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	<title>GRM Advogados</title>
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	<description>Advogados</description>
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	<title>GRM Advogados</title>
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		<title>Zona Franca de Manaus: Receita reduz incentivo fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[incentivo fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[restringe benefício]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Receita Federal restringe benefício de PIS/Cofins para operações com a Zona Franca de Manaus, elevando impactos tributários.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/zona-franca-de-manaus-receita-reduz-incentivo-fiscal/">Zona Franca de Manaus: Receita reduz incentivo fiscal</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Zona Franca de Manaus voltou ao centro das discussões tributárias após a Receita Federal divulgar um novo entendimento sobre a redução de incentivos fiscais federais. A medida pode aumentar os custos de operações realizadas por empresas que fornecem mercadorias para a região.</strong></span></p>
<h2><strong>Receita Federal define alcance da redução de incentivos</strong></h2>
<p>A Receita Federal publicou a Nota Cosit/Sutri/RFB nº 141/2026 para esclarecer como deve ser aplicada a redução linear dos incentivos tributários federais nas operações destinadas à <strong>Zona Franca de Manaus</strong>.</p>
<p>A discussão surgiu após questionamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre a manutenção do benefício de alíquota zero de PIS e Cofins nas vendas de mercadorias destinadas ao consumo ou à industrialização na região.</p>
<p>O entendimento defendido pela entidade era de que, por envolver operações destinadas à <strong>Zona Franca de Manaus</strong>, o benefício deveria permanecer integralmente preservado, sem sofrer as reduções previstas na legislação.</p>
<h2><strong>Qual foi o posicionamento da Receita Federal?</strong></h2>
<p>Segundo a Receita Federal, o benefício de alíquota zero de PIS e Cofins aplicado às vendas destinadas à <strong>Zona Franca de Manaus</strong> não está protegido das reduções lineares instituídas pelo novo regime de diminuição dos incentivos fiscais federais.</p>
<p>Na prática, isso significa que empresas localizadas fora da região que comercializam produtos para a <strong>Zona Franca de Manaus</strong> não poderão mais usufruir integralmente da alíquota zero nessas operações, seguindo o entendimento atualmente adotado pela Administração Tributária.</p>
<h2><strong>Quais os impactos para as empresas?</strong></h2>
<p>A interpretação traz reflexos relevantes para a competitividade da <strong>Zona Franca de Manaus</strong>. Com a redução do incentivo, a carga tributária incidente sobre determinadas operações tende a aumentar.</p>
<p>Como consequência, empresas instaladas na região podem enfrentar elevação nos custos de aquisição de insumos, matérias-primas, mercadorias e outros produtos utilizados em suas atividades produtivas.</p>
<p>Além disso, fornecedores estabelecidos fora da <strong>Zona Franca de Manaus</strong> também podem precisar revisar seus cálculos tributários e comerciais para adequar suas operações ao novo cenário.</p>
<h2><strong>O que as empresas devem avaliar?</strong></h2>
<p>Diante desse posicionamento, torna-se importante analisar os possíveis impactos financeiros e operacionais decorrentes da medida.</p>
<p>A revisão de contratos, da estrutura de custos e das cadeias de fornecimento pode ser necessária para identificar eventuais aumentos de carga tributária e seus reflexos sobre preços, margens e investimentos.</p>
<p>O novo entendimento da Receita Federal reforça a necessidade de acompanhamento constante das mudanças relacionadas à <strong>Zona Franca de Manaus</strong>, especialmente em um momento de transição e reestruturação do sistema tributário brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fundo de Compensação ganha destaque na Reforma Tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:20:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo de Compensação]]></category>
		<category><![CDATA[ganha destaque]]></category>
		<category><![CDATA[na Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais busca reduzir impactos da extinção dos incentivos de ICMS durante a transição da Reforma Tributária.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Reforma Tributária avança na construção de mecanismos para garantir uma transição mais equilibrada para as empresas. Nesse contexto, o Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais (FCBF) surge como uma ferramenta importante para reduzir impactos decorrentes da extinção gradual dos incentivos fiscais de ICMS.</strong></span></p>
<h3>O que é o Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais?</h3>
<p>O Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais (FCBF) foi criado no âmbito da <strong>Reforma Tributária</strong> para compensar empresas que atualmente usufruem de incentivos fiscais vinculados ao ICMS.</p>
<p>Com a implementação do novo modelo tributário, diversos benefícios estaduais serão gradualmente encerrados. Diante desse cenário, o fundo busca proporcionar maior previsibilidade para os contribuintes e reduzir os impactos financeiros da transição.</p>
<p>A proposta faz parte do processo de substituição dos atuais tributos sobre o consumo pelos novos tributos instituídos pela <strong>Reforma Tributária</strong>, especialmente o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).</p>
<h3>Como funcionará a compensação?</h3>
<p>Durante curso promovido pela Receita Federal em parceria com o Conselho Federal de Contabilidade, especialistas apresentaram os principais critérios relacionados ao funcionamento do FCBF.</p>
<p>Entre os pontos discutidos estão:</p>
<ul>
<li>Regras de elegibilidade para acesso à compensação;</li>
<li>Prazos para recebimento dos valores;</li>
<li>Critérios para cálculo dos benefícios;</li>
<li>Extinção gradual dos incentivos fiscais estaduais;</li>
<li>Mecanismos de transição para as empresas impactadas.</li>
</ul>
<p>O objetivo é garantir que a <strong>Reforma Tributária</strong> seja implementada com maior equilíbrio econômico, reduzindo distorções e proporcionando maior estabilidade ao ambiente de negócios.</p>
<h3>Segurança jurídica durante a transição</h3>
<p>Um dos principais desafios da <strong>Reforma Tributária</strong> é assegurar que a migração para o novo sistema tributário ocorra com previsibilidade e segurança para os contribuintes.</p>
<p>Nesse sentido, o FCBF foi apresentado como um instrumento capaz de minimizar riscos, reduzir potenciais litígios tributários e preservar a confiança das empresas durante o período de adaptação.</p>
<p>A expectativa é que a compensação contribua para evitar impactos abruptos decorrentes da perda de incentivos fiscais que, em muitos casos, influenciam decisões de investimento, expansão e geração de empregos.</p>
<h3>O que as empresas devem observar?</h3>
<p>Empresas que atualmente utilizam benefícios fiscais de ICMS devem acompanhar atentamente os desdobramentos da <strong>Reforma Tributária</strong> e as futuras regulamentações relacionadas ao FCBF.</p>
<p>A análise dos critérios de elegibilidade, dos valores compensatórios e dos prazos de transição será fundamental para avaliar possíveis impactos financeiros e revisar estratégias tributárias de médio e longo prazo.</p>
<p>Além disso, a participação da Receita Federal em ações de capacitação demonstra a importância de preparar empresas, contadores e gestores para as mudanças que serão implementadas gradualmente nos próximos anos.</p>
<h3>Próximos passos da Reforma Tributária</h3>
<p>A capacitação promovida pela Receita Federal integra uma série de módulos voltados à compreensão prática da <strong>Reforma Tributária</strong>. Os próximos encontros abordarão temas como obrigações acessórias, apuração assistida, Simples Nacional, economia digital, serviços financeiros, agronegócio, Zona Franca de Manaus e Imposto Seletivo.</p>
<p>Para o setor empresarial, acompanhar essas discussões será cada vez mais importante. Afinal, a <strong>Reforma Tributária</strong> não envolve apenas mudanças na tributação, mas também adaptações operacionais, estratégicas e financeiras que podem impactar diretamente a competitividade das empresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Imposto Seletivo terá novas regras para bebidas</title>
		<link>https://grm.com.br/imposto-seletivo-tera-novas-regras-para-bebidas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto Seletivo]]></category>
		<category><![CDATA[para bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Terá Novas Regras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo avança na regulamentação do Imposto Seletivo e discute novas regras de tributação para bebidas alcoólicas na Reforma Tributária.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">O Imposto Seletivo segue avançando nas discussões da Reforma Tributária e pode trazer impactos relevantes para setores ligados à produção, distribuição e comercialização de bebidas alcoólicas. A definição das alíquotas é um dos temas mais aguardados pelas empresas que precisarão se adaptar ao novo modelo tributário.</span></strong></p>
<h3><strong>Governo discute modelo de tributação</strong></h3>
<p>O governo federal avalia a aplicação de duas formas de cobrança do <strong>Imposto Seletivo</strong> sobre bebidas alcoólicas. A proposta prevê uma alíquota calculada com base na quantidade de álcool puro presente na bebida e uma segunda cobrança, que poderá ser fixa ou variar de acordo com o teor alcoólico do produto.</p>
<p>Embora as discussões técnicas estejam avançadas, ainda não existe uma definição final sobre o modelo que será encaminhado ao Congresso Nacional. O tema envolve diferentes órgãos do governo e deverá ser objeto de debate legislativo nos próximos meses.</p>
<h3><strong>O que é o Imposto Seletivo?</strong></h3>
<p>O <strong>Imposto Seletivo</strong> foi criado pela Reforma Tributária com o objetivo de tributar bens e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.</p>
<p>A previsão é que o tributo entre em vigor em 1º de janeiro de 2027. No entanto, para que isso ocorra dentro do prazo previsto, a legislação precisa ser aprovada respeitando o princípio da anterioridade tributária.</p>
<p>A regulamentação do <strong>Imposto Seletivo</strong> é considerada estratégica para a transição do sistema tributário, especialmente porque substituirá parte da função arrecadatória atualmente exercida por outros tributos.</p>
<h3><strong>Impactos na transição tributária</strong></h3>
<p>A entrada em vigor do <strong>Imposto Seletivo</strong> possui relação direta com a redução gradual do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).</p>
<p>Caso a regulamentação não seja concluída dentro do prazo necessário, alguns produtos que hoje suportam tributação específica poderão enfrentar um período temporário de menor carga tributária. Essa possibilidade tem levado o governo a acelerar as discussões sobre a definição das alíquotas.</p>
<p>Além das bebidas alcoólicas, a proposta também prevê incidência sobre produtos como cigarros e bebidas açucaradas, seguindo critérios relacionados aos impactos sobre a saúde pública.</p>
<h3><strong>Alíquotas poderão aumentar gradualmente</strong></h3>
<p>Outro ponto em análise envolve a implementação de uma tributação escalonada para bebidas alcoólicas. A proposta prevê aumento gradual das alíquotas a partir de 2029, acompanhando a redução do ICMS ao longo do período de transição da Reforma Tributária.</p>
<p>Essa estratégia busca evitar mudanças abruptas na carga tributária e permitir maior previsibilidade para os setores impactados.</p>
<h3><strong>Outros temas ainda estão em discussão</strong></h3>
<p>Além da definição das alíquotas do <strong>Imposto Seletivo</strong>, o governo também avalia critérios para determinar quais produtos estarão sujeitos ao tributo.</p>
<p>Aspectos como reciclabilidade de materiais, etapas produtivas realizadas no Brasil e impacto ambiental estão entre os fatores analisados. Existe ainda a possibilidade de que parte dessas definições seja regulamentada posteriormente por decreto.</p>
<p>Paralelamente, continuam os debates sobre o split payment, mecanismo que permitirá a segregação automática dos tributos no momento do pagamento, além dos ajustes finais nos regulamentos da CBS e do IBS.</p>
<h3><strong>O que as empresas devem acompanhar</strong></h3>
<p>A regulamentação do <strong>Imposto Seletivo</strong> representa uma etapa importante da Reforma Tributária e pode gerar impactos significativos em diversos setores econômicos.</p>
<p>Empresas envolvidas na cadeia de produção, distribuição e comercialização de bebidas devem acompanhar atentamente a definição das alíquotas e das regras operacionais. A antecipação dessas mudanças permitirá avaliar impactos financeiros, revisar estratégias tributárias e planejar adequações necessárias para o novo ambiente fiscal que começará a ser implementado a partir de 2027.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><!-- notionvc: f346a629-c4d9-4016-b36e-0599d140ca07 --></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Codam aprova recorde de investimentos no Amazonas</title>
		<link>https://grm.com.br/codam-aprova-recorde-de-investimentos-no-amazonas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:25:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amazonas aprova recorde de 80 projetos industriais, com R$ 2,68 bilhões em investimentos e potencial de geração de 4.830 empregos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Os investimentos industriais no Amazonas atingiram um novo marco. A aprovação de 80 projetos pelo Codam reforça o ritmo de expansão da indústria e amplia as perspectivas de geração de empregos e desenvolvimento econômico no estado.</strong></span></p>
<h3><strong>Recorde de projetos e investimentos</strong></h3>
<p>O Conselho de Desenvolvimento do Estado do Amazonas (Codam) aprovou 80 projetos industriais durante sua 320ª reunião ordinária. O número representa um recorde histórico e contempla projetos de implantação, diversificação e atualização industrial.</p>
<p>Ao todo, os empreendimentos somam R$ 2,68 bilhões em investimentos previstos para o estado. A expectativa é que os recursos impulsionem diferentes segmentos da indústria e fortaleçam o ambiente de negócios no Amazonas.</p>
<h3><strong>Geração de empregos ganha destaque</strong></h3>
<p>Além do volume de investimentos, a geração de empregos foi um dos principais destaques da reunião. Os projetos aprovados têm potencial para criar 4.830 postos de trabalho, sendo 2.606 novas vagas.</p>
<p>Segundo o governo estadual, os empreendimentos possuem ciclo de maturação estimado em três anos, o que permite projetar aumento gradual da atividade econômica, da renda e da demanda por mão de obra qualificada.</p>
<p>O impacto esperado não se limita à capital. O crescimento da arrecadação e da atividade industrial tende a gerar reflexos positivos também para os municípios do interior do estado.</p>
<h3><strong>Indústria diversificada impulsiona crescimento</strong></h3>
<p>Entre os projetos aprovados estão iniciativas voltadas para a fabricação de medidores de energia elétrica, telefones celulares, fogões de indução e a gás, medicamentos e embalagens industriais.</p>
<p>A diversidade dos investimentos demonstra a capacidade do Amazonas de atrair empresas de diferentes setores, reduzindo a concentração econômica e ampliando oportunidades para novas cadeias produtivas.</p>
<p>Projetos de grande porte também chamaram atenção pela capacidade de expansão industrial e geração de empregos, reforçando o papel estratégico do estado na atração de investimentos produtivos.</p>
<h3><strong>Novos investimentos ampliam perspectivas econômicas</strong></h3>
<p>Durante a reunião, também foi entregue licença ambiental para implantação de um projeto de exploração de gás natural no município de Silves, ampliando as perspectivas de desenvolvimento energético da região.</p>
<p>O conjunto de medidas aprovadas sinaliza um cenário de expansão para a economia amazonense, com potencial para fortalecer a atividade industrial, estimular novos negócios e aumentar a geração de renda nos próximos anos.</p>
<h3><strong>O que as empresas devem observar</strong></h3>
<p>O recorde de projetos aprovados pelo Codam demonstra a continuidade de investimentos relevantes no Amazonas e reforça o potencial de crescimento da indústria local. Para empresas que avaliam expansão de operações, novos investimentos ou oportunidades na região Norte, o movimento sinaliza um ambiente econômico em evolução e com perspectivas positivas para os próximos anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Codam%20aprova%20recorde%20de%20investimentos%20no%20Amazonas%20%281%29.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária já enfrenta primeiras disputas judiciais</title>
		<link>https://grm.com.br/reforma-tributaria-ja-enfrenta-primeiras-disputas-judiciais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:20:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[enfrenta]]></category>
		<category><![CDATA[primeiras disputas judiciais]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiras ações judiciais da Reforma Tributária chegam aos tribunais e antecipam debates sobre IBS, CBS, incentivos fiscais e exportações.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/reforma-tributaria-ja-enfrenta-primeiras-disputas-judiciais/">Reforma Tributária já enfrenta primeiras disputas judiciais</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Reforma Tributária começou a ser discutida nos tribunais antes mesmo de sua implementação completa. As primeiras ações judiciais revelam desafios na interpretação das novas regras e mostram que a fase de transição exigirá atenção das empresas.</strong></span></p>
<h3><strong>Primeiros questionamentos chegam ao STF</strong></h3>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) poderá analisar os primeiros processos que discutem exclusivamente dispositivos da <strong>Reforma Tributária</strong>. As ações questionam pontos da regulamentação dos novos tributos sobre o consumo, especialmente relacionados ao IBS e à CBS.</p>
<p>Entre os temas em debate estão as regras para aplicação da alíquota zero na aquisição de veículos por pessoas com deficiência e pessoas com transtorno do espectro autista (TEA). As discussões são objeto das ADIs nº 7779 e nº 7790, que questionam restrições previstas na Lei Complementar nº 214/2025 para acesso ao benefício fiscal.</p>
<p>Embora parte dessas regras tenha sido posteriormente alterada pela Lei Complementar nº 227/2026, os processos permanecem relevantes para definir os limites da regulamentação da <strong>Reforma Tributária</strong> e a forma como benefícios fiscais poderão ser concedidos aos contribuintes.</p>
<h3><strong>Exportadoras contestam exigências para suspensão do IBS</strong></h3>
<p>Outro ponto que já chegou ao Judiciário envolve as regras para suspensão do IBS nas operações realizadas por empresas comerciais exportadoras.</p>
<p>A controvérsia está relacionada ao artigo 82 da Lei Complementar nº 214/2025, que condiciona o benefício ao cumprimento de requisitos como certificação de Operador Econômico Autorizado (OEA), patrimônio líquido mínimo de R$ 1 milhão e regularidade fiscal plena.</p>
<p>Segundo representantes do setor, essas exigências podem restringir significativamente o acesso ao benefício. O tema é discutido no Mandado de Segurança Coletivo nº 0701878-82.2026.8.07.0018, que já resultou em decisões distintas para IBS e CBS, evidenciando os desafios de interpretação dos novos tributos.</p>
<p>Esse cenário reforça a importância de definições mais claras sobre competência e uniformização de entendimentos durante a implementação da <strong>Reforma Tributária</strong>.</p>
<h3><strong>Zona Franca de Manaus também é alvo de discussões</strong></h3>
<p>A <strong>Reforma Tributária</strong> também trouxe questionamentos relacionados aos incentivos da Zona Franca de Manaus.</p>
<p>Uma das discussões envolve os critérios utilizados para cálculo do crédito presumido do IBS. O tema é tratado na Ação Civil Pública nº 1049079-37.2026.4.01.3400, que debate possíveis impactos concorrenciais decorrentes da regulamentação do novo sistema tributário.</p>
<p>Além disso, a ADI nº 7963 questiona a constitucionalidade da inclusão da atividade de refino de petróleo localizada na Zona Franca de Manaus entre os beneficiários do regime tributário favorecido previsto na regulamentação da <strong>Reforma Tributária</strong>.</p>
<p>As discussões demonstram que a preservação dos incentivos regionais continuará sendo um dos temas mais sensíveis durante o período de transição.</p>
<h3><strong>Novos tributos devem ampliar debates interpretativos</strong></h3>
<p>Especialistas avaliam que a judicialização observada neste momento é natural em uma mudança estrutural da dimensão da <strong>Reforma Tributária</strong>.</p>
<p>A implementação do IBS, da CBS e do Imposto Seletivo introduz conceitos inéditos no sistema tributário brasileiro. Por isso, debates sobre aproveitamento de créditos, ressarcimento de valores, fiscalização e aplicação dos novos regimes tendem a ganhar espaço nos próximos anos.</p>
<p>Além disso, a definição da competência para julgamento das controvérsias envolvendo IBS e CBS surge como uma das questões mais relevantes para garantir previsibilidade e coerência nas futuras decisões judiciais.</p>
<h3><strong>O que as empresas devem observar</strong></h3>
<p>Os primeiros litígios mostram que a implementação da <strong>Reforma Tributária</strong> será acompanhada por importantes debates regulatórios e judiciais.</p>
<p>Apesar da expectativa de simplificação do sistema tributário no longo prazo, o período de transição poderá gerar discussões relevantes sobre benefícios fiscais, créditos tributários, exportações, incentivos regionais e interpretação das novas regras.</p>
<p>Nesse contexto, acompanhar a evolução dessas ações e os entendimentos que serão consolidados pelos tribunais será fundamental para que as empresas identifiquem riscos, avaliem impactos operacionais e se preparem adequadamente para as mudanças trazidas pela <strong>Reforma Tributária</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Reforma%20Tribut%C3%A1ria%20j%C3%A1%20enfrenta%20primeiras%20disputas%20judiciais.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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		<item>
		<title>STJ regulamenta o julgamento de conflitos federativos relacionados ao IBS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 13:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos federativos relacionados ao IBS]]></category>
		<category><![CDATA[o julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[regulamenta]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>STJ cria nova classe processual para julgar conflitos envolvendo IBS, CBS e o Comitê Gestor na implementação da Reforma Tributária.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Reforma Tributária avançou mais uma etapa com a regulamentação, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), dos julgamentos envolvendo conflitos entre entes federativos e o Comitê Gestor do IBS. A medida traz maior clareza sobre a governança do novo sistema tributário durante o período de transição.</strong></span></p>
<h3><strong>STJ cria nova classe processual para conflitos federativos</strong></h3>
<p>Para se adequar às mudanças trazidas pela Reforma Tributária, o STJ alterou seu Regimento Interno e criou uma nova categoria processual denominada &#8220;Conflito Federativo&#8221;. A partir dela, a Corte será responsável por analisar controvérsias entre estados, municípios, Distrito Federal, União e o Comitê Gestor do IBS relacionadas à administração dos novos tributos sobre o consumo.</p>
<p>A alteração decorre da estrutura criada pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e pela Lei Complementar nº 214/2025, que instituíram os novos tributos sobre o consumo.</p>
<h3><strong>Entenda o papel do IBS na Reforma Tributária</strong></h3>
<p>A Reforma Tributária prevê a substituição gradual do ICMS e do ISS pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), tributo que terá gestão compartilhada entre estados, municípios e Distrito Federal.</p>
<p>Paralelamente, PIS, Pasep e Cofins serão substituídos pela CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), que ficará sob responsabilidade da União.</p>
<p>A transição para o novo modelo tributário ocorrerá gradualmente até 2033.</p>
<h3><strong>Como serão julgados os conflitos federativos</strong></h3>
<p>Os processos envolvendo disputas relacionadas à administração dos novos tributos sobre o consumo serão analisados pela 1ª Seção do STJ, responsável pelos temas de Direito Público e Direito Tributário.</p>
<p>A regulamentação também permite que o relator decida individualmente determinadas situações, especialmente quando já existir entendimento consolidado sobre o tema ou quando o caso não representar efetivamente um conflito federativo capaz de impactar o equilíbrio entre os entes envolvidos.</p>
<p>Além disso, haverá participação obrigatória do Ministério Público nesses processos.</p>
<h3><strong>O que ainda falta definir para os contribuintes</strong></h3>
<p>Embora a Reforma Tributária tenha definido a competência do STJ para solucionar conflitos entre os órgãos responsáveis pela administração dos novos tributos, ainda permanecem dúvidas relevantes para os contribuintes.</p>
<p>Um dos principais desafios será a definição da estrutura do contencioso judicial envolvendo CBS e IBS. Como ambos incidem sobre uma mesma operação econômica, ainda existem discussões sobre situações que possam envolver competências da Justiça Federal e da Justiça Estadual.</p>
<p>O tema segue em debate e deverá ganhar maior definição à medida que a implementação da Reforma Tributária avançar e os primeiros litígios começarem a ser analisados pelo Poder Judiciário.</p>
<h3><strong>Impactos para as empresas</strong></h3>
<p>A definição do STJ como responsável pelos conflitos entre os entes da nova estrutura tributária representa mais um passo na implementação da Reforma Tributária. Apesar desse avanço institucional, permanecem pontos relevantes a serem esclarecidos, especialmente quanto ao tratamento das disputas envolvendo os contribuintes.</p>
<p>Para as empresas, acompanhar a evolução dessas definições será fundamental para compreender os impactos da Reforma Tributária sobre a gestão fiscal, o planejamento tributário e a condução de eventuais discussões administrativas e judiciais nos próximos anos.</p>
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		<title>Baterias de Nova Geração impulsionam indústria em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 13:20:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Baterias]]></category>
		<category><![CDATA[impulsionam]]></category>
		<category><![CDATA[inovação tecnológica.]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos em Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[nova geração]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baterias de nova geração ganham espaço na indústria e reforçam o papel estratégico de Manaus na transição energética e na inovação tecnológica.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">Baterias de Nova Geração estão ganhando protagonismo na transformação da indústria global e reforçando o posicionamento de Manaus em setores estratégicos para o futuro. A recente autorização para fabricação de novos sistemas de armazenamento de energia evidencia como as Baterias de Nova Geração vêm ampliando oportunidades industriais e tecnológicas no Brasil.</span></strong></p>
<h3><strong>Cresce a importância das Baterias de Nova Geração</strong></h3>
<p>Durante muitos anos, as baterias foram vistas apenas como componentes responsáveis por alimentar equipamentos eletrônicos. Hoje, porém, as <strong>Baterias de Nova Geração</strong> assumem uma função muito mais relevante dentro da economia moderna.</p>
<p>Essas tecnologias estão diretamente ligadas ao crescimento da mobilidade elétrica, da geração de energia renovável, dos data centers, das telecomunicações e dos sistemas industriais inteligentes. Com isso, o armazenamento eficiente de energia tornou-se um dos pilares da chamada transição energética.</p>
<h3><strong>Produção em Manaus fortalece cadeia estratégica</strong></h3>
<p>A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) autorizou a fabricação de sistemas de armazenamento de energia elétrica baseados em baterias de íons de lítio com os incentivos da Zona Franca de Manaus.</p>
<p>A medida amplia a participação da indústria instalada no Polo Industrial de Manaus em um segmento considerado estratégico para o desenvolvimento econômico global. Além disso, fortalece a capacidade da região de atender demandas crescentes relacionadas à eletrificação e à modernização da infraestrutura energética.</p>
<h3><strong>Transição energética amplia demanda por armazenamento</strong></h3>
<p>O avanço das fontes renováveis, como energia solar e eólica, vem aumentando a necessidade de sistemas capazes de armazenar energia com eficiência e segurança.</p>
<p>Nesse cenário, as <strong>Baterias de Nova Geração</strong> desempenham papel fundamental para garantir estabilidade no fornecimento energético. Elas permitem que a energia produzida seja utilizada em momentos de maior necessidade, contribuindo para maior eficiência operacional e redução de desperdícios.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o crescimento dos veículos elétricos e das redes inteligentes também impulsiona a procura por soluções avançadas de armazenamento.</p>
<h3><strong>Tecnologia e inovação ganham espaço na indústria</strong></h3>
<p>A competitividade industrial já não depende apenas da capacidade de produzir em larga escala. Atualmente, o domínio de tecnologias estratégicas passou a ser um diferencial importante para países e regiões que desejam participar das novas cadeias globais de valor.</p>
<p>Nesse contexto, as <strong>Baterias de Nova Geração</strong> se juntam a outros componentes considerados essenciais para o futuro da indústria, como semicondutores, sensores, conectividade e inteligência artificial.</p>
<p>A presença de empresas atuando nesses segmentos contribui para o desenvolvimento de produtos de maior valor agregado e para a ampliação da capacidade de inovação industrial.</p>
<h3><strong>O que isso representa para o futuro</strong></h3>
<p>O fortalecimento da produção de <strong>Baterias de Nova Geração</strong> em Manaus demonstra como a indústria brasileira busca se posicionar em mercados ligados à inovação, sustentabilidade e tecnologia.</p>
<p>Mais do que fabricar equipamentos, o desafio passa a ser participar das cadeias globais que irão sustentar a economia dos próximos anos. Nesse processo, as <strong>Baterias de Nova Geração</strong> tendem a ocupar um papel cada vez mais estratégico para a indústria, a transição energética e o desenvolvimento econômico.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sistema S: STJ mantém modulação da tese</title>
		<link>https://grm.com.br/sistema-s-stj-mantem-modulacao-da-tese/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 13:20:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[mantém modulação da tese]]></category>
		<category><![CDATA[sistema s]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>STJ manteve a modulação da tese do Sistema S, preservando regras de transição para contribuintes que possuíam decisões favoráveis sobre o limite de 20 salários mínimos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">Sistema S continua no centro das discussões tributárias após nova decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O tribunal manteve a modulação dos efeitos da tese que afastou o limite de 20 salários mínimos para a base de cálculo das contribuições ao Sistema S.</span></strong></p>
<h2><strong>STJ rejeita novo recurso da Fazenda Nacional</strong></h2>
<p>A Corte Especial do STJ decidiu que não é possível utilizar embargos de divergência para discutir os critérios adotados na modulação de efeitos definida pela 1ª Seção. Com isso, foi mantido o entendimento já estabelecido no julgamento que tratou das contribuições destinadas ao <strong>Sistema S</strong>.</p>
<p>A discussão teve origem após a definição de que o limite de 20 salários mínimos não se aplica à base de cálculo das contribuições para as seguintes entidades: Sesi, Senai, Sesc e Senac. A decisão impacta diretamente empresas sujeitas ao recolhimento dessas contribuições</p>
<p><!-- notionvc: 78e084e9-1564-42c9-b170-bccf4d0fa658 --></p>
<h2><strong>Como ficou a modulação dos efeitos</strong></h2>
<p>A modulação estabelecida pelo STJ garantiu tratamento diferenciado para contribuintes que possuíam decisão judicial ou administrativa favorável até 25 de outubro de 2023.</p>
<p>Nesses casos, foi permitido manter a base de cálculo limitada a 20 salários mínimos até 2 de maio de 2024, data da publicação do acórdão. Após esse marco, o entendimento passou a valer para todos os contribuintes, encerrando a aplicação do limite.</p>
<p>A definição buscou preservar a segurança jurídica e evitar impactos inesperados para empresas que já possuíam decisões favoráveis sobre o tema.</p>
<h2><strong>Debate sobre jurisprudência dominante</strong></h2>
<p>Um dos principais argumentos apresentados pela Fazenda Nacional envolvia o conceito de &#8220;jurisprudência dominante&#8221;. Segundo a União, os precedentes utilizados pela 1ª Seção não seriam suficientes para justificar a modulação dos efeitos da decisão.</p>
<p>Entretanto, a maioria dos ministros entendeu que essa análise não poderia ser revista por meio dos embargos apresentados. Para o colegiado, a modulação depende das circunstâncias específicas de cada julgamento e dos princípios de segurança jurídica e interesse social.</p>
<h2><strong>O que muda para as empresas</strong></h2>
<p>Na prática, a decisão reforça a validade da modulação já definida e reduz as possibilidades de novas discussões sobre o tema dentro do STJ. O entendimento consolida o cenário atual das contribuições ao <strong>Sistema S</strong> (SESI, SENAI, SESC e SENAC) e traz maior previsibilidade para as empresas quanto às regras aplicáveis.</p>
<p>Além disso, a tendência é que os demais recursos relacionados ao <strong>Sistema S</strong> sigam o mesmo caminho, encerrando um dos debates tributários mais relevantes dos últimos anos sobre a base de cálculo dessas contribuições.</p>
<h2>Atenção ao planejamento tributário</h2>
<p>A manutenção da modulação pelo STJ reforça a importância de acompanhar a evolução da jurisprudência tributária. Empresas que possuem impacto relevante das contribuições ao <strong>Sistema S</strong> devem revisar seus procedimentos e ava</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><!-- notionvc: 982e2c5a-038a-4253-a910-0cac83dbc073 --></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Justiça extingue ação da Fiesp contra a ZFM</title>
		<link>https://grm.com.br/justica-extingue-acao-da-fiesp-contra-a-zfm/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:20:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[ação da Fiesp]]></category>
		<category><![CDATA[extingue]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Justiça extingue ação da Fiesp sem analisar mérito e mantém em aberto o debate sobre os mecanismos de competitividade da Zona Franca de Manaus na Reforma Tributária.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Zona Franca de Manaus voltou ao centro das discussões sobre a Reforma Tributária após uma decisão da Justiça Federal envolvendo dispositivos que preservam sua competitividade. O tema é relevante porque impacta diretamente o ambiente de negócios, a indústria nacional e a segurança jurídica das empresas.</strong></span></p>
<h2><strong>Justiça extingue ação sem analisar o mérito</strong></h2>
<p>A Justiça Federal extinguiu a ação proposta pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) que questionava mecanismos criados para garantir a competitividade da <strong>Zona Franca de Manaus</strong> dentro do novo sistema tributário.</p>
<p>A ação buscava suspender regras relacionadas aos créditos de IBS e CBS previstos na regulamentação da Reforma Tributária. No entanto, o entendimento judicial foi de que a Ação Civil Pública não seria o instrumento adequado para discutir a constitucionalidade dessas disposições.</p>
<p>Com isso, a decisão não analisou o mérito da discussão e, portanto, não definiu se os mecanismos de proteção da <strong>Zona Franca de Manaus</strong> são ou não compatíveis com a nova estrutura tributária.</p>
<h2><strong>Importância econômica da Zona Franca de Manaus</strong></h2>
<p>A <strong>Zona Franca de Manaus</strong> representa muito mais do que um regime tributário diferenciado. O modelo foi desenvolvido como uma política de desenvolvimento regional voltada à geração de empregos, atração de investimentos e fortalecimento da atividade econômica na região amazônica.</p>
<p>Ao longo das últimas décadas, o Polo Industrial de Manaus consolidou uma cadeia produtiva diversificada, reunindo setores como eletroeletrônicos, duas rodas, bens de informática, componentes industriais e produtos químicos.</p>
<p>Esse ambiente permitiu o crescimento de atividades industriais em uma região que enfrenta desafios logísticos e estruturais significativamente diferentes dos grandes centros consumidores do país.</p>
<h2><strong>Reforma Tributária e os desafios da transição</strong></h2>
<p>A implementação da Reforma Tributária traz o desafio de equilibrar simplificação tributária e desenvolvimento regional. Nesse cenário, os mecanismos voltados à preservação da competitividade da <strong>Zona Franca de Manaus</strong> buscam compensar fatores como distância dos mercados consumidores, custos logísticos e limitações de infraestrutura.</p>
<p>A manutenção desse equilíbrio é considerada um dos pontos centrais para garantir previsibilidade às empresas instaladas na região e preservar investimentos já realizados.</p>
<h2><strong>Debate continua em aberto</strong></h2>
<p>A decisão judicial não encerra a discussão sobre o futuro da <strong>Zona Franca de Manaus</strong>. O debate deve continuar à medida que a Reforma Tributária avança e novas interpretações surgem sobre a aplicação das regras do IBS e da CBS.</p>
<p>Para as empresas, o tema reforça a importância de acompanhar os desdobramentos da regulamentação tributária. Afinal, mudanças relacionadas à <strong>Zona Franca de Manaus</strong> podem gerar impactos relevantes na competitividade, nos custos operacionais e nas estratégias de investimento de diversos setores da economia</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Split Payment avança com nova documentação técnica</title>
		<link>https://grm.com.br/split-payment-avanca-com-nova-documentacao-tecnica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 13:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[avança com nova documentação técnica]]></category>
		<category><![CDATA[split payment]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Split Payment avança com publicação da documentação técnica, permitindo que empresas e instituições iniciem a adaptação tecnológica ao novo modelo da Reforma Tributária.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O Split Payment deu mais um passo importante rumo à implementação da Reforma Tributária. A publicação da documentação técnica permite que instituições financeiras e empresas de tecnologia iniciem a preparação de seus sistemas para o novo modelo de recolhimento de tributos.</strong></span></p>
<h2><strong>Receita Federal e Comitê Gestor divulgam documentação</strong></h2>
<p>A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS publicaram, por meio do Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 02, o Manual de Integração e o Swagger da Plataforma Pública do <strong>Split Payment</strong>.</p>
<p>A medida marca o início da etapa tecnológica necessária para operacionalizar o novo mecanismo de arrecadação da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), tributos criados pela Reforma Tributária.</p>
<h2><strong>Como funcionará o Split Payment</strong></h2>
<p>O <strong>Split Payment</strong> é um sistema que realizará a segregação automática dos valores correspondentes aos tributos no momento da liquidação financeira das operações de consumo.</p>
<p>Na prática, quando uma transação for realizada, a parcela referente à CBS e ao IBS poderá ser direcionada automaticamente aos entes responsáveis pela arrecadação, reduzindo etapas posteriores de recolhimento e fiscalização.</p>
<p>Esse modelo busca aumentar a eficiência da arrecadação tributária, reduzir riscos de inadimplência e trazer maior controle sobre o fluxo de recolhimento dos tributos.</p>
<h2><strong>Plataforma Pública será o canal de comunicação</strong></h2>
<p>O Manual de Integração apresenta as definições técnicas para a construção da Plataforma Pública do <strong>Split Payment</strong>, que funcionará como um HUB de comunicação entre as instituições operadoras de pagamento, os prestadores de serviços de pagamento eletrônico, a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS.</p>
<p>A plataforma será responsável pela transmissão e pelo tratamento das informações necessárias para a execução do <strong>Split Payment</strong>, permitindo a integração entre os sistemas envolvidos na operação.</p>
<h2><strong>O que representa a publicação do Swagger</strong></h2>
<p>Além do manual, foi disponibilizado o Swagger da solução. A ferramenta permite documentar, testar e integrar aplicações de forma padronizada, fornecendo aos desenvolvedores todas as especificações necessárias para conexão com a Plataforma Pública do <strong>Split Payment</strong>.</p>
<h2><strong>O que as empresas devem observar desde já</strong></h2>
<p>Embora o cronograma detalhado de obrigatoriedade ainda esteja em evolução, a publicação da documentação técnica marca o início da fase de preparação tecnológica, sendo recomendável antecipar análises e ajustes estruturais.</p>
<p>Diante desse cenário, recomendamos como ação imediata:</p>
<ul>
<li>Avaliação de impacto nos sistemas atuais (ERPS);</li>
<li>Mapeamento de gaps de integração tecnológica;</li>
<li>Revisão de processos fiscais e financeiros afetados;</li>
<li>Planejamento de adequação à nova sistemática de recolhimento.</li>
</ul>
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		<span>baixe o pdf</span>
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