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	<title>Arquivos benefício tributário - GRM Advogados</title>
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	<description>Advogados</description>
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	<title>Arquivos benefício tributário - GRM Advogados</title>
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	<item>
		<title>Falência pode ser pedida pela Fazenda Pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 14:37:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[benefício tributário]]></category>
		<category><![CDATA[falencia]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda publica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falência passou a ser um risco concreto para empresas devedoras após decisão inédita do Superior Tribunal de Justiça. O entendimento amplia os instrumentos de cobrança do crédito público quando a execução fiscal não gera resultados.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Falência passou a ser um risco concreto para empresas devedoras após decisão inédita do Superior Tribunal de Justiça. O entendimento amplia os instrumentos de cobrança do crédito público quando a execução fiscal não gera resultados.</strong></span></p>
<hr />
<h2><strong>O que decidiu o STJ</strong></h2>
<p>A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu, por unanimidade, que a Fazenda Pública pode requerer a <strong>falência</strong> de empresas devedoras quando a execução fiscal se mostrar ineficaz.</p>
<p>Segundo o tribunal, se os meios tradicionais de cobrança judicial não atingirem o patrimônio do devedor, o pedido de <strong>falência</strong> passa a ser um instrumento legítimo para satisfação do crédito público.</p>
<hr />
<h2><strong>Por que a decisão é inédita</strong></h2>
<p>Essa foi a primeira vez que o STJ reconheceu expressamente o interesse processual da Fazenda Pública em pedir a <strong>falência</strong> de uma empresa.</p>
<p>O entendimento afasta a ideia de que o Fisco estaria limitado exclusivamente à execução fiscal, ampliando o alcance das medidas de cobrança em cenários de inadimplência prolongada.</p>
<hr />
<h2><strong>Base legal para o pedido de falência</strong></h2>
<p>A ministra relatora destacou que a Lei de Falências autoriza que <strong>qualquer credor</strong> requeira a falência, sem distinção entre credores públicos e privados.</p>
<p>Além disso, as alterações trazidas pela Lei nº 14.112/2020 reforçaram a atuação do Fisco no processo falimentar, criando mecanismos específicos para a classificação do crédito público e prevendo a suspensão das execuções fiscais após a decretação da <strong>falência</strong>.</p>
<hr />
<h2><strong>Impactos práticos para as empresas</strong></h2>
<p>Com esse novo entendimento, empresas com débitos fiscais relevantes passam a enfrentar riscos adicionais, como:</p>
<ul>
<li>Ampliação das medidas de cobrança pela Fazenda;</li>
<li>Possibilidade de pedido de <strong>falência</strong> mesmo sem iniciativa de credores privados;</li>
<li>Aumento da pressão financeira e reputacional;</li>
<li>Necessidade de maior atenção à gestão do passivo tributário.</li>
</ul>
<p>A <strong>falência</strong>, nesse contexto, deixa de ser um risco apenas contratual e passa a integrar o cenário da inadimplência fiscal.</p>
<hr />
<h2><strong>O que muda na estratégia empresarial</strong></h2>
<p>A decisão exige uma postura mais preventiva das empresas. Dívidas fiscais não solucionadas e execuções frustradas podem abrir espaço para o pedido de <strong>falência</strong>, afetando diretamente a continuidade do negócio.</p>
<p>Gestão ativa do contencioso tributário, negociação com o Fisco e análise do risco fiscal tornam-se medidas essenciais para evitar consequências mais graves.</p>
<hr />
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>O novo posicionamento do STJ redefine o papel da <strong>falência</strong> na cobrança de créditos tributários. Para empresários, o recado é claro: a inadimplência fiscal prolongada pode gerar efeitos muito mais severos do que a simples execução judicial.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Tese do Século: Receita trava compensações</title>
		<link>https://grm.com.br/tese-do-seculo-receita-trava-compensacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:38:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[benefício tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[tese do século]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Tese do Século segue gerando efeitos relevantes, agora com fiscalização mais rigorosa da Receita Federal sobre os créditos de PIS e Cofins. Mesmo após decisão favorável do STF, empresas enfrentam glosas que impedem ou atrasam compensações administrativas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Tese do Século segue gerando efeitos relevantes, agora com fiscalização mais rigorosa da Receita Federal sobre os créditos de PIS e Cofins. Mesmo após decisão favorável do STF, empresas enfrentam glosas que impedem ou atrasam compensações administrativas.</strong></span></p>
<hr />
<h2>O que está acontecendo com a <strong>Tese do Século</strong></h2>
<p>A <strong>Tese do Século</strong> decorre do julgamento do Tema 69 pelo Supremo Tribunal Federal, que afastou o ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins. Apesar do mérito estar pacificado, a aplicação prática da <strong>Tese do Século</strong> ainda gera controvérsias.</p>
<p>A Receita Federal intensificou a análise dos pedidos de habilitação e compensação dos créditos, passando a glosar valores em diversas situações específicas. Na prática, isso tem travado compensações e ampliado o contencioso tributário.</p>
<hr />
<h2><strong>Tese do Século</strong> e o cálculo do ICMS (gross up)</h2>
<p>Um dos principais focos de glosa está no cálculo do ICMS a excluir da base do PIS e da Cofins. Muitos contribuintes aplicaram o <strong>gross up</strong> para retirar todo o efeito do ICMS do preço, entendendo que a <strong>Tese do Século</strong> exige a exclusão integral do imposto.</p>
<p>A Receita Federal, porém, adota interpretação restritiva e aceita apenas o ICMS destacado em nota fiscal, glosando créditos calculados com gross up. Esse ponto segue sem posição definitiva nos tribunais administrativos, o que mantém a <strong>Tese do Século</strong> em disputa prática.</p>
<hr />
<h2>Compensações não homologadas e a <strong>Tese do Século</strong></h2>
<p>Outro entrave recorrente envolve débitos cuja compensação anterior não foi homologada. Nesses casos, a Receita entende que não há crédito disponível para fins da <strong>Tese do Século</strong>, impedindo novas compensações até o fim do processo administrativo.</p>
<p>Mesmo quando apenas parte do crédito é afetada, é comum a glosa atingir todo o pedido, aumentando o risco financeiro para as empresas.</p>
<hr />
<h2>Parcelamentos e créditos da <strong>Tese do Século</strong></h2>
<p>Há também glosas quando o contribuinte inclui, no pedido de habilitação da <strong>Tese do Século</strong>, valores vinculados a parcelamentos ainda não quitados. A Receita entende que só existe crédito após o efetivo pagamento.</p>
<p>Embora existam decisões administrativas em sentido diverso, esse ponto exige atenção operacional e documental para evitar bloqueios desnecessários.</p>
<hr />
<h2>Correção pela Selic na <strong>Tese do Século</strong></h2>
<p>Outro debate relevante é o marco inicial da Selic. A Receita defende que a atualização só começa no trânsito em julgado, enquanto contribuintes sustentam que deve contar desde o pagamento indevido.</p>
<p>Não há consenso definitivo. O tema segue gerando glosas e novas discussões administrativas e judiciais, inclusive com referência à Súmula 411 do Superior Tribunal de Justiça.</p>
<hr />
<h2>Ações coletivas e riscos na <strong>Tese do Século</strong></h2>
<p>Créditos reconhecidos em ações coletivas também têm sido alvo de fiscalização mais severa. A Receita passou a exigir comprovação de filiação prévia, pertinência temática e limites territoriais, com base em instruções normativas recentes.</p>
<p>Esse rigor tem levado muitas empresas a discutir judicialmente a aplicação da <strong>Tese do Século</strong>, especialmente quando a decisão coletiva não impôs restrições expressas.</p>
<hr />
<h2>O que as empresas devem observar</h2>
<p>A <strong>Tese do Século</strong> continua válida, mas sua execução exige cautela. Revisão técnica dos cálculos, análise do histórico de compensações, atenção a parcelamentos e à origem do crédito são medidas essenciais para reduzir riscos.</p>
<p>Em um cenário de fiscalização intensificada, a correta aplicação da <strong>Tese do Século</strong> pode ser a diferença entre aproveitar um crédito relevante ou enfrentar glosas que comprometem o fluxo de caixa e geram litígios prolongados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>EFD-Contribuições na Reforma Tributária: o que muda</title>
		<link>https://grm.com.br/efd-contribuicoes-na-reforma-tributaria-o-que-muda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 18:01:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[benefício tributário]]></category>
		<category><![CDATA[EFD]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A EFD-Contribuições segue sendo uma obrigação relevante mesmo com a Reforma Tributária e a substituição do PIS e da COFINS pela CBS. Entender como a EFD-Contribuições funcionará na transição é essencial para evitar riscos fiscais e preservar créditos acumulados. O que acontece com a EFD-Contribuições a partir de 2027 Com a entrada em vigor plena [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A EFD-Contribuições segue sendo uma obrigação relevante mesmo com a Reforma Tributária e a substituição do PIS e da COFINS pela CBS. Entender como a EFD-Contribuições funcionará na transição é essencial para evitar riscos fiscais e preservar créditos acumulados.</strong></span></p>
<hr />
<h3><strong>O que acontece com a EFD-Contribuições a partir de 2027</strong></h3>
<p>Com a entrada em vigor plena da CBS em 2027, <strong>não haverá novos fatos geradores de PIS e COFINS</strong>, o que encerra a apuração corrente desses tributos. Ainda assim, a <strong>EFD-Contribuições</strong> <strong>não será extinta de imediato</strong>.</p>
<p>Isso ocorre porque a legislação exige a manutenção das informações para fins de fiscalização, controle e eventual retificação, preservando a integridade da <strong>EFD-Contribuições</strong> mesmo após o fim do PIS e da COFINS</p>
<hr />
<h3><strong>Manutenção da EFD-Contribuições por no mínimo cinco anos</strong></h3>
<p>A <strong>EFD-Contribuições</strong> deverá ser <strong>armazenada digitalmente</strong> por, no mínimo, cinco anos após 2026. Esse período é fundamental para:</p>
<ul>
<li>Controle dos <strong>saldos credores de PIS e COFINS</strong> gerados até 31/12/2026;</li>
<li>Possibilidade de <strong>retificação de informações</strong>;</li>
<li>Utilização desses créditos em <strong>compensações futuras</strong>, inclusive com a CBS, conforme a regulamentação aplicável.</li>
</ul>
<p>Ou seja, a <strong>EFD-Contribuições</strong> continua sendo um instrumento estratégico de gestão tributária, e não apenas uma obrigação formal.</p>
<hr />
<h3><strong>Não haverá mudança no leiaute da EFD-Contribuições em 2026</strong></h3>
<p>Durante o ano de 2026, <strong>não haverá alteração no leiaute da EFD-Contribuições</strong> para inclusão de CBS, IBS ou Imposto Seletivo. Os valores desses novos tributos <strong>não devem ser somados</strong> aos registros atuais da escrituração.</p>
<p>Na prática, a <strong>EFD-Contribuições</strong> seguirá exatamente o mesmo padrão já conhecido pelos contribuintes ao longo de 2026, evitando impactos operacionais imediatos.</p>
<hr />
<h3><strong>Como ficam os novos documentos fiscais eletrônicos</strong></h3>
<p>A Reforma Tributária criou novos documentos fiscais eletrônicos, como notas específicas para serviços de saneamento, gás, transporte aéreo e alienação de imóveis. Enquanto a <strong>EFD-Contribuições</strong> não for adaptada para recepcionar esses documentos, a orientação é clara:</p>
<ul>
<li>As operações devem ser <strong>escrituradas nos registros já existentes</strong>;</li>
<li>Quando houver campo de modelo do documento (COD_MOD), deve ser utilizado o <strong>código 55 (NF-e)</strong>;</li>
<li>Os demais campos seguem o <strong>Guia Prático atual da EFD-Contribuições</strong>.</li>
</ul>
<p>Essa padronização evita inconsistências e reduz riscos de autuação durante a transição.</p>
<hr />
<h3><strong>Por que empresas precisam agir desde já</strong></h3>
<p>A correta gestão da <strong>EFD-Contribuições</strong> no período de transição impacta diretamente:</p>
<ul>
<li>A <strong>segurança fiscal</strong> da empresa;</li>
<li>O <strong>aproveitamento de créditos acumulados</strong>;</li>
<li>A preparação para a convivência entre o sistema atual e o novo modelo tributário.</li>
</ul>
<p>Ignorar a relevância da <strong>EFD-Contribuições</strong> neste momento pode gerar perdas financeiras e contingências futuras.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>São Paulo retoma isenção para Área de Livre Comércio</title>
		<link>https://grm.com.br/sao-paulo-retoma-isencao-para-area-de-livre-comercio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 17:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[benefício tributário]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A isenção do ICMS nas operações destinadas às Áreas de Livre Comércio voltou a ser aplicada no Estado de São Paulo. A medida decorre de nova regulamentação publicada pelo governo estadual.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A isenção do ICMS nas operações destinadas às Áreas de Livre Comércio voltou a ser aplicada no Estado de São Paulo. A medida decorre de nova regulamentação publicada pelo governo estadual.</strong></span></p>
<hr />
<h3><strong>Publicação do novo decreto</strong></h3>
<p>Foi publicado o Decreto nº 70.348, de 29 de janeiro de 2026, que acrescentou o artigo 185 ao Anexo I do RICMS/SP, estabelecendo a <strong>isenção do ICMS</strong> nas operações destinadas às Áreas de Livre Comércio.</p>
<p>Com essa alteração, a <strong>isenção do ICMS</strong> passa a ter fundamento expresso no artigo 185 do Anexo I do regulamento paulista.</p>
<hr />
<h3><strong>Período em que a isenção do ICMS não foi aplicada</strong></h3>
<p>A <strong>isenção do ICMS</strong> deixou de ser aplicada a partir de 1º de janeiro de 2025, em razão da não prorrogação do benefício pelo Estado de São Paulo naquele momento.</p>
<hr />
<h3><strong>Questionamento judicial sobre a isenção do ICMS</strong></h3>
<p>A não renovação da <strong>isenção do ICMS</strong> foi questionada pelo Estado do Amapá por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 7.844. O argumento apresentado foi de que a isenção constitui instrumento de desenvolvimento de regiões menos favorecidas, estando relacionada ao princípio constitucional de redução das desigualdades regionais.</p>
<hr />
<h3><strong>Situação atual da isenção do ICMS em São Paulo</strong></h3>
<p>Com a publicação do Decreto nº 70.348/2026, o Estado de São Paulo restabeleceu a <strong>isenção do ICMS</strong> nas operações destinadas às Áreas de Livre Comércio. O benefício volta a ser aplicado com efeitos a partir de 29 de dezembro de 2025, nos termos do artigo 185 do Anexo I do RICMS/SP.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Faturamento do Polo Industrial de Manaus atinge recorde histórico</title>
		<link>https://grm.com.br/faturamento-do-polo-industrial-de-manaus-atinge-recorde-historico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 17:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[benefício tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Polo Industrial de Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[zfm]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Polo Industrial de Manaus (PIM) alcançou um marco inédito: o faturamento ultrapassou R$ 20 bilhões em setembro de 2025, consolidando a força e a maturidade do modelo Zona Franca de Manaus (ZFM). O resultado reforça a relevância econômica e tributária do polo para o desenvolvimento da região Norte.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O Polo Industrial de Manaus (PIM) alcançou um marco inédito: o faturamento ultrapassou R$ 20 bilhões em setembro de 2025, consolidando a força e a maturidade do modelo Zona Franca de Manaus (ZFM). O resultado reforça a relevância econômica e tributária do polo para o desenvolvimento da região Norte.</strong></span></p>
<hr />
<h3><strong>Crescimento consistente e superação de recordes</strong></h3>
<p>Com <strong>R$ 20,07 bilhões</strong> faturados em setembro, o <strong>Polo Industrial de Manaus</strong> superou o recorde anterior de <strong>R$ 19,4 bilhões</strong>, registrado em maio de 2025.<br />
No acumulado de janeiro a setembro, o faturamento chegou a <strong>R$ 167,94 bilhões</strong>, representando <strong>alta de 10,45%</strong> em relação a 2024. O desempenho confirma a retomada industrial e o fortalecimento da cadeia produtiva, impulsionada pelos incentivos fiscais assegurados pelo <strong>Decreto-Lei nº 288/1967</strong>.</p>
<hr />
<h3><strong>Emprego e diversificação setorial</strong></h3>
<p>A média mensal de empregos diretos atingiu <strong>131.304 trabalhadores</strong>, crescimento de <strong>7,57%</strong> frente ao ano anterior.<br />
Entre os segmentos que mais contribuíram para o avanço do <strong>Polo Industrial de Manaus</strong>, destacam-se os setores de <strong>Bens de Informática, Duas Rodas, Eletroeletrônico, Químico e Termoplástico</strong>.<br />
Os maiores crescimentos foram observados nos ramos de <strong>Duas Rodas, Madeireiro e Vestuário/Calçados</strong>, com destaque para a produção de <strong>motocicletas, condicionadores de ar, tablets e bicicletas</strong>.</p>
<hr />
<h3><strong>Segurança jurídica e maturidade do modelo</strong></h3>
<p>De acordo com o superintendente da <strong>Suframa</strong>, o desempenho expressivo reflete a <strong>maturidade do modelo Zona Franca de Manaus</strong> e a <strong>segurança jurídica</strong> garantida pelo atual arcabouço legal. Essa estabilidade tem sido essencial para atrair investimentos e permitir que empresas planejem suas operações com previsibilidade tributária.</p>
<hr />
<h3><strong>Perspectivas e desafios</strong></h3>
<p>Apesar do crescimento, o <strong>Polo Industrial de Manaus</strong> ainda enfrenta debates sobre a <strong>sustentabilidade do modelo ZFM</strong> e a <strong>dependência de incentivos fiscais</strong>, especialmente diante da <strong>reforma tributária</strong> em curso.<br />
Para 2026, as expectativas são positivas: novos investimentos, ampliação de linhas produtivas e fortalecimento das cadeias industriais devem manter o ritmo de crescimento do polo.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>STF interrompe julgamento sobre multa em obrigação tributária</title>
		<link>https://grm.com.br/stf-interrompe-julgamento-sobre-multa-em-obrigacao-tributaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 14:53:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[benefício tributário]]></category>
		<category><![CDATA[decisão judicial]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O STF voltou a discutir a aplicação da multa em obrigação tributária, mas o julgamento foi novamente interrompido por pedido de vista. O tema é relevante para empresas de todos os setores, pois trata do limite da atuação fiscal e do impacto financeiro das penalidades.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 75%;">O STF voltou a discutir a aplicação da multa em obrigação tributária, mas o julgamento foi novamente interrompido por pedido de vista. O tema é relevante para empresas de todos os setores, pois trata do limite da atuação fiscal e do impacto financeiro das penalidades.</span></strong></span></h3>
<h2>O que está em análise</h2>
<p>A discussão envolve se a <strong>multa em obrigação tributária</strong> pode ter caráter confiscatório quando aplicada em casos de erro ou descumprimento de deveres acessórios, como emissão de notas fiscais e declarações fiscais.</p>
<h2>Divergências entre os ministros</h2>
<p>Até agora, já existem três correntes formadas:</p>
<ul>
<li><strong>Barroso, Toffoli e Zanin</strong>: defendem a necessidade da multa, mas divergem sobre o limite do valor aplicado.</li>
<li><strong>Toffoli</strong> propôs teto de até 60% do valor do tributo, podendo chegar a 100% em casos mais graves.</li>
<li><strong>Zanin</strong> abriu a possibilidade de analisar situações específicas, inclusive se a multa, mesmo dentro dos parâmetros, tiver efeito confiscatório.</li>
</ul>
<h2>Impacto para as empresas</h2>
<p>O caso concreto envolve a Eletronorte, multada em R$ 168 milhões por não emitir notas fiscais em compras de diesel para geração de energia. Embora o imposto já tivesse sido recolhido, a penalidade foi aplicada pelo descumprimento da <strong>obrigação tributária</strong> acessória.</p>
<h2>O que esperar</h2>
<p>O desfecho desse julgamento será decisivo para definir os limites da <strong>multa em obrigação tributária</strong>. Empresários devem acompanhar de perto, já que a decisão do STF poderá influenciar diretamente a forma como os fiscos estaduais e federal aplicam penalidades em casos semelhantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/09/stf_interrompe_julgamento_sobre_multa_em_obrigacao_tributaria.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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			</item>
		<item>
		<title>STJ afasta prazo para cobrança tributária</title>
		<link>https://grm.com.br/stj-afasta-prazo-para-cobranca-tributaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 19:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[benefício tributário]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5512</guid>

					<description><![CDATA[<p>O STJ afasta prazo para cobrança tributária, decisão que impacta diretamente empresas de todos os setores. O tema redefine a segurança jurídica na discussão de débitos fiscais.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/stj-afasta-prazo-para-cobranca-tributaria/">STJ afasta prazo para cobrança tributária</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><span style="color: #ff6600;"><strong><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O STJ afasta prazo para cobrança tributária, decisão que impacta diretamente empresas de todos os setores. O tema redefine a segurança jurídica na discussão de débitos fiscais.</span></strong></span></p>
<hr />
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><strong><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z" style="font-size: 120%;">O que foi julgado</span></strong></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu de forma favorável aos contribuintes e entendeu que não se aplica prazo decadencial em mandado de segurança. Até então havia precedentes divergentes da 1ª e 2ª Turmas do STJ &#8211; a primeira mais favorável e a segunda desfavorável ao contribuinte.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><strong><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z" style="font-size: 120%;">Impacto para as empresas</span></strong></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">O julgamento foi muito importante para os contribuintes, pois coloca um ponto final na discussão sobre o prazo decadencial, para que se possa discutir qualquer tipo de alterações legislativas ou majorações de alíquota através do mandado de segurança, mecanismo muito utilizado por seu baixo custo, celeridade e ausência de condenação de honorários de sucumbência.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><strong><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z" style="font-size: 120%;">Conclusão</span></strong></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A decisão reforça a importância da segurança jurídica e do caráter preventivo do mandado de segurança, harmonizando técnica processual e realidade material. Com isso, evita-se que a decadência seja usada como obstáculo à tutela de direitos fundamentais e garante-se maior efetividade à justiça fiscal.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/09/stj_afasta_prazo_para_cobranca_tributaria.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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			</item>
		<item>
		<title>Compensações tributárias: Justiça derruba limite imposto pela Receita para créditos superiores à 10 milhões de reais</title>
		<link>https://grm.com.br/compensacoes-tributarias-justica-derruba-limite-imposto-pela-receita-para-creditos-superiores-a-10-milhoes-de-reais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 13:31:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[benefício tributário]]></category>
		<category><![CDATA[compensações tributárias]]></category>
		<category><![CDATA[justiça federal]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5475</guid>

					<description><![CDATA[<p>Empresas com créditos acumulados de tributos têm obtido vitórias importantes na Justiça. A discussão sobre compensações tributárias ganha força e pode representar impacto direto no fluxo de caixa das companhias.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/compensacoes-tributarias-justica-derruba-limite-imposto-pela-receita-para-creditos-superiores-a-10-milhoes-de-reais/">Compensações tributárias: Justiça derruba limite imposto pela Receita para créditos superiores à 10 milhões de reais</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Empresas com créditos acumulados de tributos têm obtido vitórias importantes na Justiça. A discussão sobre compensações tributárias ganha força e pode representar impacto direto no fluxo de caixa das companhias.</strong></span></p>
<h2><strong>O que está em jogo</strong></h2>
<p>A Receita Federal vinha impondo limites mensais para compensar tributos, o que restringia a utilização imediata de créditos acumulados acima de <strong>R$ 10 milhões</strong>. Diversas empresas questionaram essa trava judicialmente, sob o argumento de que a lei não estabelece tal restrição.</p>
<h2><strong>Decisões favoráveis</strong></h2>
<p>Nos últimos meses, tribunais federais têm reconhecido o direito das empresas de realizar <strong>compensações tributárias</strong> sem observar os limites definidos pela Receita. Essas decisões reforçam o entendimento de que a compensação é um direito do contribuinte, previsto em lei, e não pode ser restringido por ato infralegal.</p>
<h2><strong>Impactos para as empresas</strong></h2>
<p>Com a possibilidade de realizar <strong>compensações tributárias</strong> em maior escala, empresas podem:</p>
<ul>
<li>Reduzir desembolsos imediatos de caixa;</li>
<li>Planejar com mais eficiência o cumprimento de obrigações fiscais;</li>
<li>Melhorar o fluxo de caixa e liberar recursos para investimentos estratégicos.</li>
</ul>
<h2><strong>Atenção aos riscos</strong></h2>
<p>Apesar dos precedentes favoráveis, a Receita pode recorrer, o que mantém certa instabilidade sobre o tema. Por isso, antes de adotar estratégias mais agressivas em <strong>compensações tributárias</strong>, é essencial avaliar riscos e garantir segurança jurídica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/09/compensacoes_tributarias_justica_derruba_limite_imposto_pela_receita_para_creditos_superiores_a_10_milhoes_de_reais.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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			</item>
		<item>
		<title>STF define cálculo da contribuição previdenciária patronal</title>
		<link>https://grm.com.br/stf-define-calculo-da-contribuicao-previdenciaria-patronal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 14:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[benefício tributário]]></category>
		<category><![CDATA[contribuição previdenciária]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5469</guid>

					<description><![CDATA[<p>A contribuição previdenciária patronal passa a incluir também os salários pagos a aprendizes. A decisão impacta diretamente empresas de diversos setores, que precisam revisar seus cálculos para evitar autuações.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/stf-define-calculo-da-contribuicao-previdenciaria-patronal/">STF define cálculo da contribuição previdenciária patronal</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A contribuição previdenciária patronal passa a incluir também os salários pagos a aprendizes. A decisão impacta diretamente empresas de diversos setores, que precisam revisar seus cálculos para evitar autuações.</strong></span></p>
<h2><strong>O que mudou?</strong></h2>
<p>O Supremo Tribunal Federal consolidou o entendimento de que os salários de aprendizes integram a base de cálculo da <strong>contribuição previdenciária patronal</strong>. Até então, havia discussões sobre a possibilidade de excluir esses valores, o que gerava insegurança jurídica.</p>
<h2><strong>Impactos para as empresas</strong></h2>
<p>A decisão amplia a base tributável e, consequentemente, aumenta o custo da folha. É essencial que as empresas ajustem seus controles para evitar inconsistências entre a folha de pagamento e as obrigações acessórias. A fiscalização da Receita Federal tende a intensificar a verificação desses dados.</p>
<h2><strong>O que as empresas devem observar</strong></h2>
<ul>
<li>Revisar a apuração da <strong>contribuição previdenciária patronal</strong> para incluir salários de aprendizes.</li>
<li>Conferir o alinhamento entre folha, GFIP/eSocial e declarações acessórias.</li>
<li>Avaliar impactos financeiros no orçamento de médio e longo prazo.</li>
</ul>
<h2><strong>Por que é relevante</strong></h2>
<p>O tema reforça a necessidade de acompanhamento próximo das mudanças jurisprudenciais. Uma apuração incorreta da <strong>contribuição </strong>pode gerar autuações, multas e encargos que comprometem o <a href="https://grm.com.br/reforma-tributaria-notas-fiscais-mudam-em-outubro/">caixa da empresa</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/08/stf_define_calculo_da_contribuicao_previdenciaria_patronal.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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			</item>
		<item>
		<title>Receita Federal intensifica fiscalização em PERDCOMPs</title>
		<link>https://grm.com.br/receita-federal-intensifica-fiscalizacao-em-perdcomps/</link>
					<comments>https://grm.com.br/receita-federal-intensifica-fiscalizacao-em-perdcomps/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 13:27:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[benefício tributário]]></category>
		<category><![CDATA[PERDCOMPs]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5457</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Receita Federal está reforçando o combate às fraudes em PERDCOMPs, e muitos contribuintes têm recebido intimações alertando sobre riscos graves. A regularização é urgente para evitar penalidades severas.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/receita-federal-intensifica-fiscalizacao-em-perdcomps/">Receita Federal intensifica fiscalização em PERDCOMPs</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Receita Federal está reforçando o combate às fraudes em PERDCOMPs, e muitos contribuintes têm recebido intimações alertando sobre riscos graves. A regularização é urgente para evitar penalidades severas.</strong></span></p>
<h3>Riscos principais para os contribuintes</h3>
<p>A utilização de <strong>PERDCOMPs</strong> elaborados por pessoas investigadas por fraude pode trazer sérias consequências:</p>
<ul>
<li><strong>Multa de até 150%</strong> sobre os débitos indevidamente compensados.</li>
<li><strong>Responsabilização criminal</strong> por crimes contra a ordem tributária.</li>
<li><strong>Obrigação de cancelar ou retificar</strong> os PERDCOMPs até o prazo limite (30/09/2025).</li>
</ul>
<h3>O que os contribuintes devem fazer</h3>
<p>É essencial revisar se as <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/restituicao-ressarcimento-reembolso-e-compensacao/perdcomp">informações declaradas</a> nos <strong>PERDCOMPs</strong> estão em conformidade com a contabilidade da empresa. Em caso de divergência, é necessário providenciar a retificação ou o cancelamento dos pedidos.</p>
<h3>A importância da prevenção</h3>
<p>A revisão criteriosa dos créditos tributários é fundamental para evitar autuações e riscos penais. Buscar orientação técnica especializada é o caminho mais seguro para manter as compensações tributárias em conformidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/08/receita_federal_intensifica_fiscalizacao_em_perdcomps.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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<p style="text-align: center;">
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<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

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