<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>GRM Advogados</title>
	<atom:link href="https://grm.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://grm.com.br/</link>
	<description>Advogados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 28 Apr 2026 16:04:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://grm.com.br/wp-content/uploads/2021/08/cropped-grm-logo-favicon-32x32.png</url>
	<title>GRM Advogados</title>
	<link>https://grm.com.br/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>IBS aprovado por unanimidade pelo Comitê Gestor</title>
		<link>https://grm.com.br/ibs-aprovado-por-unanimidade-pelo-comite-gestor/</link>
					<comments>https://grm.com.br/ibs-aprovado-por-unanimidade-pelo-comite-gestor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 18:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=6141</guid>

					<description><![CDATA[<p>Regulamento do IBS avança e marca um momento decisivo na reforma tributária. A aprovação do Regulamento do IBS traz mais clareza sobre como o novo imposto funcionará na prática para empresas e administrações públicas. Documento deve ser publicado no dia 30/04.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/ibs-aprovado-por-unanimidade-pelo-comite-gestor/">IBS aprovado por unanimidade pelo Comitê Gestor</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Regulamento do IBS avança e marca um momento decisivo na reforma tributária. A aprovação do Regulamento do IBS traz mais clareza sobre como o novo imposto funcionará na prática para empresas e administrações públicas. Documento deve ser publicado no dia 30/04.</strong></span></p>
<h3><strong>Aprovação histórica do Regulamento do IBS</strong></h3>
<p>O <strong>Regulamento do IBS</strong> foi aprovado por unanimidade pelo Comitê Gestor, consolidando o principal documento que detalha a aplicação do novo tributo. Esse avanço representa um passo concreto na implementação da reforma tributária, reduzindo incertezas e criando um ambiente mais previsível para os negócios.</p>
<p>Além disso, o <strong>Regulamento do IBS</strong> reforça o alinhamento entre estados e municípios, já que o imposto será compartilhado. Isso tende a diminuir conflitos de interpretação e trazer maior padronização das regras, algo há muito esperado pelo setor empresarial.</p>
<h3><strong>O que Regulamento do IBS define</strong></h3>
<p>O <strong>Regulamento do IBS</strong> estabelece diretrizes operacionais essenciais, incluindo regras de apuração, obrigações acessórias e critérios de incidência. Na prática, isso permite que empresas compreendam melhor como será a aplicação do imposto no dia a dia.</p>
<p>Com o <strong>Regulamento do IBS</strong>, as administrações tributárias também passam a ter um guia mais claro para fiscalização e controle. Como resultado, espera-se maior transparência e uniformidade na cobrança do tributo.</p>
<h3><strong>Integração com a CBS</strong></h3>
<p>Outro ponto relevante é que o <strong>Regulamento do IBS</strong> será publicado em conjunto com o regulamento da CBS. Ambos compartilham uma base comum de regras, o que contribui para simplificar o entendimento do novo sistema tributário.</p>
<p>Por outro lado, apesar da padronização, cada tributo terá suas especificidades. Por isso, analisar cuidadosamente o <strong>Regulamento do IBS</strong> será fundamental para evitar inconsistências e riscos fiscais.</p>
<h3><strong>Impactos práticos para empresas</strong></h3>
<p>Com o <strong>Regulamento do IBS</strong> aprovado, a adaptação deixa de ser um tema futuro e passa a exigir ação imediata. Empresas precisam revisar processos internos, atualizar sistemas e reavaliar suas estratégias tributárias.</p>
<p>Além disso, antecipar essa adequação ao <strong>Regulamento do IBS</strong> pode gerar ganhos relevantes, como maior eficiência operacional e redução de riscos. Em um cenário de transição, estar preparado não é apenas uma vantagem — é uma necessidade estratégica.</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Regulamento%20do%20IBS%20%C3%A9%20aprovado%20por%20unanimidade%20pelo%20Comit%C3%AA%20Gestor%20do%20IBS.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>


  <div class="banner has-hover" id="banner-1836182820">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-1983975645" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-1983975645 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-1983975645 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-1836182820 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-1836182820 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


<p><!-- notionvc: 21322926-c6c0-470c-ab9e-ab070bf08b99 --></p>
<p><!-- notionvc: a58b3746-52c2-4ee2-bf0a-de1b53b8a854 --></p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/ibs-aprovado-por-unanimidade-pelo-comite-gestor/">IBS aprovado por unanimidade pelo Comitê Gestor</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/ibs-aprovado-por-unanimidade-pelo-comite-gestor/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Execução fiscal frustrada pode levar à falência</title>
		<link>https://grm.com.br/execucao-fiscal-frustrada-pode-levar-a-falencia/</link>
					<comments>https://grm.com.br/execucao-fiscal-frustrada-pode-levar-a-falencia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 13:20:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[à falência]]></category>
		<category><![CDATA[Execução fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[pode levar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=6117</guid>

					<description><![CDATA[<p>A execução fiscal frustrada ganhou efeitos mais severos com decisão do STJ, permitindo pedido de falência e exigindo gestão mais estratégica do passivo tributário.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/execucao-fiscal-frustrada-pode-levar-a-falencia/">Execução fiscal frustrada pode levar à falência</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">A execução fiscal frustrada ganhou novo peso após decisão recente do STJ. Em fevereiro de 2026, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o REsp 2.196.073/SE, firmou entendimento que amplia os riscos para empresas com passivos tributários sem garantia.</span></strong></p>
<h3><strong>O que muda com a execução fiscal frustrada</strong></h3>
<p>A <strong>execução fiscal frustrada</strong> ocorre quando a empresa não paga a dívida, não apresenta bens à penhora e o Fisco não consegue localizar patrimônio suficiente. Esse cenário, antes limitado à continuidade da cobrança, agora pode evoluir para um pedido de falência.</p>
<p>O STJ reconheceu que, diante de uma <strong>execução fiscal frustrada</strong>, a Fazenda Pública pode utilizar o processo falimentar como alternativa legítima. Na prática, isso significa que a cobrança tributária passa a ter um alcance mais amplo, indo além da execução tradicional.</p>
<h3><strong>Base legal e mudança de entendimento</strong></h3>
<p>A decisão se apoia na Lei de Falências (Lei 11.101/2005), que permite o pedido de quebra quando há inadimplência associada à ausência de bens penhoráveis. Além disso, a legislação não restringe quem pode requerer a falência, admitindo que qualquer credor o faça.</p>
<p>Durante anos, prevaleceu o entendimento de que a Fazenda deveria se limitar à execução fiscal. No entanto, com a evolução normativa e institucional, especialmente após mudanças recentes na legislação, o STJ passou a admitir a falência como caminho possível diante da <strong>execução fiscal frustrada</strong>.</p>
<p>Essa mudança reforça a integração entre o direito tributário e o direito empresarial, ampliando os instrumentos disponíveis para recuperação de crédito público.</p>
<h3><strong>Limites para o pedido de falência</strong></h3>
<p>Apesar do novo entendimento, a <strong>execução fiscal frustrada</strong> não autoriza automaticamente o pedido de falência. O STJ deixou claro que a medida não pode ser usada como simples mecanismo de pressão para pagamento de tributos.</p>
<p>O pedido só se justifica quando há indícios concretos de insolvência ou esvaziamento patrimonial. Ou seja, a <strong>execução fiscal frustrada</strong> deve ser comprovadamente ineficaz antes da adoção de medidas mais severas.</p>
<p>Esse ponto é essencial para evitar abusos e garantir equilíbrio entre o poder de cobrança do Estado e a preservação da atividade empresarial.</p>
<h3><strong>Impactos práticos para as empresas</strong></h3>
<p>A decisão eleva o nível de risco para empresas que acumulam débitos tributários sem regularização. A <strong>execução fiscal frustrada</strong>, que antes poderia se arrastar por anos, agora pode resultar em consequências mais graves.</p>
<p>Na prática, empresas passam a enfrentar não apenas a cobrança, mas também a possibilidade de perda de controle sobre suas operações. Isso exige uma postura mais estratégica na gestão do passivo fiscal.</p>
<h3><strong>Como as empresas devem se posicionar</strong></h3>
<p>Diante desse cenário, a <strong>execução fiscal frustrada</strong> deve ser tratada como um sinal de alerta. A regularização do passivo tributário ganha ainda mais relevância, seja por meio de parcelamentos, transações ou reorganização financeira.</p>
<p>Mais do que reduzir custos, a gestão adequada evita a escalada do risco jurídico. Com o novo entendimento, a <strong>execução fiscal frustrada</strong> deixa de ser apenas um problema tributário e passa a impactar diretamente a continuidade do negócio.</p>
<p>O recado é claro: empresas precisam acompanhar de perto suas obrigações fiscais e agir de forma preventiva para evitar desdobramentos mais severos.</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Execu%C3%A7%C3%A3o%20fiscal%20frustrada%20pode%20levar%20%C3%A0%20fal%C3%AAncia%20%281%29.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>


  <div class="banner has-hover" id="banner-2065896024">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-520210575" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-520210575 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-520210575 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-2065896024 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-2065896024 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


<p><!-- notionvc: 9ea62e37-7f4d-4736-bc55-01c19e50bda0 --></p>
<p><!-- notionvc: 4ff35547-ba05-45bf-ab48-dd4669109448 --></p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/execucao-fiscal-frustrada-pode-levar-a-falencia/">Execução fiscal frustrada pode levar à falência</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/execucao-fiscal-frustrada-pode-levar-a-falencia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Informe técnico IBS e CBS orienta classificação tributária</title>
		<link>https://grm.com.br/informe-tecnico-ibs-e-cbs-orienta-classificacao-tributaria/</link>
					<comments>https://grm.com.br/informe-tecnico-ibs-e-cbs-orienta-classificacao-tributaria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:20:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[IBS e CBS]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Tributária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=6112</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda as novas regras de classificação tributária IBS e CBS, seus impactos no preenchimento fiscal e como preparar sua empresa para a reforma tributária com mais segurança.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/informe-tecnico-ibs-e-cbs-orienta-classificacao-tributaria/">Informe técnico IBS e CBS orienta classificação tributária</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">classificação tributária IBS e CBS</span> ganha novos parâmetros com a publicação de informe técnico atualizado. A medida é relevante porque impacta diretamente o preenchimento fiscal e a apuração correta dos tributos pelas empresas.</strong></span><!-- notionvc: 78c16ef5-ca0e-487d-96d5-2d07c3dfb001 --></p>
<h3><strong>Novas tabelas e padronização fiscal</strong></h3>
<p>A <strong>classificação tributária IBS e CBS</strong> foi detalhada pela Receita Federal e pelo Comitê Gestor do IBS por meio do Informe Técnico 2025.002 v.1.50. O material apresenta três pilares essenciais para o correto enquadramento das operações: a tabela de Classificação Tributária (cClassTrib), o Código de Situação Tributária (CST) e a Classificação de Crédito Presumido (cCredPres).</p>
<p>Na prática, a tabela cClassTrib vincula códigos a dispositivos legais, definindo como cada operação deve ser tributada. Já o CST orienta quais campos devem ser preenchidos nos documentos fiscais, conforme a situação específica. Por fim, a tabela de crédito presumido estabelece as hipóteses legais para aproveitamento de créditos, com regras claras de cálculo e apropriação.</p>
<h3><strong>Impactos no preenchimento e na apuração</strong></h3>
<p>A correta aplicação da <strong>classificação tributária IBS e CBS</strong> passa a ser essencial para evitar inconsistências fiscais. O informe técnico também traz orientações diretas sobre o preenchimento dos Documentos Fiscais Eletrônicos (DFe), reduzindo riscos de erros e autuações.</p>
<p>Além disso, o uso adequado dessas tabelas influencia diretamente a apuração dos tributos. Empresas que não se adequarem podem enfrentar divergências nos dados informados ao Fisco, o que pode gerar questionamentos futuros.</p>
<h3><strong>Alíquotas no período de transição</strong></h3>
<p>Outro ponto importante da <strong>classificação tributária IBS e CBS</strong> envolve as alíquotas aplicáveis durante a transição da reforma tributária, entre 2026 e 2028. Os percentuais iniciais já foram definidos para 2026, enquanto os anos seguintes ainda dependem de regulamentação específica.</p>
<p>De acordo com a legislação, estados, municípios e a União poderão fixar suas próprias alíquotas. Caso isso não ocorra, será aplicada uma alíquota de referência definida pelo Senado Federal. Esse modelo exige atenção constante das empresas para atualização de parâmetros fiscais.</p>
<h3><strong>O que sua empresa deve fazer agora</strong></h3>
<p>Diante desse cenário, revisar a <strong>classificação tributária IBS e CBS</strong> se torna uma medida estratégica. A adequação correta das operações, o alinhamento com as novas tabelas e a atualização dos sistemas fiscais são passos fundamentais para garantir conformidade e evitar riscos.</p>
<p>Empresas que se anteciparem terão mais segurança na transição e melhor controle sobre sua carga tributária, especialmente em um ambiente regulatório em constante evolução.</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Informe%20t%C3%A9cnico%20IBS%20e%20CBS%20orienta%20classifica%C3%A7%C3%A3o%20tribut%C3%A1ria.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>


  <div class="banner has-hover" id="banner-1028111919">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-66573395" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-66573395 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-66573395 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-1028111919 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-1028111919 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


<p><!-- notionvc: 3eaa4507-1e10-40d8-99d4-6d578c6ffb7c --></p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/informe-tecnico-ibs-e-cbs-orienta-classificacao-tributaria/">Informe técnico IBS e CBS orienta classificação tributária</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/informe-tecnico-ibs-e-cbs-orienta-classificacao-tributaria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inteligência artificial no Carf acelera julgamentos tributários</title>
		<link>https://grm.com.br/inteligencia-artificial-no-carf-acelera-julgamentos-tributarios/</link>
					<comments>https://grm.com.br/inteligencia-artificial-no-carf-acelera-julgamentos-tributarios/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 13:25:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[artificial]]></category>
		<category><![CDATA[CARF]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência]]></category>
		<category><![CDATA[julgamentos]]></category>
		<category><![CDATA[tributários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=6108</guid>

					<description><![CDATA[<p>A inteligência artificial no Carf surge para reduzir o tempo dos julgamentos tributários e aumentar a eficiência.<br />
A ferramenta Iara atua como apoio, organizando dados e indicando jurisprudências relevantes. O avanço traz mais previsibilidade e impacto direto na gestão tributária das empresas.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/inteligencia-artificial-no-carf-acelera-julgamentos-tributarios/">Inteligência artificial no Carf acelera julgamentos tributários</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">A <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">inteligência artificial no Carf</span> surge como solução para reduzir a demora nos julgamentos tributários. A iniciativa busca aumentar a eficiência e alinhar o órgão aos prazos legais.</span></strong><!-- notionvc: 34f8dee7-1a3e-420c-86f3-1df433ed77a8 --></p>
<h3><strong>Como funciona a inteligência artificial no Carf</strong></h3>
<p>A <strong>inteligência artificial no Carf</strong>, chamada de Iara, foi desenvolvida para atuar como ferramenta de apoio aos conselheiros. Neste primeiro momento, sua função principal será indicar jurisprudências relevantes para cada caso analisado.</p>
<p>Na prática, a <strong data-start="267" data-end="283">ferramenta</strong><strong> no Carf</strong> organiza informações e facilita o acesso a decisões anteriores. Isso tende a tornar os julgamentos mais ágeis e consistentes, sem substituir a análise técnica dos julgadores.</p>
<p>Além disso, há previsão de evolução da ferramenta. No futuro, a <strong>inteligência artificial no Carf</strong> poderá auxiliar na elaboração de relatórios e até na triagem de admissibilidade dos recursos.</p>
<h3><strong>Redução de prazos e impacto para empresas</strong></h3>
<p>Um dos principais objetivos da <strong>inteligência artificial no Carf</strong> é reduzir o tempo médio de tramitação dos processos. Atualmente, um recurso pode levar quase quatro anos para ser julgado, especialmente nas turmas ordinárias.</p>
<p>Com a nova tecnologia, a expectativa é aproximar os julgamentos do prazo legal de 360 dias. Esse avanço é relevante, pois a demora excessiva tem levado contribuintes a recorrer ao Judiciário para acelerar decisões.</p>
<p>Para as empresas, a <strong data-start="550" data-end="566">tecnologia</strong><strong> no Carf</strong> representa maior previsibilidade. Processos mais rápidos permitem melhor planejamento financeiro e redução de incertezas fiscais.</p>
<h3><strong>Limites e cuidados no uso da tecnologia</strong></h3>
<p>Apesar dos avanços, a <strong>inteligência artificial no Carf</strong> ainda exige atenção. Especialistas apontam a importância de garantir que a ferramenta seja confiável, imparcial e capaz de identificar as particularidades de cada caso.</p>
<p>Isso porque o Carf analisa não apenas normas, mas também fatos específicos. Por esse motivo, a <strong>solução no Carf</strong> foi estruturada como suporte técnico, e não como substituta da decisão humana.</p>
<p>Além disso, a ferramenta passa por testes e validações, incluindo avaliação independente, antes de sua adoção em larga escala.</p>
<h3><strong>O que esperar da inteligência artificial no Carf</strong></h3>
<p>A tendência é que a <strong>inteligência artificial no Carf</strong> avance gradualmente, acompanhando a transformação digital da administração tributária. A iniciativa também está alinhada ao aumento da eficiência e à redução do estoque de processos.</p>
<p>Para empresários, acompanhar a evolução da <strong>inteligência artificial no Carf</strong> é estratégico. A mudança pode impactar diretamente a gestão de passivos tributários e a forma como disputas fiscais são conduzidas.</p>
<p>Em um ambiente cada vez mais tecnológico, a <strong>inteligência artificial no Carf</strong> reforça a importância de decisões rápidas, bem fundamentadas e alinhadas às exigências legais.</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Intelig%C3%AAncia%20artificial%20no%20Carf%20acelera%20julgamentos%20tribut%C3%A1rios.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>


  <div class="banner has-hover" id="banner-99206777">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-708984093" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-708984093 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-708984093 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-99206777 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-99206777 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


<p><!-- notionvc: 94b2093a-fc51-4437-a97a-3baa274e9927 --></p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/inteligencia-artificial-no-carf-acelera-julgamentos-tributarios/">Inteligência artificial no Carf acelera julgamentos tributários</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/inteligencia-artificial-no-carf-acelera-julgamentos-tributarios/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Split payment enfrenta entraves e pode atrasar</title>
		<link>https://grm.com.br/split-payment-enfrenta-entraves-e-pode-atrasar/</link>
					<comments>https://grm.com.br/split-payment-enfrenta-entraves-e-pode-atrasar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:20:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[entraves]]></category>
		<category><![CDATA[pode atrasar]]></category>
		<category><![CDATA[split payment]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=6105</guid>

					<description><![CDATA[<p>A inteligência artificial no Carf agiliza julgamentos, aumenta a eficiência e traz mais previsibilidade às disputas tributárias.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/split-payment-enfrenta-entraves-e-pode-atrasar/">Split payment enfrenta entraves e pode atrasar</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">split payment</span> volta ao centro do debate da reforma tributária, mas enfrenta obstáculos relevantes para sua implementação. O modelo, considerado essencial para o novo sistema, pode não estar pronto até 2027.<br />
</strong></span><!-- notionvc: bf188ca0-1966-4f74-993e-8cb4e9cee839 --></p>
<h3><strong>Desafios operacionais do split payment</strong></h3>
<p>O principal entrave do <strong>split payment</strong> está na sua complexidade operacional. O modelo prevê a segregação automática dos tributos no momento da liquidação financeira, exigindo integração entre sistemas fiscais, bancários e empresariais em larga escala.</p>
<p>Na prática, isso significa que cada transação precisará ser processada com múltiplas validações simultâneas. Além disso, o volume estimado de operações é expressivo. Há projeções de que o <strong>split payment</strong> possa alcançar um fluxo até 20 vezes maior do que sistemas atuais, o que eleva o risco de instabilidade, lentidão e falhas sistêmicas.</p>
<h3><strong>Limitações de infraestrutura no Brasil</strong></h3>
<p>Outro ponto crítico para o <strong>split payment</strong> envolve a infraestrutura nacional. O Brasil ainda apresenta desigualdades relevantes em conectividade e fornecimento de energia, especialmente fora dos grandes centros urbanos.</p>
<p>Esse cenário pode comprometer a aplicação uniforme do modelo. Empresas localizadas em regiões com menor estrutura tecnológica podem enfrentar dificuldades operacionais, criando assimetrias no ambiente de negócios. Por isso, a implementação ampla do <strong>split payment</strong> exige não apenas tecnologia, mas também condições estruturais mínimas em todo o país.</p>
<h3><strong>Prioridades da reforma tributária</strong></h3>
<p>Apesar da importância estratégica do <strong>split payment</strong>, ele não deve ser prioridade neste primeiro momento da reforma. O foco atual está na regulamentação do IBS e da CBS, além da adaptação dos sistemas fiscais e da reorganização das administrações tributárias.</p>
<p>Essas etapas demandam alto nível técnico e já consomem grande parte da capacidade operacional dos entes federativos. Dessa forma, o avanço do <strong>split payment</strong> tende a ser gradual, acompanhando a evolução dessas frentes prioritárias.</p>
<h3><strong>O que esperar do split payment</strong></h3>
<p>A expectativa é que o <strong>split payment</strong> seja implementado de forma progressiva, à medida que o país avance em maturidade tecnológica e integração de sistemas. Até lá, o modelo seguirá em discussão e desenvolvimento institucional.</p>
<p>Para as empresas, o cenário exige atenção. Compreender o funcionamento do <strong>split payment</strong> e seus possíveis impactos é essencial para antecipar riscos, ajustar processos e garantir maior segurança na transição para o novo sistema tributário.</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Split%20payment%20enfrenta%20entraves%20e%20pode%20atrasar.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>


  <div class="banner has-hover" id="banner-149444947">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-919457640" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-919457640 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-919457640 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-149444947 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-149444947 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


<p><!-- notionvc: 241e0a20-d608-4acf-9671-e50ab5158a96 --></p>
<p><!-- notionvc: 4408ad23-bd0d-403b-ad59-a52802cd971d --></p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/split-payment-enfrenta-entraves-e-pode-atrasar/">Split payment enfrenta entraves e pode atrasar</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/split-payment-enfrenta-entraves-e-pode-atrasar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Malha fina 2026: fiscalização exige mais atenção</title>
		<link>https://grm.com.br/malha-fina-2026-fiscalizacao-exige-mais-atencao/</link>
					<comments>https://grm.com.br/malha-fina-2026-fiscalizacao-exige-mais-atencao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 13:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[atenção]]></category>
		<category><![CDATA[exige]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[mais]]></category>
		<category><![CDATA[Malha fina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=6097</guid>

					<description><![CDATA[<p>A malha fina do IRPF 2026 está mais rigorosa com o avanço tecnológico da Receita Federal e o cruzamento automático de dados. Pequenos erros ou omissões podem gerar retenção e penalidades. Organização, revisão e apoio especializado são essenciais para evitar riscos fiscais.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/malha-fina-2026-fiscalizacao-exige-mais-atencao/">Malha fina 2026: fiscalização exige mais atenção</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">O IRPF 2026 ganhou protagonismo com o avanço tecnológico da Receita Federal. O cenário exige mais cuidado das empresas e empresários para evitar inconsistências e riscos fiscais.</span></strong></p>
<h3><strong>O que mudou na malha fina 2026</strong></h3>
<p>A <strong>malha fina 2026</strong> está mais rigorosa devido ao uso intensivo de tecnologia e ao aumento do cruzamento de dados. Hoje, a Receita Federal consegue comparar, de forma automatizada, informações enviadas por empresas, instituições financeiras, planos de saúde e outros órgãos.</p>
<p>Na prática, isso significa que qualquer divergência, mesmo pequena, pode ser identificada rapidamente. Como resultado, a tolerância a erros diminuiu e o risco de retenção aumentou significativamente.</p>
<h3><strong>Quem precisa declarar e por quê</strong></h3>
<p>Os critérios de obrigatoriedade seguem parâmetros objetivos. Estão obrigados a declarar, por exemplo, contribuintes com rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584,00 no ano-base, além de situações como rendimentos isentos elevados, atividade rural ou patrimônio relevante.</p>
<p>Nesse contexto, a <strong>malha fina 2026</strong> impacta diretamente empresários e pessoas físicas com múltiplas fontes de renda, já que o volume de informações aumenta a chance de inconsistências.</p>
<h3><strong>Principais erros que levam à malha fina</strong></h3>
<p>Apesar da tecnologia avançada, erros simples ainda são os principais responsáveis pela retenção na <strong>malha fina 2026</strong>. Entre os mais comuns, destacam-se:</p>
<ul>
<li>Omissão de rendimentos extras, como aluguéis ou serviços pontuais;</li>
<li>Erros de digitação (valores com zeros a mais ou a menos);</li>
<li>Informações incorretas sobre bens, como imóveis declarados pelo valor de mercado;</li>
<li>Inclusão de dependentes em mais de uma declaração.</li>
</ul>
<p>Esses equívocos, embora pareçam pequenos, geram inconsistências imediatas nos sistemas da Receita.</p>
<h3><strong>Consequências e como regularizar</strong></h3>
<p>Ao cair na <strong>malha fina 2026</strong>, a declaração fica retida para análise. Isso pode gerar suspensão da restituição, cobrança de imposto adicional, aplicação de multas e incidência de juros.</p>
<p>A regularização depende da origem da pendência. Em muitos casos, é possível corrigir erros por meio de declaração retificadora. Já em situações mais complexas, pode ser necessário apresentar documentos comprobatórios.</p>
<h3><strong>Como reduzir riscos na prática</strong></h3>
<p>Para evitar problemas com a <strong>malha fina 2026</strong>, a organização é essencial. Recomenda-se:</p>
<ul>
<li>Reunir todos os informes de rendimentos;</li>
<li>Conferir recibos de despesas dedutíveis;</li>
<li>Revisar atentamente os dados antes do envio;</li>
<li>Manter documentos arquivados por, no mínimo, cinco anos.</li>
</ul>
<p>Além disso, contar com suporte especializado pode trazer mais segurança no cumprimento das obrigações fiscais.</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Malha%20fina%202026%20fiscaliza%C3%A7%C3%A3o%20exige%20mais%20aten%C3%A7%C3%A3o.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>


  <div class="banner has-hover" id="banner-1797056904">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-1073092253" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-1073092253 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-1073092253 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-1797056904 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-1797056904 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


<p><!-- notionvc: 6f7bd363-4060-4db1-9476-756bc42b39f8 --></p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/malha-fina-2026-fiscalizacao-exige-mais-atencao/">Malha fina 2026: fiscalização exige mais atenção</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/malha-fina-2026-fiscalizacao-exige-mais-atencao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cadastro Ambiental obrigatório no Amazonas: novas regras</title>
		<link>https://grm.com.br/cadastro-ambiental-obrigatorio-no-amazonas-novas-regras/</link>
					<comments>https://grm.com.br/cadastro-ambiental-obrigatorio-no-amazonas-novas-regras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 13:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Cadastro Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[novas regras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=6092</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Cadastro Ambiental obrigatório no Amazonas ganhou novas diretrizes e exige atenção imediata das empresas. A mudança impacta diretamente obrigações, custos e riscos relacionados à regularidade ambiental.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/cadastro-ambiental-obrigatorio-no-amazonas-novas-regras/">Cadastro Ambiental obrigatório no Amazonas: novas regras</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">O <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">Cadastro Ambiental obrigatório</span> no Amazonas ganhou novas diretrizes e exige atenção imediata das empresas. A mudança impacta diretamente obrigações, custos e riscos relacionados à regularidade ambiental.</span></strong><!-- notionvc: 59ef4358-8df5-4aac-a652-25cc519a9d87 --></p>
<h3><strong>O que muda com a nova norma</strong></h3>
<p>A publicação da Instrução Normativa nº 003/2026 trouxe atualizações relevantes para o <strong>Cadastro Ambiental obrigatório</strong> no estado. A principal mudança é a integração do sistema estadual ao Cadastro Técnico Federal (CTF/APP), administrado pelo Ibama.</p>
<p>Na prática, isso significa que o <strong>Cadastro Ambiental obrigatório</strong> passa a ser feito de forma unificada, reunindo informações em nível estadual e federal. Com isso, há maior controle e cruzamento de dados por parte dos órgãos ambientais.</p>
<h3><strong>Quem precisa se adequar</strong></h3>
<p>A exigência do <strong>Cadastro Ambiental obrigatório</strong> se aplica a pessoas físicas e jurídicas que exerçam atividades com potencial de impacto ambiental. Isso inclui, por exemplo:</p>
<ul>
<li>Empresas que utilizam recursos naturais;</li>
<li>Negócios com potencial de poluição;</li>
<li>Atividades de produção, transporte e comercialização de produtos poluentes.</li>
</ul>
<p>Outro ponto de atenção é que o cadastro deve ser realizado por estabelecimento, considerando todas as atividades desenvolvidas no local.</p>
<h3><strong>Riscos e penalidades</strong></h3>
<p>A ausência do <strong>Cadastro Ambiental obrigatório</strong> é considerada infração administrativa. Isso pode resultar em multas, sanções e até restrições operacionais.</p>
<p>Além disso, como o sistema agora é integrado, o monitoramento tende a ser mais rigoroso, aumentando a exposição ao risco para empresas irregulares.</p>
<h3><strong>Taxa de Fiscalização Ambiental</strong></h3>
<p>A norma também regulamenta a cobrança da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA/AM). O valor corresponde a 60% da taxa federal e varia conforme o porte da empresa e o potencial poluidor.</p>
<p>O pagamento é trimestral e realizado por meio de guia única no sistema federal. Ou seja, o <strong>Cadastro Ambiental obrigatório</strong> passa a estar diretamente conectado à apuração e recolhimento da taxa.</p>
<h3><strong>Obrigações acessórias e isenções</strong></h3>
<p>Outro ponto importante é a exigência de envio anual de relatório de atividades potencialmente poluidoras. Essa obrigação reforça a necessidade de organização e controle interno.</p>
<p>Por outro lado, a norma prevê isenção para alguns grupos, como órgãos públicos, entidades filantrópicas, agricultores de subsistência e populações tradicionais.</p>
<h3><strong>O que as empresas devem fazer agora</strong></h3>
<p>Diante desse cenário, é essencial revisar processos internos e garantir que o <strong>Cadastro Ambiental obrigatório</strong> esteja regular e atualizado. A integração com o sistema federal aumenta a transparência e reduz margem para inconsistências.</p>
<p>Empresas que atuam no Amazonas devem tratar o tema como prioridade para evitar autuações e manter a conformidade ambiental.</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Cadastro%20Ambiental%20obrigat%C3%B3rio%20no%20Amazonas%20novas%20regras.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>


  <div class="banner has-hover" id="banner-333359299">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-2064157589" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-2064157589 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-2064157589 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-333359299 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-333359299 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


<p><!-- notionvc: 2fdaa1be-91e0-4b25-813a-fa5af12530a3 --></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><!-- notionvc: 57de17ed-59cb-4058-962d-879f9c0c9480 --></p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/cadastro-ambiental-obrigatorio-no-amazonas-novas-regras/">Cadastro Ambiental obrigatório no Amazonas: novas regras</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/cadastro-ambiental-obrigatorio-no-amazonas-novas-regras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STJ analisa redução de IRPJ e CSLL</title>
		<link>https://grm.com.br/stj-analisa-reducao-de-irpj-e-csll/</link>
					<comments>https://grm.com.br/stj-analisa-reducao-de-irpj-e-csll/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[IRPJ e CSLL]]></category>
		<category><![CDATA[redução]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=6088</guid>

					<description><![CDATA[<p>O STJ vai decidir regras que podem permitir que clínicas odontológicas paguem menos impostos.<br />
A decisão também pode afetar o prazo para usar créditos tributários e impactar o caixa das empresas.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/stj-analisa-reducao-de-irpj-e-csll/">STJ analisa redução de IRPJ e CSLL</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">A <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">redução de IRPJ e CSLL</span> volta ao centro do debate no STJ e pode impactar diretamente empresas do setor odontológico. A definição deve uniformizar o entendimento e aumentar a previsibilidade para decisões empresariais.</span></strong><!-- notionvc: d865294c-7cb7-4089-b45a-1e08f6888c2b --></p>
<h3><strong>Serviços odontológicos e equiparação hospitalar</strong></h3>
<p>O primeiro ponto em discussão trata da possibilidade de aplicação da <strong>redução de IRPJ e CSLL</strong> para clínicas e empresas <strong>odontológicas</strong>, por meio da equiparação a serviços hospitalares. Esse tema não é novo, mas ainda gera dúvidas relevantes no dia a dia das empresas.</p>
<p>Atualmente, o STJ já adota critérios mais objetivos para esse enquadramento. Em linhas gerais, a <strong>redução de IRPJ e CSLL</strong> tem sido admitida quando a atividade envolve procedimentos mais complexos, como cirurgias, implantes e próteses, além de uma estrutura compatível com ambiente hospitalar.</p>
<p>Por outro lado, serviços considerados mais simples, como consultas e atendimentos de rotina, normalmente não se beneficiam da <strong>redução de IRPJ e CSLL</strong>. Esse ponto é crucial, pois muitas empresas acabam enfrentando autuações fiscais justamente por divergências na interpretação dessas atividades.</p>
<p>Com o julgamento em recurso repetitivo, o STJ deverá definir critérios mais claros e uniformes. Isso tende a reduzir disputas e dar mais segurança jurídica para empresas que buscam aplicar corretamente a <strong>redução de IRPJ e CSLL</strong>.</p>
<h3><strong>Prazo para compensação de créditos tributários</strong></h3>
<p>Outro tema relevante envolve o prazo para compensação de créditos tributários reconhecidos judicialmente. Embora não esteja diretamente ligado à <strong>redução de IRPJ e CSLL</strong>, o impacto financeiro para as empresas pode ser igualmente significativo.</p>
<p>A controvérsia gira em torno do prazo de cinco anos: se ele se refere apenas ao início da compensação ou se exige que todo o crédito seja utilizado dentro desse período. Essa definição é estratégica, pois pode limitar o aproveitamento de valores relevantes.</p>
<p>Hoje, há divergências internas no próprio STJ. Algumas decisões permitem o uso gradual dos créditos, desde que iniciado no prazo. Outras entendem que a compensação deve ser integral dentro dos cinco anos, o que pode inviabilizar, na prática, o uso completo dos valores.</p>
<p>Caso prevaleça uma interpretação mais restritiva, empresas podem perder créditos importantes. Por isso, além da discussão sobre <strong>redução de IRPJ e CSLL</strong>, esse julgamento também reforça a necessidade de uma gestão tributária mais estratégica.</p>
<h3><strong>Impactos práticos e atenção empresarial</strong></h3>
<p>A análise sob o rito dos repetitivos significa que o entendimento fixado pelo STJ terá aplicação obrigatória em todo o país. Na prática, isso afeta diretamente o planejamento tributário e a tomada de decisão das empresas.</p>
<p>No caso específico da <strong>redução de IRPJ e CSLL</strong>, o julgamento pode abrir oportunidades relevantes de economia fiscal para empresas do setor odontológico. Ao mesmo tempo, também pode estabelecer limites mais rígidos, exigindo maior cuidado na classificação das atividades.</p>
<p>Além disso, a definição sobre o prazo de compensação pode impactar o fluxo de caixa e o aproveitamento de créditos acumulados ao longo dos anos.</p>
<p>Diante desse cenário, acompanhar o julgamento e revisar estruturas tributárias é uma medida estratégica. A correta aplicação da <strong>redução de IRPJ e CSLL</strong>, aliada a uma gestão eficiente de créditos, pode representar não apenas economia, mas também maior segurança nas operações empresariais.</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/STJ%20analisa%20redu%C3%A7%C3%A3o%20de%20IRPJ%20e%20CSLL.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>


  <div class="banner has-hover" id="banner-1667357086">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-208580780" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-208580780 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-208580780 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-1667357086 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-1667357086 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/stj-analisa-reducao-de-irpj-e-csll/">STJ analisa redução de IRPJ e CSLL</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/stj-analisa-reducao-de-irpj-e-csll/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Contribuição previdenciária sobre aviso-prévio em debate</title>
		<link>https://grm.com.br/contribuicao-previdenciaria-sobre-aviso-previo-em-debate/</link>
					<comments>https://grm.com.br/contribuicao-previdenciaria-sobre-aviso-previo-em-debate/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 13:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[13º proporcional]]></category>
		<category><![CDATA[aviso-prévio]]></category>
		<category><![CDATA[previdenciária]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=6076</guid>

					<description><![CDATA[<p>O STF irá decidir sobre a incidência da contribuição previdenciária no aviso-prévio indenizado, especialmente sobre o 13º proporcional. A decisão pode impactar diretamente os encargos trabalhistas e o planejamento das empresas.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/contribuicao-previdenciaria-sobre-aviso-previo-em-debate/">Contribuição previdenciária sobre aviso-prévio em debate</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">A <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">contribuição previdenciária sobre aviso-prévio</span> voltou ao centro das atenções com a análise do STF. O tema é relevante porque pode impactar diretamente os encargos trabalhistas das empresas.</span></strong><!-- notionvc: 934aa497-5623-46e1-9db2-9361630aeb98 --></p>
<h3><strong>O que está em discussão no STF</strong></h3>
<p>A <strong>contribuição previdenciária sobre aviso-prévio</strong> será analisada pelo Supremo Tribunal Federal no Recurso Extraordinário 1566336. O ponto central é definir se há incidência sobre o 13º salário proporcional pago no aviso-prévio indenizado.</p>
<p>Esse tipo de aviso ocorre quando o colaborador é desligado sem cumprir o período trabalhado, mas recebe os valores correspondentes. Nesse contexto, surge a dúvida: esse pagamento tem natureza salarial ou indenizatória?</p>
<h3><strong>Entendimento atual e o conflito jurídico</strong></h3>
<p>Atualmente, o Superior Tribunal de Justiça possui entendimento favorável à incidência da <strong>contribuição previdenciária sobre aviso-prévio</strong>, incluindo o 13º proporcional. Essa posição foi firmada em julgamento repetitivo, o que já orienta diversas decisões no país.</p>
<p>Por outro lado, há argumento de que a <strong>contribuição previdenciária sobre aviso-prévio</strong> não deveria incidir nesses casos. Isso porque o STF, em outras situações, já adotou o critério de que a contribuição só é devida quando há efetiva prestação de serviço.</p>
<p>Como o aviso-prévio indenizado não envolve trabalho realizado, a natureza indenizatória do pagamento ganha força no debate.</p>
<h3><strong>Reconhecimento da repercussão geral</strong></h3>
<p>O STF reconheceu a repercussão geral da matéria, o que significa que a decisão sobre a <strong>contribuição previdenciária sobre aviso-prévio</strong> deverá ser seguida por todas as instâncias do Judiciário.</p>
<p>Esse reconhecimento reforça a relevância do tema, que ultrapassa casos isolados e afeta um grande número de empresas. Além disso, a decisão trará maior uniformidade na interpretação da legislação.</p>
<h3><strong>Impactos práticos para as empresas</strong></h3>
<p>A definição sobre a <strong>contribuição previdenciária sobre aviso-prévio</strong> pode gerar impacto financeiro relevante. Dependendo do entendimento final, empresas podem ter aumento ou redução de encargos sobre desligamentos.</p>
<p>Além disso, o tema pode abrir oportunidades para revisão de práticas passadas, inclusive com possibilidade de recuperação de valores ou necessidade de ajustes futuros.</p>
<p>Por isso, acompanhar o julgamento da <strong>contribuição previdenciária sobre aviso-prévio</strong> é fundamental para o planejamento tributário e trabalhista.</p>
<h3><strong>Como se preparar</strong></h3>
<p>Diante desse cenário, é recomendável que as empresas revisem seus procedimentos internos e acompanhem de perto a evolução do tema. A análise preventiva permite identificar riscos e oportunidades antes da decisão final.</p>
<p>Enquanto não há definição, a cautela é essencial. A <strong>contribuição previdenciária sobre aviso-prévio</strong> segue como um ponto de atenção estratégica, que pode influenciar diretamente a gestão de custos e a segurança jurídica das operações.</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Contribui%C3%A7%C3%A3o%20previdenci%C3%A1ria%20sobre%20aviso-pr%C3%A9vio%20em%20debate%20%281%29.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>


  <div class="banner has-hover" id="banner-998110473">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-1174712325" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-1174712325 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-1174712325 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-998110473 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-998110473 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


<p><!-- notionvc: 01e02944-fd1e-404a-8c69-cb236e3cfe59 --></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/contribuicao-previdenciaria-sobre-aviso-previo-em-debate/">Contribuição previdenciária sobre aviso-prévio em debate</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/contribuicao-previdenciaria-sobre-aviso-previo-em-debate/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF derruba adicional de ICMS em Sergipe</title>
		<link>https://grm.com.br/stf-derruba-adicional-de-icms-em-sergipe/</link>
					<comments>https://grm.com.br/stf-derruba-adicional-de-icms-em-sergipe/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 13:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[adicional]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=6071</guid>

					<description><![CDATA[<p>O STF decidiu pela exclusão do adicional de ICMS sobre serviços essenciais, mas manteve sua cobrança até 2027 por segurança jurídica e impacto fiscal. Empresas devem se planejar, pois a mudança será gradual e ainda exige atenção no curto prazo.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/stf-derruba-adicional-de-icms-em-sergipe/">STF derruba adicional de ICMS em Sergipe</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">adicional de ICMS</span> foi considerado inconstitucional pelo STF em Sergipe, impactando diretamente empresas do setor de telecomunicações. A decisão sobre o <span class="notion-enable-hover" data-token-index="3">adicional de ICMS</span> é relevante porque redefine limites de tributação sobre serviços essenciais.</strong></span><!-- notionvc: 8339c32a-f6fd-48a4-b19c-263bf721cf97 --></p>
<h3><strong>O que mudou no adicional de ICMS</strong></h3>
<p>O STF decidiu, por unanimidade, declarar inconstitucional a cobrança do <strong>adicional de ICMS</strong> destinado ao Fundo de Combate à Pobreza em Sergipe.</p>
<p>Na prática, o tribunal entendeu que o <strong>adicional de ICMS</strong> não pode incidir sobre telecomunicações, pois esses serviços são considerados essenciais. Com isso, não é possível aplicar uma carga tributária superior à alíquota padrão do imposto.</p>
<p>Essa interpretação reforça o que já foi definido pela Lei Complementar 194/2022.</p>
<h3><strong>Por que o adicional de ICMS ainda será cobrado</strong></h3>
<p>Apesar da decisão, o <strong>adicional de ICMS</strong> continuará sendo exigido até <strong>2027</strong>.</p>
<p>Isso ocorre por conta da chamada modulação de efeitos. O STF decidiu que a exclusão imediata do <strong>adicional de ICMS</strong> poderia gerar impactos negativos nas contas públicas do estado.</p>
<p>Assim, até 1º de janeiro de 2027, as empresas ainda devem recolher o <strong>adicional de ICMS</strong> normalmente.</p>
<h3><strong>Segurança jurídica e impacto para empresas</strong></h3>
<p>A manutenção temporária do <strong>adicional de ICMS</strong> foi justificada por três fatores principais:</p>
<ul>
<li>Preservação de programas sociais financiados pelo tributo</li>
<li>Necessidade de segurança jurídica</li>
<li>Risco de desequilíbrio fiscal para o estado</li>
</ul>
<p>Além disso, o STF considerou que retirar o <strong>adicional de ICMS</strong> de forma imediata poderia não resultar em redução efetiva da carga tributária, já que o estado poderia criar novas formas de arrecadação.</p>
<h3><strong>O que as empresas devem observar</strong></h3>
<p>A decisão sobre o <strong>adicional de ICMS</strong> traz um sinal importante para o planejamento tributário.</p>
<p>Por um lado, confirma a impossibilidade de cobrança futura sobre serviços essenciais. Por outro, exige atenção no curto prazo, já que o <strong>adicional de ICMS</strong> segue válido até 2027.</p>
<p>Empresas devem acompanhar possíveis desdobramentos e avaliar impactos financeiros e estratégicos.</p>
<h3><strong>Conclusão</strong></h3>
<p>O julgamento do STF sobre o <strong>adicional de ICMS</strong> reforça limites à tributação de serviços essenciais no Brasil.</p>
<p>Ainda assim, a transição até 2027 mostra que decisões tributárias podem ter efeitos graduais, exigindo planejamento e acompanhamento constante por parte das empresas.</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/STF%20derruba%20adicional%20de%20ICMS%20em%20Sergipe.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
		<span>baixe o pdf</span>
	<i class="icon-angle-down" aria-hidden="true" ></i></a>


  <div class="banner has-hover" id="banner-846182128">
          <div class="banner-inner fill">
        <div class="banner-bg fill" >
                                                
                    </div>
		
        <div class="banner-layers container">
            <div class="fill banner-link"></div>            

   <div id="text-box-730290477" class="text-box banner-layer x50 md-x50 lg-x50 y50 md-y50 lg-y50 res-text">
                                <div class="text-box-content text dark">
              
              <div class="text-inner text-center">
                  

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 18px; color: #ffffff;">Assine nossa newsletter e receba periodicamente nossos informativos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div role="main" id="site-b9fa0ce784ebc594b901"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('site-b9fa0ce784ebc594b901', 'UA-101613331-8').createForm();</script></p>

              </div>
           </div>
                            
<style>
#text-box-730290477 {
  margin: 0px 0px 2% 0px;
  width: 92%;
}
#text-box-730290477 .text-box-content {
  font-size: 100%;
}
</style>
    </div>
 

        </div>
      </div>

            
<style>
#banner-846182128 {
  padding-top: 359px;
  background-color: rgb(61, 61, 60);
}
@media (min-width:550px) {
  #banner-846182128 {
    padding-top: 192px;
  }
}
</style>
  </div>


<p>&nbsp;</p>
<p><!-- notionvc: c777f8f3-0ae9-4338-9352-7d832a5f1909 --></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/stf-derruba-adicional-de-icms-em-sergipe/">STF derruba adicional de ICMS em Sergipe</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://grm.com.br/stf-derruba-adicional-de-icms-em-sergipe/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
