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	<title>Arquivos Justiça - GRM Advogados</title>
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	<title>Arquivos Justiça - GRM Advogados</title>
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	<item>
		<title>Justiça extingue ação da Fiesp contra a ZFM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:20:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[ação da Fiesp]]></category>
		<category><![CDATA[extingue]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Justiça extingue ação da Fiesp sem analisar mérito e mantém em aberto o debate sobre os mecanismos de competitividade da Zona Franca de Manaus na Reforma Tributária.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Zona Franca de Manaus voltou ao centro das discussões sobre a Reforma Tributária após uma decisão da Justiça Federal envolvendo dispositivos que preservam sua competitividade. O tema é relevante porque impacta diretamente o ambiente de negócios, a indústria nacional e a segurança jurídica das empresas.</strong></span></p>
<h2><strong>Justiça extingue ação sem analisar o mérito</strong></h2>
<p>A Justiça Federal extinguiu a ação proposta pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) que questionava mecanismos criados para garantir a competitividade da <strong>Zona Franca de Manaus</strong> dentro do novo sistema tributário.</p>
<p>A ação buscava suspender regras relacionadas aos créditos de IBS e CBS previstos na regulamentação da Reforma Tributária. No entanto, o entendimento judicial foi de que a Ação Civil Pública não seria o instrumento adequado para discutir a constitucionalidade dessas disposições.</p>
<p>Com isso, a decisão não analisou o mérito da discussão e, portanto, não definiu se os mecanismos de proteção da <strong>Zona Franca de Manaus</strong> são ou não compatíveis com a nova estrutura tributária.</p>
<h2><strong>Importância econômica da Zona Franca de Manaus</strong></h2>
<p>A <strong>Zona Franca de Manaus</strong> representa muito mais do que um regime tributário diferenciado. O modelo foi desenvolvido como uma política de desenvolvimento regional voltada à geração de empregos, atração de investimentos e fortalecimento da atividade econômica na região amazônica.</p>
<p>Ao longo das últimas décadas, o Polo Industrial de Manaus consolidou uma cadeia produtiva diversificada, reunindo setores como eletroeletrônicos, duas rodas, bens de informática, componentes industriais e produtos químicos.</p>
<p>Esse ambiente permitiu o crescimento de atividades industriais em uma região que enfrenta desafios logísticos e estruturais significativamente diferentes dos grandes centros consumidores do país.</p>
<h2><strong>Reforma Tributária e os desafios da transição</strong></h2>
<p>A implementação da Reforma Tributária traz o desafio de equilibrar simplificação tributária e desenvolvimento regional. Nesse cenário, os mecanismos voltados à preservação da competitividade da <strong>Zona Franca de Manaus</strong> buscam compensar fatores como distância dos mercados consumidores, custos logísticos e limitações de infraestrutura.</p>
<p>A manutenção desse equilíbrio é considerada um dos pontos centrais para garantir previsibilidade às empresas instaladas na região e preservar investimentos já realizados.</p>
<h2><strong>Debate continua em aberto</strong></h2>
<p>A decisão judicial não encerra a discussão sobre o futuro da <strong>Zona Franca de Manaus</strong>. O debate deve continuar à medida que a Reforma Tributária avança e novas interpretações surgem sobre a aplicação das regras do IBS e da CBS.</p>
<p>Para as empresas, o tema reforça a importância de acompanhar os desdobramentos da regulamentação tributária. Afinal, mudanças relacionadas à <strong>Zona Franca de Manaus</strong> podem gerar impactos relevantes na competitividade, nos custos operacionais e nas estratégias de investimento de diversos setores da economia</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Crédito de PIS/Cofins sobre despesas com pessoal avança na Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 13:35:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[despesas]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A discussão sobre crédito de PIS/Cofins voltou ao centro do debate tributário após uma decisão recente da Justiça Federal. A medida abre espaço para empresas discutirem o aproveitamento de crédito de PIS/Cofins sobre determinadas despesas trabalhistas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">A discussão sobre <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">crédito de PIS/Cofins</span> voltou ao centro do debate tributário após uma decisão recente da Justiça Federal. A medida abre espaço para empresas discutirem o aproveitamento de <span class="notion-enable-hover" data-token-index="3">crédito de PIS/Cofins</span> sobre determinadas despesas trabalhistas.</span></strong></p>
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<h3><strong>Nova decisão judicial amplia discussão sobre créditos</strong></h3>
<p>Uma decisão liminar da Justiça Federal do Rio de Janeiro reconheceu o direito de uma empresa aproveitar <strong>crédito de PIS/Cofins</strong> sobre despesas com pessoal previstas em convenção coletiva de trabalho.</p>
<p>Na prática, a empresa buscava aproveitar créditos sobre gastos como alimentação, vestimenta e plano de saúde fornecidos aos trabalhadores.</p>
<p>Inicialmente, a Receita Federal havia negado o pedido, alegando que essas despesas não se enquadram como insumos para fins de geração de <strong>crédito de PIS/Cofins</strong>.</p>
<h3><strong>Entendimento da Receita Federal</strong></h3>
<p>O posicionamento da Receita se baseia na Instrução Normativa nº 2.121, que exclui do conceito de insumo despesas relacionadas ao suporte da atividade dos empregados, como:</p>
<ul>
<li>alimentação</li>
<li>vestimenta</li>
<li>cursos</li>
<li>plano de saúde</li>
<li>seguro de vida</li>
</ul>
<p>Segundo esse entendimento, tais despesas não gerariam <strong>crédito de PIS/Cofins</strong>, mesmo quando vinculadas à atividade empresarial.</p>
<h3><strong>O papel da convenção coletiva</strong></h3>
<p>O ponto central da decisão judicial está na natureza dessas despesas.</p>
<p>No caso analisado, os gastos foram estabelecidos por meio de convenção coletiva da categoria. Após a reforma trabalhista, as negociações coletivas passaram a ter força de lei, entendimento que também foi confirmado pelo Supremo Tribunal Federal.</p>
<p>Dessa forma, o argumento apresentado foi que despesas obrigatórias por norma coletiva podem ser consideradas relevantes para a atividade empresarial, o que poderia permitir o aproveitamento de <strong>crédito de PIS/Cofins</strong>.</p>
<h3><strong>Precedente do STJ sobre conceito de insumo</strong></h3>
<p>A discussão também se apoia no entendimento do Superior Tribunal de Justiça sobre o conceito de insumo para fins de <strong>crédito de PIS/Cofins</strong>.</p>
<p>No Tema 779, o STJ definiu que o conceito deve considerar dois critérios principais:</p>
<ul>
<li><strong>Essencialidade</strong>: quando o item é indispensável à atividade da empresa</li>
<li><strong>Relevância</strong>: quando há imposição legal ou regulatória para sua utilização</li>
</ul>
<p>Esse precedente abriu espaço para novas discussões judiciais sobre o alcance do <strong>crédito de PIS/Cofins</strong>.</p>
<h3><strong>Cenário ainda é incerto</strong></h3>
<p>Apesar da decisão favorável, o tema ainda enfrenta resistência nos tribunais. Em diversos julgados recentes, tribunais federais têm entendido que despesas com benefícios aos empregados não configuram insumos aptos a gerar <strong>crédito de PIS/Cofins</strong>.</p>
<p>Por isso, o debate ainda está em evolução e deve continuar sendo discutido nos tribunais superiores.</p>
<h3><strong>O que as empresas devem observar</strong></h3>
<p>Diante desse cenário, empresas que possuem despesas obrigatórias com pessoal especialmente aquelas previstas em convenções coletivas podem avaliar a viabilidade jurídica de discutir o aproveitamento de <strong>crédito de PIS/Cofins</strong>.</p>
<p>A análise deve considerar:</p>
<ul>
<li>natureza da despesa</li>
<li>existência de obrigação normativa</li>
<li>impacto na atividade empresarial</li>
<li>risco jurídico envolvido</li>
</ul>
<p>Com a evolução das decisões judiciais, o tema tende a ganhar cada vez mais relevância no planejamento tributário das empresas.</p>
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