principais:</p>
<ul>
<li><strong>Essencialidade</strong>: quando o item é indispensável à atividade da empresa</li>
<li><strong>Relevância</strong>: quando há imposição legal ou regulatória para sua utilização</li>
</ul>
<p>Esse precedente abriu espaço para novas discussões judiciais sobre o alcance do <strong>crédito de PIS/Cofins</strong>.</p>
<h3><strong>Cenário ainda é incerto</strong></h3>
<p>Apesar da decisão favorável, o tema ainda enfrenta resistência nos tribunais. Em diversos julgados recentes, tribunais federais têm entendido que despesas com benefícios aos empregados não configuram insumos aptos a gerar <strong>crédito de PIS/Cofins</strong>.</p>
<p>Por isso, o debate ainda está em evolução e deve continuar sendo discutido nos tribunais superiores.</p>
<h3><strong>O que as empresas devem observar</strong></h3>
<p>Diante desse cenário, empresas que possuem despesas obrigatórias com pessoal especialmente aquelas previstas em convenções coletivas podem avaliar a viabilidade jurídica de discutir o aproveitamento de <strong>crédito de PIS/Cofins</strong>.</p>
<p>A análise deve considerar:</p>
<ul>
<li>natureza da despesa</li>
<li>existência de obrigação normativa</li>
<li>impacto na atividade empresarial</li>
<li>risco jurídico envolvido</li>
</ul>
<p>Com a evolução das decisões judiciais, o tema tende a ganhar cada vez mais relevância no planejamento tributário das empresas.</p>
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<p>O post <a href="https://grm.com.br/credito-de-pis-cofins-sobre-despesas-com-pessoal-avanca-na-justica/">Crédito de PIS/Cofins sobre despesas com pessoal avança na Justiça</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PIS/Cofins: STF pode decidir sobre despesas tributárias na base</title>
		<link>https://grm.com.br/pis-cofins-stf-pode-decidir-sobre-despesas-tributarias-na-base/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 13:36:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5543</guid>

					<description><![CDATA[<p>A base de cálculo do PIS/Cofins voltou ao centro do debate empresarial. A AGU pediu ao STF a confirmação de que despesas, inclusive as tributárias, compõem a base das contribuições.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/pis-cofins-stf-pode-decidir-sobre-despesas-tributarias-na-base/">PIS/Cofins: STF pode decidir sobre despesas tributárias na base</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A base de cálculo do PIS/Cofins voltou ao centro do debate empresarial. A AGU pediu ao STF a confirmação de que despesas, inclusive as tributárias, compõem a base das contribuições.</strong></span></p>
<h3>O que motivou a ação</h3>
<p>A medida busca conter a multiplicação de processos após a decisão do STF que excluiu o ICMS da <strong>base de cálculo do PIS/Cofins</strong>. Desde então, empresas têm ajuizado ações para tentar estender a exclusão a outros tributos e despesas.</p>
<h3>Temas em análise no STF</h3>
<p>A AGU destacou três pontos já reconhecidos como de repercussão geral:</p>
<ul>
<li>inclusão do ISS na base do PIS/Cofins (Tema 118);</li>
<li>inclusão do crédito presumido de ICMS (Tema 843);</li>
<li>inclusão do PIS/Cofins em suas próprias bases (Tema 1067).</li>
</ul>
<p>Segundo a AGU, a decisão sobre o ICMS não afastou a possibilidade de incidência de tributo sobre tributo, mas analisou apenas a especificidade desse imposto.</p>
<h3>Impactos para empresas e governo</h3>
<p>A controvérsia envolve mais de 113 mil processos em andamento, dos quais 44 mil questionam a inclusão do próprio PIS/Cofins na base e 42 mil tratam do ISS. O potencial impacto fiscal estimado supera R$ 117 bilhões.</p>
<h3>Reforma Tributária e previsibilidade</h3>
<p>A ação ressalta que a Reforma Tributária, já aprovada, trará até 2027 regras que eliminam a incidência de tributo sobre tributo. Até lá, a definição do STF sobre a <strong>base de cálculo do PIS/Cofins</strong> é essencial para garantir segurança jurídica às empresas e ao Fisco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/09/pis_cofins_stf_pode_decidir_sobre_despesas_tributarias_na_base.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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			</item>
		<item>
		<title>Compensação de créditos na reforma tributária: o que muda?</title>
		<link>https://grm.com.br/compensacao-de-creditos-na-reforma-tributaria-o-que-muda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 13:38:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[O que Pensamos]]></category>
		<category><![CDATA[crédito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A compensação de créditos na reforma tributária é um dos temas mais relevantes para empresários que acumulam saldos no modelo atual. Entender como esses valores serão tratados evita perdas e permite um planejamento fiscal mais seguro.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/compensacao-de-creditos-na-reforma-tributaria-o-que-muda/">Compensação de créditos na reforma tributária: o que muda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A <i>compensação de créditos na reforma tributária</i> é um dos temas mais relevantes para empresários que acumulam saldos no modelo atual. Entender como esses valores serão tratados evita perdas e permite um planejamento fiscal mais seguro.</strong></span></p>
<hr />
<p><strong>O que muda com a reforma tributária</strong></p>
<p><strong>A Lei Complementar 214/2025 trouxe a unificação do PIS/COFINS na CBS e do ICMS / ISS no IBS, buscando</strong> simplificar o sistema, reduzir custos de conformidade e aumentar a eficiência na arrecadação.</p>
<p>Porém, a <i>compensação de créditos na reforma tributária</i> é um dos pontos mais sensíveis da transição. Muitos empresários têm acumulado créditos legítimos no sistema atual e, com a mudança, precisam de garantias sobre como poderão utilizá-los.</p>
<hr />
<p><strong>Qual o destino dos créditos acumulados?</strong></p>
<p>A preservação dos saldos credores está entre as principais preocupações do novo modelo. Esses valores representam direitos patrimoniais já adquiridos, e a <i>compensação de créditos na reforma tributária</i> deve assegurar sua manutenção e conversão para o novo regime.</p>
<p>A transição ocorrerá entre 2026 e 2032, com a convivência gradual dos sistemas antigo e novo. Durante esse período, será possível continuar acumulando créditos, mas as regras para seu uso passarão a ser definidas por regulamentações específicas.</p>
<hr />
<p><strong>O que a regulamentação deve definir</strong></p>
<p>Para garantir segurança jurídica, a legislação infraconstitucional deverá esclarecer pontos como:</p>
<ul>
<li>Reconhecimento dos créditos acumulados até a extinção dos tributos atuais;</li>
<li>Atualização monetária desses créditos;</li>
<li>Procedimentos para compensar com CBS e IBS;</li>
<li>Alternativas como devolução ou ressarcimento, quando não for possível a compensação.</li>
</ul>
<p>Essa fase exige atenção dos empresários, pois qualquer omissão pode gerar prejuízos consideráveis na <i>compensação de créditos na reforma tributária</i>.</p>
<hr />
<p><strong>Riscos e desafios</strong></p>
<p>Apesar das garantias constitucionais, os riscos são reais:</p>
<ul>
<li><strong>Judicialização</strong>: em caso de omissões ou restrições ilegais;</li>
<li><strong>Desigualdade regional</strong>: dificuldade de integração dos entes ao IBS;</li>
<li><strong>Perda de créditos</strong>: se os fatores de conversão forem desfavoráveis;</li>
<li><strong>Excesso de burocracia</strong>: que pode dificultar o uso efetivo dos créditos.</li>
</ul>
<p>O ideal é que todo o processo seja guiado pelo princípio da transparência, com sistemas digitais eficientes e interoperáveis.</p>
<p>A <i>compensação de créditos na reforma tributária</i> precisa ser tratada com seriedade, para garantir que os direitos dos contribuintes sejam respeitados. A clareza das regras, a eficiência dos sistemas e a vigilância da sociedade serão essenciais para uma transição justa e segura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Até o momento não há regulamentação ou indicações claras de como será operacionalizada a conversão dos saldos credores e dos créditos acumulados de forma que cabe aos contribuintes analisar os resultados esperados de consumo dos créditos para o futuro próximo para avaliar a urgência na solicitação de ressarcimentos, compensações ou mesmo para não ter problemas de compliance com o fisco no momento da transição</strong></p>
<p>Artigo por Alan Tobias, Analista Fiscal do GRM Advogados</p>
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<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('reforma-tributaria-6c03e763ca279f0ca7bb', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Redução do crédito do REINTEGRA apenas após 90 dias</title>
		<link>https://grm.com.br/reducao-do-credito-do-reintegra-apenas-apos-90-dias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 17:14:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[reintegra]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>REINTEGRA: regra de transição garante mais segurança jurídica para exportadores. </p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/reducao-do-credito-do-reintegra-apenas-apos-90-dias/">Redução do crédito do REINTEGRA apenas após 90 dias</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>REINTEGRA: regra de transição garante mais segurança jurídica para exportadores. </strong></span></p>
<p><span data-contrast="auto">O Supremo Tribunal Federal decidiu que alterações no crédito do </span><b><span data-contrast="auto">REINTEGRA</span></b><span data-contrast="auto"> só <a href="https://noticias.stf.jus.br/postsnoticias/reducao-de-beneficios-fiscais-do-reintegra-so-pode-valer-depois-de-90-dias-de-sua-criacao-decide-stf/#:~:text=O%20Supremo%20Tribunal%20Federal%20(STF,observar%20a%20chamada%20anterioridade%20nonagesimal.">valem após 90 dias</a>. </span><b><span data-contrast="auto">Com isso</span></b><span data-contrast="auto">, muitas empresas exportadoras podem ter direito a créditos adicionais apurados no referido regime.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">O que você precisa saber:</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O </span><b><span data-contrast="auto">REINTEGRA</span></b><span data-contrast="auto"> é um regime criado para devolver, ainda que parcialmente, os custos tributários residuais da cadeia de produção de bens exportados, por meio de um crédito presumido.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Ao longo dos anos</span></b><span data-contrast="auto">, o percentual desse crédito variou, sendo definido por </span><b><span data-contrast="auto">Decreto presidencial</span></b><span data-contrast="auto">, conforme a política econômica adotada pelo governo em cada período.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">No entanto</span></b><span data-contrast="auto">, em 2015 e 2018, os Decretos nº 8.543/15 e nº 9.393/18 reduziram abruptamente as alíquotas do </span><b><span data-contrast="auto">REINTEGRA</span></b><span data-contrast="auto">, com aplicação imediata, contrariando o percentual previamente fixado para o ano.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Diante disso</span></b><span data-contrast="auto">, surgiu o debate sobre a legalidade dessas reduções imediatas. Sustentava-se que elas só poderiam produzir efeitos </span><b><span data-contrast="auto">no ano seguinte</span></b><span data-contrast="auto"> ou, pelo menos, respeitando o prazo de 90 dias.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Agora</span></b><span data-contrast="auto">, no julgamento do Tema 1.108 (ARE nº 1.285.177), o STF decidiu que </span><b><span data-contrast="auto">as reduções no REINTEGRA só podem ser aplicadas após 90 dias</span></b><span data-contrast="auto">, uma vez que o benefício está vinculado à lógica do PIS/COFINS, tributos que exigem anterioridade nonagesimal.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Assim</span></b><span data-contrast="auto">, com esse novo entendimento, empresas que apuraram o </span><b><span data-contrast="auto">REINTEGRA</span></b><span data-contrast="auto"> nos períodos impactados podem ter direito à apuração de créditos adicionais, considerando os 90 dias antes da entrada em vigor das novas alíquotas.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Fique atento:</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Embora o julgamento tenha sido concluído, </span><b><span data-contrast="auto">ainda não houve o trânsito em julgado</span></b><span data-contrast="auto">. </span><b><span data-contrast="auto">Portanto</span></b><span data-contrast="auto">, existe a possibilidade de modulação dos efeitos pela Corte, o que pode impactar o direito ao <a href="https://grm.com.br/creditos-do-reintegra/">creditamento</a>.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<div>
<a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/06/reducao_do_credito_do_reintegra_apenas_apos_90_dias-1.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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			</item>
		<item>
		<title>Nova Instrução Normativa Altera Regras do PIS/Cofins</title>
		<link>https://grm.com.br/nova-instrucao-normativa-altera-regras-do-pis-cofins/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 15:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[PIS e da Cofins]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[zfm]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Franca de Manaus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5308</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Receita Federal do Brasil publicou, em 30 de abril de 2025, a Instrução Normativa nº 2.264/2025, que introduziu alterações relevantes na Instrução Normativa nº 2.121/2022 — norma que disciplina a apuração, cobrança, fiscalização, arrecadação e administração das contribuições ao PIS/Pasep e à Cofins.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/nova-instrucao-normativa-altera-regras-do-pis-cofins/">Nova Instrução Normativa Altera Regras do PIS/Cofins</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Receita Federal do Brasil publicou, em 30 de abril de 2025, a Instrução Normativa nº 2.264/2025, que introduziu alterações relevantes na <a href="https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=439816#:~:text=Consolida%20as%20normas%20sobre%20a,Importa%C3%A7%C3%A3o%20e%20da%20Cofins%2DImporta%C3%A7%C3%A3o.">Instrução Normativa nº 2.121/2022</a> — norma que disciplina a apuração, cobrança, fiscalização, arrecadação e administração das contribuições ao PIS/Pasep e à Cofins.</strong></span></p>
<p>Grande parte das mudanças se relacionam à necessidade de adequação à legislação superveniente e à jurisprudência administrativa e judicial, além de aperfeiçoar dispositivos aplicáveis a operações específicas, como as relacionadas a combustíveis, derivados de petróleo, Zona Franca de Manaus (ZFM) e Áreas de Livre Comércio (ALC).</p>
<p>Considerando a necessidade de adequação às novas disposições, encaminhamos a seguir os principais destaques e mudanças trazidas pela nova regulamentação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h4><strong>Base de cálculo – PIS/Cofins Importação sobre prêmios de resseguro cedidos ao exterior:</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>A Instrução Normativa RFB nº 2.121/2022 consolidou o entendimento de que, na importação de serviços, a base de cálculo das contribuições de PIS/Pasep-Importação e Cofins-Importação deve considerar o valor total remetido ao exterior antes da retenção do IRPJ, acrescido do valor das próprias contribuições, nos termos do chamado <em>gross-up</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A alteração promovida pela IN RFB 2.264/2025, nesse caso, se dá na base de cálculo das contribuições incidentes sobre prêmios de resseguro cedidos ao exterior, <strong>que passa a ser de 15% do valor pago, creditado, entregue, empregado ou remetido, em comparação aos 8% anteriormente estipulados</strong>, aumentando significativamente a carga tributária sobre essas operações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h4><strong>Compensação e ressarcimento de saldo positivo na importação:</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>Existindo saldo positivo decorrente da diferença entre os créditos de PIS/Pasep e Cofins gerados na importação de bens e os valores dessas contribuições incidentes na revenda desses mesmos bens no mercado interno, <strong>esse saldo poderá ser utilizado para compensação de débitos próprios relativos a tributos administrados pela Receita Federal ou poderá ser solicitado por meio de ressarcimento</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa regra é válida para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2023, e o saldo de créditos deve ser apurado no mês em que ocorrer a revenda dos bens no mercado interno, garantindo que a compensação ou ressarcimento reflita a operação comercial correspondente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h4><strong>Vedação ao Crédito de PIS/Cofins na Revenda de Produtos com Tributação Concentrada:</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>Não incidência das contribuições na revenda de máquinas e veículos listados no art. 416, e às autopeças mencionadas no art. 427 sujeitos à tributação concentrada, destinados ao consumo ou à industrialização na ZFM ou ALC por pessoa jurídica estabelecida na ZFM ou ALC que os adquirir de produtor, fabricante ou importador estabelecido fora dessa localidade, conforme art. 20, incisos IX e X, 544 -A e 550-A (Parecer SEI 298/2023).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vedação de crédito de bens sujeitos à tributação concentrada (substituição tributária), conforme art. 173, § 3º, (Lei 10.833 e 10.637, art. 3 Inciso I, “b”)</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li>
<h4><strong>Itens que geram crédito:</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>A Instrução Normativa RFB nº 2.264/2025 ampliou expressamente o rol de itens que geram direito ao crédito de PIS/Pasep e Cofins no regime de apuração não cumulativa (art. 176). Entre as novidades, passam a ser considerados insumos dedutíveis:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Vale-transporte concedido aos empregados; transporte contratado para deslocamento de trabalhadores; veículos da empresa utilizados no transporte de empregados (vide regramento do art. 176, XXII, XXIII e XXIV);</li>
<li>Frete na aquisição de insumos e bens do ativo imobilizado, nos casos em que a receita de venda desses bens seja beneficiada por suspensão, alíquota zero ou não incidência de Pis/Cofins;</li>
<li>os valores pagos a título de frete e seguro pelo comprador integram o custo de aquisição para fins de depreciação acelerada de máquinas e equipamentos novos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li>
<h4><strong>Incorpora jurisprudência e legislação recente:</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>A IN RFB nº 2.264/2025 incorporou expressamente o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins, conforme decidido no RE 574.706. O artigo 26 da IN RFB nº 2.121/2022 foi alterado para refletir essa exclusão, estabelecendo que <strong>o ICMS destacado na nota fiscal não compõe a base de cálculo dessas contribuições</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li>
<h4><strong>Vedação a exclusão das subvenções para investimento da base de cálculo das contribuições:</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>Para os contribuintes sujeitos ao regime não cumulativo, a IN nº 2.264/25 revogou expressamente a possibilidade de exclusão da subvenção para investimento da base de cálculo das contribuições, conforme art. 27 Inciso II (Lei 14.592/2023 art. 6 Inciso XII e 7 Inciso XI);</p>
<p>Acima, destacamos as principais alterações trazidas pela IN nº 2.264/25, contudo, reforçamos a importância de as empresas ficarem atentas a todas as mudanças, pois impactam diretamente a gestão tributária que deve estar em plena conformidade com a Receita Federal.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>STJ confirma exclusão do ICMS-Difal do PIS/Cofins</title>
		<link>https://grm.com.br/stj-confirma-exclusao-do-icms-difal-do-pis-cofins/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 16:19:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS-Difal]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação de créditos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que o ICMS-Difal não deve compor a base de cálculo do PIS e da Cofins. </p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/stj-confirma-exclusao-do-icms-difal-do-pis-cofins/">STJ confirma exclusão do ICMS-Difal do PIS/Cofins</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que o ICMS-Difal não deve compor a base de cálculo do PIS e da Cofins. </strong></span></p>
<p><span data-contrast="auto">O <a href="https://valor.globo.com/legislacao/noticia/2025/05/21/stj-exclui-difal-do-icms-do-calculo-do-pis-e-da-cofins.ghtml">julgamento</a>, realizado nesta semana, reforça o entendimento já firmado pela 1ª Turma e uniformiza a posição das turmas de direito público do Tribunal em favor dos contribuintes. </span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A </span><b><span data-contrast="auto">exclusão do ICMS-Difal das bases de cálculo do PIS e da COFINS</span></b><span data-contrast="auto"> impacta positivamente empresas que vendem ao consumidor final e para outros estados, principalmente no e-commerce, podendo gerar oportunidades relevantes de recuperação de créditos tributários.</span><span data-ccp-props="{&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">O que você precisa saber:</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<ul>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="4" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="auto">Decisão final do STJ favorece contribuintes</span></b><br />
<span data-contrast="auto">Ao seguir o posicionamento já adotado pela 1ª Turma, a 2ª Turma do STJ consolidou o entendimento de que o contribuinte tem direito à restituição dos valores pagos indevidamente a título de PIS e Cofins sobre o ICMS-Difal.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="4" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="auto">Possibilidade de recuperação de créditos</span></b><br />
<span data-contrast="auto">Empresas que recolheram <a href="https://grm.com.br/a-transicao-do-pis-e-cofins-para-cbs-como-utilizar-os-saldos-credores/">PIS e Cofins</a> com a inclusão do ICMS-Difal em suas bases de cálculo podem recuperar os tributos pagos indevidamente nos últimos 5 anos. É essencial revisar as apurações anteriores.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="4" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="auto">Quem se beneficia?</span></b><br />
<span data-contrast="auto">A medida interessa especialmente </span><b><span data-contrast="auto">empresas que realizam vendas interestaduais e ao consumidor final</span></b><span data-contrast="auto">, como indústrias, e-commerces e empresas de distribuição direta.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="4" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><b><span data-contrast="auto">Próximos passos recomendados</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
</ul>
<ol>
<li data-leveltext="%2." data-font="" data-listid="4" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:0,&quot;335559685&quot;:1440,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769242&quot;:[65533,0],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;%2.&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="2"><span data-contrast="auto">Análise técnica das operações que envolvem </span><b><span data-contrast="auto">ICMS-Difal</span></b><span data-contrast="auto">;</span><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
<li data-leveltext="%2." data-font="" data-listid="4" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:0,&quot;335559685&quot;:1440,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769242&quot;:[65533,0],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;%2.&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="2"><span data-contrast="auto">Levantamento de valores passíveis de restituição ou compensação;</span><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
<li data-leveltext="%2." data-font="" data-listid="4" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:0,&quot;335559685&quot;:1440,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769242&quot;:[65533,0],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;%2.&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;multilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="1" data-aria-level="2"><span data-contrast="auto">Adoção de medidas administrativas ou judiciais, conforme o caso.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
</ol>
<p><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">A exclusão do ICMS-Difal</span></b><span data-contrast="auto"> representa uma oportunidade concreta de ganho tributário e correção de apurações. Nosso time pode auxiliar sua empresa na revisão, recuperação de créditos e atualização da apuração futura.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>STJ Afeta Tema Repetitivo sobre Incidência de PIS/COFINS na Correção Monetária de Aplicações Financeiras</title>
		<link>https://grm.com.br/stj-afeta-tema-repetitivo-sobre-incidencia-de-pis-cofins-na-correcao-monetaria-de-aplicacoes-financeiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 15:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
		<category><![CDATA[tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 28 de abril de 2025, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) afetou ao rito dos recursos repetitivos o Tema 1.335, que visa definir se as variações patrimoniais decorrentes de correção monetária sobre aplicações financeiras integram a base de cálculo das contribuições ao PIS e à COFINS.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Em 28 de abril de 2025, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) afetou ao rito dos recursos repetitivos o Tema 1.335, que visa definir se as variações patrimoniais decorrentes de correção monetária sobre aplicações financeiras integram a base de cálculo das contribuições ao PIS e à COFINS.</strong></span></p>
<h3>Contexto da Controvérsia</h3>
<p>A controvérsia gira em torno da natureza jurídica da correção monetária: se ela representa um acréscimo patrimonial tributável ou apenas uma recomposição do valor real da moeda. A Fazenda Nacional sustenta que tais valores constituem receita financeira, integrando a base de cálculo das contribuições. Por outro lado, os contribuintes argumentam que a correção monetária visa apenas preservar o poder de compra, não configurando receita tributável.</p>
<h3>Recursos Representativos</h3>
<p>Foram selecionados como representativos da controvérsia os Recursos Especiais nºs 2.179.065/SP, 2.179.067/SP e 2.170.834/SP, todos oriundos do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) e sob relatoria do Ministro Marco Aurélio Bellizze.</p>
<h3>Suspensão Nacional</h3>
<p>Com a afetação do tema, foi determinada a suspensão da tramitação de todos os processos pendentes, individuais ou coletivos, que versem sobre a mesma matéria, em todo o território nacional, até o julgamento definitivo do mérito, nos termos do artigo 1.037, II, do Código de Processo Civil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Se sua empresa realiza aplicações financeiras, essa discussão pode impactar diretamente sua carga tributária. Para Para avaliar possíveis medidas preventivas e estratégias de <a href="https://grm.com.br/planejamento-financeiro-reforma-tributaria-zfm/">proteção fiscal</a>, contate nossos especialistas.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/05/stj_afeta_tema_repetitivo_sobre_incidencia_pis_cofins_na_correcao_monetaria_de-aplicacoes_financeiras.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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			</item>
		<item>
		<title>Medida Provisória: conheça os setores mais afetados</title>
		<link>https://grm.com.br/medida-provisoria-conheca-os-setores-mais-afetados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 23:06:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Medida provisória]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida Provisória tem como objetivo aumentar a arrecadação federal, limitando a utilização de créditos das contribuições de PIS e Cofins.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Medida Provisória tem como objetivo aumentar a arrecadação federal, limitando a utilização de créditos das contribuições de PIS e Cofins.</strong></span></p>
<p>O Governo Federal publicou, no último dia 4, a MP nº 1.227/2024, alterando as regras para utilização de créditos de PIS e Cofins.</p>
<p>A Medida Provisória afeta diretamente as empresas optantes pelo Lucro Real e aquelas beneficiadas com crédito presumido das contribuições PIS e Cofins.</p>
<p>A partir das alterações previstas na MP, os contribuintes sujeitos ao regime não cumulativo do PIS e da Cofins ficarão impedidos de utilizar créditos dessas contribuições para o abatimento de débitos de outros tributos federais, a denominada compensação cruzada.</p>
<p>Os seguintes setores foram diretamente afetados pelas alterações:</p>
<ul>
<li><span style="color: #ff6600;">Medicamentos;</span></li>
<li><span style="color: #ff6600;">Animais vivos;</span></li>
<li><span style="color: #ff6600;">Bens e serviços gerais utilizados como insumo na produção de mercadorias de origem animal e vegetal;</span></li>
<li><span style="color: #ff6600;">Créditos gerais apurados pela indústria petroquímica;</span></li>
<li><span style="color: #ff6600;">Aquisição de carnes bovinas, suínas, ovina etc. para comércio;</span></li>
<li><span style="color: #ff6600;">Animal vivo para produção de carnes bovinas, suínas, ovina etc.;</span></li>
<li><span style="color: #ff6600;">Produtores de carne suína na compra de alimentação destes animais (ex. trigo, milho, cevada);</span></li>
<li><span style="color: #ff6600;">Exportação dos produtos classificados como café não torrado;</span></li>
<li><span style="color: #ff6600;">Crédito de Laranja in natura utilizado na produção de suco de laranja;</span></li>
<li><span style="color: #ff6600;">Venda no mercado interno ou exportação de farinhas e frutos de soja;</span></li>
<li><span style="color: #ff6600;">Venda no mercado interno ou exportação de margarina;</span></li>
<li><span style="color: #ff6600;">Venda no mercado interno ou exportação de tortas e outros resíduos sólidos;</span></li>
<li><span style="color: #ff6600;">Venda no mercado interno ou exportação de alimentos para cães e gatos;</span></li>
<li><span style="color: #ff6600;">Venda no mercado interno ou exportação de biodiesel e suas misturas; e</span></li>
<li><span style="color: #ff6600;">Venda no mercado interno ou exportação de lecitina de soja.</span></li>
</ul>
<p>O texto seguirá para o Congresso Nacional para sua possível conversão em lei, o que deverá ser realizado dentro do prazo de 60 dias.</p>
<p>Para saber mais, baixe o material completo no link abaixo.</p>
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		<span>baixe o pdf</span>
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