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	<title>Arquivos créditos - GRM Advogados</title>
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	<description>Advogados</description>
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	<title>Arquivos créditos - GRM Advogados</title>
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	<item>
		<title>Carf despesas com IPTU e taxa condominial em contratos de locação geram créditos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 13:25:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[CARF]]></category>
		<category><![CDATA[contratos]]></category>
		<category><![CDATA[créditos]]></category>
		<category><![CDATA[despesas]]></category>
		<category><![CDATA[IPTU]]></category>
		<category><![CDATA[locação]]></category>
		<category><![CDATA[taxa condominial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decisão do CARF ampliou o uso de créditos de PIS/COFINS ao permitir incluir despesas de locação, como IPTU e condomínio, desde que previstas em contrato e ligadas à atividade da empresa, abrindo espaço para recuperação de valores e ganho de eficiência tributária.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong><span class="notion-enable-hover" data-token-index="0">Créditos de PIS/COFINS</span> ganham novo destaque após recente decisão administrativa. O tema impacta diretamente empresas que possuem contratos de locação e buscam eficiência tributária.</strong></span><!-- notionvc: abfaa63d-3e39-4e3a-8ffb-ba000cc612ce --></p>
<h3><strong>Decisão amplia possibilidade de créditos</strong></h3>
<p>Uma decisão recente do CARF reconheceu que despesas como IPTU e taxa condominial, quando assumidas pelo locatário e vinculadas à atividade empresarial, podem gerar <strong>créditos de PIS/COFINS</strong>.</p>
<p>Na prática, isso significa que não apenas o aluguel, mas também encargos previstos em contrato podem ser considerados como custo necessário à operação da empresa.</p>
<h3><strong>O que entra como crédito na prática</strong></h3>
<p>Para fins de <strong>créditos de PIS/COFINS</strong>, podem ser incluídos:</p>
<ul>
<li>IPTU</li>
<li>Taxa condominial</li>
<li>Energia elétrica</li>
<li>Água</li>
<li>Outros encargos previstos no contrato</li>
</ul>
<p>Desde que essas despesas estejam diretamente relacionadas à atividade da empresa, passam a ser tratadas como insumos operacionais.</p>
<h3><strong>Contrato é o ponto-chave</strong></h3>
<p>O aproveitamento de <strong>créditos de PIS/COFINS</strong> depende de um ponto essencial:</p>
<p>&#x1f449; A previsão contratual.</p>
<p>Se o contrato de locação estabelece que o locatário é responsável por esses custos, eles deixam de ser apenas reembolsos e passam a integrar o custo da operação.</p>
<p>Isso reforça a importância de uma análise detalhada dos contratos vigentes.</p>
<h3><strong>Impacto financeiro e recuperação de valores</strong></h3>
<p>Além do aproveitamento atual, a decisão abre espaço para recuperação de <strong>créditos de PIS/COFINS</strong> dos últimos 5 anos.</p>
<p>Isso pode representar:</p>
<ul>
<li>Redução de carga tributária</li>
<li>Geração de caixa</li>
<li>Compensações futuras</li>
</ul>
<p>Para empresas com múltiplos contratos de locação, o impacto pode ser relevante.</p>
<h3><strong>Oportunidade com a Reforma Tributária</strong></h3>
<p>Com a transição para a CBS, empresas que possuem <strong>créditos de PIS/COFINS</strong> precisam se atentar aos prazos.</p>
<p>Os créditos poderão ser utilizados para compensação futura, desde que devidamente registrados até o período de transição.</p>
<h3><strong>Conclusão</strong></h3>
<p>O reconhecimento dos <strong>créditos de PIS/COFINS</strong> sobre despesas acessórias de locação representa uma oportunidade concreta de eficiência tributária.</p>
<p>Empresas que revisam seus contratos e mapeiam esses valores tendem a melhorar sua posição financeira e aproveitar melhor os benefícios disponíveis.</p>
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<p><!-- notionvc: 426b824b-091c-4e57-b060-d10d23389bf4 --></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Créditos de PIS e Cofins: STJ limita direito de comerciantes</title>
		<link>https://grm.com.br/creditos-de-pis-e-cofins-stj-limita-direito-de-comerciantes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[comerciantes]]></category>
		<category><![CDATA[créditos]]></category>
		<category><![CDATA[limita direito]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o IPI não recuperável não pode integrar a base de cálculo dos créditos de PIS e Cofins na compra de mercadorias para revenda. Como o comerciante não é contribuinte direto do IPI, o imposto não pode gerar créditos no regime não cumulativo. A decisão foi tomada em recurso repetitivo e passa a orientar casos semelhantes na Justiça.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A discussão sobre <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">créditos de PIS e Cofins</span> ganhou novo capítulo após decisão da 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça. O tribunal entendeu que o IPI não recuperável não pode compor a base de cálculo dos <span class="notion-enable-hover" data-token-index="3">créditos de PIS e Cofins</span>.</strong></span><!-- notionvc: ea609a36-9611-4b5d-9784-dc7605cb9e75 --></p>
<h3><strong>Decisão do STJ sobre créditos de PIS e Cofins</strong></h3>
<p>O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o <strong>IPI incidente na aquisição de mercadorias para revenda não gera créditos de PIS e Cofins</strong>.</p>
<p>O entendimento foi firmado pela 1ª Seção da Corte em julgamento sob a sistemática de recursos repetitivos. Com isso, a tese passa a orientar as decisões das instâncias inferiores do Judiciário.</p>
<p>Na prática, o tribunal concluiu que o valor do IPI pago pelo comerciante na compra de mercadorias <strong>não pode ser incluído na base de cálculo dos créditos de PIS/Cofins</strong>.</p>
<h3><strong>Por que o IPI não gera créditos de PIS e Cofins</strong></h3>
<p>Na cadeia de circulação de mercadorias, o IPI normalmente é recolhido pelo fabricante ou importador.</p>
<p>Quando o produto é vendido ao comerciante, o imposto costuma estar embutido no preço da mercadoria. No entanto, como o comerciante <strong>não é contribuinte direto do IPI</strong>, o imposto não pode ser compensado posteriormente.</p>
<p>Por essa razão, o STJ entendeu que o valor do IPI <strong>não pode ser tratado como custo apto a gerar créditos de PIS e Cofins</strong> no regime não cumulativo.</p>
<h3><strong>Discussão envolvia o conceito de insumos</strong></h3>
<p>A controvérsia surgiu porque contribuintes defendiam que o valor do IPI deveria integrar o custo de aquisição da mercadoria.</p>
<p>Assim, esse valor poderia ser considerado na base de cálculo dos <strong>créditos de PIS e Cofins</strong>, ampliando o alcance da não cumulatividade dessas contribuições.</p>
<p>Entretanto, a decisão do STJ afastou essa interpretação e confirmou que <strong>o IPI não recuperável não pode integrar a base de cálculo dos créditos de PIS\Cofins</strong>.</p>
<h3><strong>Impactos da decisão para empresas</strong></h3>
<p>A decisão representa um precedente relevante para empresas que atuam na comercialização de mercadorias.</p>
<p>Isso porque o entendimento limita a possibilidade de ampliar a base de cálculo dos <strong>créditos de PIS/Cofins</strong> nas operações de revenda.</p>
<p>Como o julgamento ocorreu sob o rito dos repetitivos, o posicionamento será <strong>aplicado de forma uniforme pelos tribunais</strong> em casos semelhantes.</p>
<h3><strong>O que empresas devem avaliar</strong></h3>
<p>Diante desse cenário, empresas que operam no regime não cumulativo devem avaliar como essa decisão pode impactar seus <strong>créditos de PIS\Cofins</strong>.</p>
<p>Revisões de procedimentos fiscais e análises de riscos podem ser necessárias para garantir conformidade com o entendimento consolidado pelo STJ sobre os <strong>créditos de PIS\Cofins</strong>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lei 224/2025 restringe créditos de PIS e Cofins</title>
		<link>https://grm.com.br/lei-224-2025-restringe-creditos-de-pis-e-cofins/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 13:35:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[a norma impede o aproveitamento de créditos]]></category>
		<category><![CDATA[créditos]]></category>
		<category><![CDATA[o que pode aumentar a carga tributária e gerar questionamentos jurídicos por possível violação ao princípio da não cumulatividade]]></category>
		<category><![CDATA[PIS E COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[restringe]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5865</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Lei Complementar 224/2025 determinou que produtos antes sujeitos à alíquota zero de PIS e Cofins passarão a ser tributados em 0,925% a partir de abril de 2026. No entanto, a norma impede o aproveitamento de créditos, o que pode aumentar a carga tributária e gerar questionamentos jurídicos por possível violação ao princípio da não cumulatividade</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/lei-224-2025-restringe-creditos-de-pis-e-cofins/">Lei 224/2025 restringe créditos de PIS e Cofins</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">A Lei Complementar 224/2025 trouxe mudanças relevantes no regime de créditos de PIS e Cofins, afetando produtos antes sujeitos à alíquota zero ou isenção. A nova regra tem gerado debates jurídicos por possível violação ao princípio da não cumulatividade.</span></strong></p>
<h3><strong>Mudança nas alíquotas de PIS e Cofins</strong></h3>
<p>A <strong>Lei Complementar 224/2025</strong> determinou a redução de diversos incentivos fiscais federais, incluindo aqueles relacionados ao <strong>PIS e Cofins</strong>.</p>
<p>Com a nova regra, produtos anteriormente sujeitos à <strong>alíquota zero de PIS e Cofins</strong> passarão a ser tributados a partir de <strong>1º de abril de 2026</strong>, com aplicação de alíquota equivalente a <strong>10% da alíquota padrão</strong>, resultando em tributação de <strong>0,925%</strong>.</p>
<h3><strong>Restrição ao crédito de PIS e Cofins</strong></h3>
<p>Apesar da volta da tributação, o §7º do artigo 4º da <strong>Lei Complementar 224/2025</strong> estabeleceu uma restrição relevante:</p>
<p>os adquirentes dessas mercadorias <strong>não poderão aproveitar créditos de PIS e Cofins</strong> nas operações.</p>
<p>Na prática, a operação passa a sofrer tributação, mas <strong>sem o correspondente direito ao crédito de PIS e Cofins</strong>, o que pode gerar aumento efetivo da carga tributária.</p>
<h3><strong>Possível violação à não cumulatividade</strong></h3>
<p>A restrição ao <strong>crédito de PIS e Cofins</strong> levanta questionamentos jurídicos relevantes.</p>
<p>Isso porque o regime não cumulativo dessas contribuições, previsto nas <strong>Leis nº 10.637/2002 e nº 10.833/2003</strong>, foi criado justamente para permitir a compensação do tributo pago nas etapas anteriores da cadeia.</p>
<p>Ao impedir o aproveitamento do <strong>crédito de PIS e Cofins</strong>, a nova regra pode gerar cumulatividade tributária, contrariando a lógica do sistema.</p>
<h3><strong>Entendimento do Supremo Tribunal Federal</strong></h3>
<p>O Supremo Tribunal Federal já analisou limites à restrição de <strong>créditos de PIS e Cofins</strong>.</p>
<p>No <strong>Tema 756</strong>, o tribunal reconheceu que o legislador pode disciplinar o regime de créditos, mas não possui liberdade absoluta para restringi-los de forma arbitrária, sob risco de esvaziar o próprio regime não cumulativo.</p>
<h3><strong>Possíveis discussões judiciais</strong></h3>
<p>Diante desse cenário, a limitação ao <strong>crédito de PIS e Cofins</strong> prevista na <strong>Lei Complementar 224/2025</strong> tem sido objeto de debate no meio jurídico.</p>
<p>Empresas que adquirem mercadorias anteriormente beneficiadas por alíquota zero devem avaliar:</p>
<ul>
<li>os impactos da nova tributação</li>
<li>a impossibilidade de aproveitamento do <strong>crédito de PIS e Cofins</strong></li>
<li>eventuais medidas para reduzir o aumento da carga tributária</li>
</ul>
<p>A análise individualizada das operações torna-se essencial para avaliar os efeitos práticos da nova regra e as possíveis estratégias jurídicas diante dessa mudança legislativa.</p>
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