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	<title>Arquivos limita direito - GRM Advogados</title>
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		<title>Créditos de PIS e Cofins: STJ limita direito de comerciantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[comerciantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o IPI não recuperável não pode integrar a base de cálculo dos créditos de PIS e Cofins na compra de mercadorias para revenda. Como o comerciante não é contribuinte direto do IPI, o imposto não pode gerar créditos no regime não cumulativo. A decisão foi tomada em recurso repetitivo e passa a orientar casos semelhantes na Justiça.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A discussão sobre <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">créditos de PIS e Cofins</span> ganhou novo capítulo após decisão da 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça. O tribunal entendeu que o IPI não recuperável não pode compor a base de cálculo dos <span class="notion-enable-hover" data-token-index="3">créditos de PIS e Cofins</span>.</strong></span><!-- notionvc: ea609a36-9611-4b5d-9784-dc7605cb9e75 --></p>
<h3><strong>Decisão do STJ sobre créditos de PIS e Cofins</strong></h3>
<p>O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o <strong>IPI incidente na aquisição de mercadorias para revenda não gera créditos de PIS e Cofins</strong>.</p>
<p>O entendimento foi firmado pela 1ª Seção da Corte em julgamento sob a sistemática de recursos repetitivos. Com isso, a tese passa a orientar as decisões das instâncias inferiores do Judiciário.</p>
<p>Na prática, o tribunal concluiu que o valor do IPI pago pelo comerciante na compra de mercadorias <strong>não pode ser incluído na base de cálculo dos créditos de PIS/Cofins</strong>.</p>
<h3><strong>Por que o IPI não gera créditos de PIS e Cofins</strong></h3>
<p>Na cadeia de circulação de mercadorias, o IPI normalmente é recolhido pelo fabricante ou importador.</p>
<p>Quando o produto é vendido ao comerciante, o imposto costuma estar embutido no preço da mercadoria. No entanto, como o comerciante <strong>não é contribuinte direto do IPI</strong>, o imposto não pode ser compensado posteriormente.</p>
<p>Por essa razão, o STJ entendeu que o valor do IPI <strong>não pode ser tratado como custo apto a gerar créditos de PIS e Cofins</strong> no regime não cumulativo.</p>
<h3><strong>Discussão envolvia o conceito de insumos</strong></h3>
<p>A controvérsia surgiu porque contribuintes defendiam que o valor do IPI deveria integrar o custo de aquisição da mercadoria.</p>
<p>Assim, esse valor poderia ser considerado na base de cálculo dos <strong>créditos de PIS e Cofins</strong>, ampliando o alcance da não cumulatividade dessas contribuições.</p>
<p>Entretanto, a decisão do STJ afastou essa interpretação e confirmou que <strong>o IPI não recuperável não pode integrar a base de cálculo dos créditos de PIS\Cofins</strong>.</p>
<h3><strong>Impactos da decisão para empresas</strong></h3>
<p>A decisão representa um precedente relevante para empresas que atuam na comercialização de mercadorias.</p>
<p>Isso porque o entendimento limita a possibilidade de ampliar a base de cálculo dos <strong>créditos de PIS/Cofins</strong> nas operações de revenda.</p>
<p>Como o julgamento ocorreu sob o rito dos repetitivos, o posicionamento será <strong>aplicado de forma uniforme pelos tribunais</strong> em casos semelhantes.</p>
<h3><strong>O que empresas devem avaliar</strong></h3>
<p>Diante desse cenário, empresas que operam no regime não cumulativo devem avaliar como essa decisão pode impactar seus <strong>créditos de PIS\Cofins</strong>.</p>
<p>Revisões de procedimentos fiscais e análises de riscos podem ser necessárias para garantir conformidade com o entendimento consolidado pelo STJ sobre os <strong>créditos de PIS\Cofins</strong>.</p>
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