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	<title>Arquivos debate - GRM Advogados</title>
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	<description>Advogados</description>
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	<title>Arquivos debate - GRM Advogados</title>
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	<item>
		<title>Créditos de PIS/COFINS Ganham Novo Debate no STJ</title>
		<link>https://grm.com.br/no-apagar-das-luzes-do-pis-cofins-stj-reabre-debate-sobre-creditos-de-insumos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[de Insumos]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Créditos]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo entendimento do STJ fortalece a tese de aproveitamento de créditos de PIS/COFINS e pode gerar recuperação tributária para empresas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">A discussão sobre créditos de PIS/COFINS voltou ao centro das atenções após recentes decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Para empresas que operam no regime não cumulativo, o tema pode representar oportunidades relevantes de recuperação tributária e impacto direto no caixa.</span></strong></p>
<h3><strong>Mudança de entendimento pode abrir novas oportunidades</strong></h3>
<p>O regime não cumulativo do PIS e da COFINS foi criado para evitar a incidência em cascata das contribuições ao longo da cadeia produtiva. Na prática, ele permite que as empresas aproveitem créditos de PIS/COFINS sobre determinados custos, despesas e insumos utilizados em suas operações.</p>
<p>A discussão surge quando esses insumos são adquiridos com benefícios fiscais, como alíquota zero ou suspensão das contribuições, mas o produto final é comercializado com tributação normal. A questão é simples: nesses casos, a empresa pode aproveitar os respectivos créditos de PIS/COFINS?</p>
<h3><strong>O que mudou no entendimento do STJ?</strong></h3>
<p>Durante anos, prevaleceu uma interpretação mais restritiva, que afastava o direito ao crédito em aquisições realizadas com alíquota zero.</p>
<p>Recentemente, porém, a 2ª Turma do STJ passou a adotar uma visão diferente. O entendimento é que isenção, alíquota zero e suspensão geram efeitos econômicos semelhantes dentro da sistemática da não cumulatividade. Assim, mesmo quando o insumo é adquirido sem tributação, a empresa pode ter direito aos créditos de PIS/COFINS se o produto final for vendido com incidência das contribuições.</p>
<p>As decisões envolveram inicialmente o setor petroquímico e, posteriormente, operações da cadeia do agronegócio, ampliando a relevância do tema para diversos segmentos da economia.</p>
<h3><strong>Quais empresas devem acompanhar essa discussão?</strong></h3>
<p>A tese pode interessar especialmente a empresas que utilizam insumos desonerados em seus processos produtivos e realizam saídas tributadas.</p>
<p>Entre os exemplos mais comuns estão operações envolvendo:</p>
<ul>
<li>Frutas e hortaliças;</li>
<li>Açúcar;</li>
<li>Soja e milho;</li>
<li>Fertilizantes e sementes;</li>
<li>Produtos agropecuários sujeitos à suspensão;</li>
<li>Insumos petroquímicos.</li>
</ul>
<p>Dependendo das características da operação, pode existir potencial para aproveitamento ou recuperação de créditos de PIS/COFINS referentes aos últimos cinco anos, observadas as particularidades de cada caso.</p>
<h3><strong>O tema já está definido?</strong></h3>
<p>Ainda não. Apesar das decisões favoráveis da 2ª Turma, a 1ª Turma do STJ mantém posicionamento diferente sobre a matéria.</p>
<p>Essa divergência aumenta a expectativa de que o tema seja analisado futuramente pela 1ª Seção do tribunal, responsável por uniformizar o entendimento das questões tributárias. Até lá, o cenário continua exigindo atenção e acompanhamento próximo.</p>
<h3><strong>Por que o momento merece atenção?</strong></h3>
<p>A discussão ocorre em um momento estratégico. Com a transição para o novo sistema criado pela Reforma Tributária e a futura substituição do PIS e da COFINS, muitas empresas estão revisitando suas operações para identificar oportunidades tributárias ainda existentes.</p>
<p>Nesse contexto, a análise da cadeia de insumos pode revelar créditos de PIS/COFINS que não vêm sendo aproveitados. Para os gestores, o tema vai além da discussão jurídica: trata-se de avaliar possíveis impactos financeiros, oportunidades de recuperação de valores e medidas que possam fortalecer a eficiência tributária do negócio nos próximos anos.</p>
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		<title>Efeito degrau na tributação de dividendos em debate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[dividendos]]></category>
		<category><![CDATA[Efeito degrau]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O efeito degrau na tributação de dividendos passou a ser questionado no STF pela OAB e pode alterar a forma como empresas e sócios são tributados. O tema é relevante porque impacta diretamente a carga tributária sobre lucros distribuídos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">efeito degrau na tributação de dividendos</span> passou a ser questionado no STF pela OAB e pode alterar a forma como empresas e sócios são tributados. O tema é relevante porque impacta diretamente a carga tributária sobre lucros distribuídos.</strong></span><!-- notionvc: 077dfbfe-32b9-4a33-adcb-ae0380b6d333 --></p>
<h3><strong>O que é o efeito degrau na tributação de dividendos</strong></h3>
<p>O <strong>efeito degrau na tributação de dividendos</strong> ocorre quando, ao ultrapassar o limite de isenção, o contribuinte passa a ser tributado sobre o valor total recebido e não apenas sobre o excedente.</p>
<p>Na prática, isso significa que um pequeno aumento na distribuição de lucros pode gerar uma tributação significativamente maior. Esse modelo rompe com a lógica tradicional de progressividade, comum no Imposto de Renda.</p>
<h3><strong>Por que o modelo está sendo questionado</strong></h3>
<p>O <strong>efeito degrau na tributação de dividendos</strong> é alvo de questionamento por potencial distorção na cobrança do imposto. A crítica central é que o modelo penaliza o crescimento da renda, ao invés de tributá-lo de forma gradual.</p>
<p>Segundo a ação apresentada, essa sistemática pode desestimular a distribuição de resultados e afetar decisões empresariais. Além disso, há o entendimento de que o modelo pode comprometer princípios como capacidade contributiva e proporcionalidade.</p>
<h3><strong>O que está em análise no STF</strong></h3>
<p>O Supremo Tribunal Federal deverá analisar a constitucionalidade do <strong>efeito degrau na tributação de dividendos</strong>. A discussão envolve dispositivos da Lei nº 15.270/2025 que tratam da forma de cálculo do imposto.</p>
<p>O pedido busca a aplicação da chamada progressividade marginal. Nesse modelo, apenas a parcela que ultrapassa o limite de isenção seria tributada, evitando saltos abruptos na carga tributária.</p>
<p>Caso o STF acolha esse entendimento, o <strong>efeito degrau na tributação de dividendos</strong> poderá ser ajustado sem necessidade de invalidar toda a norma.</p>
<h3><strong>Impactos para empresas e sócios</strong></h3>
<p>O <strong>efeito degrau na tributação de dividendos</strong> pode influenciar diretamente o planejamento tributário. Empresas podem repensar a forma e o momento de distribuição de lucros para evitar aumento desproporcional de impostos.</p>
<p>Além disso, a insegurança sobre o tema exige atenção redobrada. Mudanças no entendimento podem gerar reflexos tanto para períodos futuros quanto para situações já ocorridas.</p>
<h3><strong>Como se preparar diante do cenário</strong></h3>
<p>Diante da incerteza, acompanhar a evolução do julgamento é essencial. O <strong>efeito degrau na tributação de dividendos</strong> deve ser monitorado de perto, especialmente por empresas que realizam distribuições frequentes.</p>
<p>Uma análise preventiva permite avaliar riscos e identificar oportunidades de ajuste. Mais do que uma questão técnica, o <strong>efeito degrau na tributação de dividendos</strong> se tornou um ponto estratégico para a gestão financeira e tributária.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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