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	<title>GRM Advogados</title>
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	<description>Advogados</description>
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	<title>GRM Advogados</title>
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		<title>IBS: amostras grátis não terão incidência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:20:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[amostras]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[incidência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A IBS ganha novos contornos com a regulamentação em andamento da Reforma Tributária. A definição sobre amostras grátis traz mais segurança para empresas que utilizam essa estratégia comercial. O que muda com o IBS O regulamento preliminar do IBS indica que amostras grátis não estarão sujeitas à incidência do imposto. Na prática, isso significa que [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">IBS</span> ganha novos contornos com a regulamentação em andamento da Reforma Tributária. A definição sobre amostras grátis traz mais segurança para empresas que utilizam essa estratégia comercial.</strong></span><!-- notionvc: 2f4eae09-bff8-4a4b-9b23-5c28c15b0311 --></p>
<h3><strong>O que muda com o IBS</strong></h3>
<p>O regulamento preliminar do <strong>IBS</strong> indica que amostras grátis não estarão sujeitas à incidência do imposto. Na prática, isso significa que empresas poderão continuar distribuindo produtos sem o risco de tributação adicional, desde que respeitados critérios específicos.</p>
<p>Essa definição é relevante, especialmente porque a legislação inicial não tratava o tema de forma expressa. Agora, o regulamento traz maior clareza e reduz incertezas operacionais.</p>
<h3><strong>Critérios para caracterização de amostra grátis</strong></h3>
<p>Para que não haja incidência do <strong>IBS</strong>, o produto precisa atender a alguns requisitos:</p>
<ul>
<li>Ter baixo ou nenhum valor comercial;</li>
<li>Estar vinculado à atividade econômica da empresa;</li>
<li>Ser disponibilizado em quantidade suficiente apenas para demonstrar sua qualidade;</li>
<li>No caso de serviços ou bens imateriais, ter prazo limitado (até 31 dias).</li>
</ul>
<p>Além disso, setores específicos, como o farmacêutico, deverão observar normas próprias e entendimentos de agências reguladoras.</p>
<h3><strong>Impactos práticos para as empresas</strong></h3>
<p>A não incidência do <strong>IBS</strong> sobre amostras grátis reduz um possível custo tributário que poderia afetar estratégias comerciais. Isso é especialmente relevante para empresas que utilizam esse recurso para atrair clientes ou lançar novos produtos.</p>
<p>Além disso, o enquadramento das amostras como “doações sem contraprestação” reforça a segurança jurídica, já que esse tipo de operação já está previsto como não tributado na legislação.</p>
<h3><strong>Pontos de atenção</strong></h3>
<p>Apesar do avanço noticiado, o regulamento do <strong>IBS</strong> ainda não foi divulgado. O texto legal prevê a criação de critérios complementares por parte do Comitê Gestor e da Receita Federal.</p>
<p>Isso indica que o tema ainda pode sofrer ajustes, exigindo atenção das empresas nos próximos meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
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<p style="text-align: center;">
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</div>
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<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária: multas só após prazo oficial</title>
		<link>https://grm.com.br/reforma-tributaria-multas-so-apos-prazo-oficial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:17:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[multas]]></category>
		<category><![CDATA[prazo]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Reforma Tributária assegura um intervalo mínimo antes de qualquer penalidade. Conforme ato conjunto da Receita Federal e do Comitê Gestor, não haverá multas relacionadas à CBS e ao IBS até o primeiro dia do quarto mês após a publicação dos regulamentos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Reforma Tributária tem gerado dúvidas sobre penalidades já em 2026. No entanto, a Reforma Tributária não prevê aplicação imediata de multas, garantindo um período de adaptação para as empresas.</strong></span></p>
<h3><strong>Segurança jurídica e prazo de adaptação</strong></h3>
<p>A <strong>Reforma Tributária</strong> assegura um intervalo mínimo antes de qualquer penalidade. Conforme ato conjunto da Receita Federal e do Comitê Gestor, não haverá multas relacionadas à CBS e ao IBS até o primeiro dia do quarto mês após a publicação dos regulamentos.</p>
<p>Na prática, como esses regulamentos ainda <span data-teams="true">não foram publicados</span>, o prazo sequer começou a contar. Isso reforça a previsibilidade e permite que as empresas ajustem sistemas e processos com mais tranquilidade.</p>
<h3><strong>2026: ano de teste e adaptação</strong></h3>
<p>Dentro da <strong>Reforma Tributária</strong>, o ano de 2026 será tratado como fase experimental. Esse modelo segue a lógica de “teste e aprenda”.</p>
<p>Nesse período:</p>
<ul>
<li>A apuração da CBS e do IBS será apenas informativa</li>
<li>Não haverá impacto financeiro direto na cobrança</li>
<li>As alíquotas iniciais serão compensadas por tributos atuais</li>
<li>Empresas e governo poderão validar os novos sistemas</li>
</ul>
<p>Assim, a <strong>Reforma Tributária</strong> prioriza adaptação, não punição.</p>
<h3><strong>Simplificação das obrigações</strong></h3>
<p>Outro ponto central da <strong>Reforma Tributária</strong> é a unificação das regras. CBS e IBS seguirão padrões semelhantes, reduzindo a complexidade operacional.</p>
<p>Com isso, espera-se:</p>
<ul>
<li>Menos obrigações acessórias duplicadas</li>
<li>Redução de erros operacionais</li>
<li>Ganho de eficiência no cumprimento fiscal</li>
</ul>
<p>Essa simplificação impacta diretamente o chamado “Custo Brasil”.</p>
<h3><strong>Atenção à desinformação</strong></h3>
<p>A <strong>Reforma Tributária</strong> também trouxe um alerta importante: há circulação de informações incorretas sobre multas imediatas.</p>
<p>A orientação oficial é clara: não há penalidades automáticas em 2026. Por isso, é essencial buscar fontes confiáveis e evitar decisões baseadas em conteúdos alarmistas.</p>
<h3><strong>Principais pontos confirmados</strong></h3>
<ul>
<li>Sem multas antes do prazo regulamentar</li>
<li>Apuração com caráter informativo em 2026</li>
<li>Dispensa de recolhimento durante a transição</li>
</ul>
<p>A Reforma Tributária marca uma mudança estrutural no sistema fiscal, mas com uma transição planejada. Para empresas, o momento exige atenção estratégica não reação precipitada.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lei do Devedor Contumaz: regulamentação amplia riscos para empresas</title>
		<link>https://grm.com.br/lei-do-devedor-contumaz-regulamentacao-amplia-riscos-para-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 13:24:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[contumaz]]></category>
		<category><![CDATA[devedor]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[regulamentacao]]></category>
		<category><![CDATA[riscos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5991</guid>

					<description><![CDATA[<p>A figura do devedor contumaz passou a ocupar posição central no sistema tributário federal com a edição da Portaria Conjunta RFB/PGFN/MF nº 6, de 26 de março de 2026, que regulamenta a Lei Complementar nº 225/2026 no âmbito da Receita Federal e da PGFN. Nova disciplina estabelece critérios objetivos para a qualificação do contribuinte e prevê restrições relevantes, com potencial impacto operacional, fiscal e concorrencial para as empresas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A figura do devedor contumaz passou a ocupar posição central no sistema tributário federal com a edição da <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">Portaria Conjunta RFB/PGFN/MF nº 6, de 26 de março de 2026</span>, que regulamenta a <span class="notion-enable-hover" data-token-index="3">Lei Complementar nº 225/2026</span> no âmbito da Receita Federal e da PGFN. Nova disciplina estabelece critérios objetivos para a qualificação do contribuinte e prevê restrições relevantes, com potencial impacto operacional, fiscal e concorrencial para as empresas.<br />
</strong></span></p>
<h3><strong>Quem pode ser considerado devedor contumaz</strong></h3>
<p>De acordo com a regulamentação, poderá ser qualificada como devedora contumaz a pessoa jurídica cuja conduta revele <strong>inadimplência substancial, reiterada e injustificada</strong> no recolhimento de tributos.</p>
<p>Em âmbito federal, a inadimplência é considerada <strong>substancial</strong> quando os débitos tributários, inscritos ou não em dívida ativa, alcançam valor igual ou superior a <strong>R$ 15 milhões</strong> e superam <strong>100% do patrimônio conhecido</strong> da empresa, apurado com base no ativo total informado no último balanço patrimonial.</p>
<p>A inadimplência é considerada <strong>reiterada</strong> quando verificada em <strong>4 períodos de apuração consecutivos</strong> ou <strong>6 alternados em 12 meses</strong>.</p>
<p>Já a caracterização como <strong>injustificada</strong> envolve, em síntese, a ausência de medidas efetivas de regularização ou garantia e outros elementos definidos na regulamentação.</p>
<p>A própria Portaria também determina a exclusão, no cálculo, de alguns créditos que não devem compor a contumácia, como débitos com exigibilidade suspensa, valores parcelados ou transacionados com pagamentos em dia e créditos discutidos com base em controvérsia jurídica relevante e disseminada ou em tema afetado a repetitivos. Além disso, se houver omissão na entrega da ECF ou ECD, o patrimônio conhecido será considerado <strong>zerado</strong> para esse fim.</p>
<p>A qualificação também poderá alcançar o sujeito passivo com responsabilidade tributária reconhecida, administrativa ou judicialmente, que seja <strong>parte relacionada</strong> de pessoa jurídica baixada ou inapta nos últimos cinco anos, com créditos tributários irregulares em montante igual ou superior a R$ 15 milhões, ou ainda de empresa que já mantenha a qualificação de devedora contumaz.</p>
<p>Isso mostra que o enquadramento não depende apenas do valor da dívida, mas também da estrutura societária, da reincidência e do comportamento fiscal do contribuinte.</p>
<h3><strong>Procedimento e direito de defesa</strong></h3>
<p>A qualificação não é automática. A Portaria <strong>exige a instauração de processo administrativo específico</strong>, com notificação prévia ao contribuinte e concessão de <strong>prazo de 30 dias</strong> para regularizar os débitos, demonstrar patrimônio suficiente ou apresentar defesa, em regra com efeito suspensivo.</p>
<h3><strong>Penalidades e restrições relevantes</strong></h3>
<p>Uma vez qualificado como devedor contumaz, o contribuinte poderá sofrer, de forma isolada ou cumulativa, diversas restrições.</p>
<p>A LC nº 225/2026 prevê, entre outras medidas, o <strong>impedimento de fruição de benefícios fiscais</strong>, inclusive remissão e anistia, a <strong>vedação de participação em licitações</strong>, a restrição à formalização de determinados vínculos com a administração pública e o <strong>impedimento de propositura ou prosseguimento de recuperação judicial</strong>, podendo até motivar pedido de falência pela Fazenda Pública.</p>
<p>Também há vedação ao uso de <strong>créditos de prejuízo fiscal e base negativa de CSLL</strong> para quitação de tributos.</p>
<p>Além disso, a qualificação poderá ser divulgada em lista pública, refletida no <strong>CNPJ</strong> e comunicada para fins de registro no <strong>Cadin</strong>, reforçando os efeitos reputacionais e práticos da medida.</p>
<p>Na prática, isso significa que empresas enquadradas como devedoras contumazes podem enfrentar não apenas restrições fiscais, mas também barreiras operacionais relevantes, com reflexos sobre contratação com o poder público, reorganização financeira e reputação no mercado.</p>
<h3><strong>Aplicação inicial e fiscalização</strong></h3>
<p>Segundo informações divulgadas pelo governo, a aplicação da nova disciplina deve começar de forma <strong>gradual</strong>, inicialmente voltada a um grupo mais restrito de empresas. A medida tem caráter estratégico: permite testar os critérios de fiscalização e consolidar a atuação dos órgãos fazendários antes de eventual ampliação do alcance da norma</p>
<h3><strong>Desafios e pontos de atenção</strong></h3>
<p>Apesar do avanço, o conceito de devedor contumaz ainda levanta dúvidas. A aplicação restrita no início e a complexidade na identificação desses contribuintes são desafios relevantes.</p>
<p>Além disso, há discussões sobre aprimorar mecanismos de cobrança e evitar o uso de múltiplos CNPJs como forma de evasão. Para as empresas, acompanhar a evolução da legislação sobre devedor contumaz é essencial para reduzir riscos e tomar decisões mais seguras.</p>
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<p>O post <a href="https://grm.com.br/lei-do-devedor-contumaz-regulamentacao-amplia-riscos-para-empresas/">Lei do Devedor Contumaz: regulamentação amplia riscos para empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
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		<title>Zona Franca de Manaus entra em nova fase de expansão</title>
		<link>https://grm.com.br/zona-franca-de-manaus-entra-em-nova-fase-de-expansao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 13:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[expansão]]></category>
		<category><![CDATA[fase]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Franca de Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Zona Franca de Manaus vive um novo ciclo de expansão, com alta demanda, limitação de áreas e possível revisão do plano diretor abrindo oportunidades estratégicas.<br />
Empresas que se anteciparem podem garantir melhor posicionamento e aproveitar o momento antes da consolidação do próximo ciclo de crescimento.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">A <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">Zona Franca de Manaus</span> volta ao radar das empresas em um momento decisivo. A escassez de novas áreas disponíveis, no atual Plano Diretor, inicia um movimento de expansão que pode abrir oportunidades.</span></strong><!-- notionvc: 520caebe-b222-4ea4-b4d7-42e49337967e --></p>
<h3><strong>Crescimento que pressiona e cria oportunidades</strong></h3>
<p>A <strong>Zona Franca de Manaus</strong> alcançou faturamento recorde e deve receber cerca de 200 novas indústrias. Esse avanço já pressiona a disponibilidade de áreas, mostrando que o modelo segue altamente demandado.</p>
<p>Para empresas que ainda avaliam entrada no polo, o cenário é claro: quem se movimenta antes tende a acessar melhores condições e posicionamento estratégico.</p>
<h3><strong>Revisão urbana pode destravar novos projetos</strong></h3>
<p>A expansão da <strong>Zona Franca de Manaus</strong> depende agora da revisão do plano diretor. A possível liberação de novas áreas industriais pode destravar projetos relevantes nos próximos ciclos.</p>
<p>Esse tipo de movimento costuma gerar janelas de oportunidade, especialmente para empresas que já estão estruturadas ou decidindo por sua implantação.</p>
<h3><strong>Ambiente exige estratégia e previsibilidade</strong></h3>
<p>Mais do que espaço físico, a <strong>Zona Franca de Manaus</strong> exige planejamento. Segurança jurídica e alinhamento entre governo e setor privado serão determinantes para viabilizar novos investimentos.</p>
<p>Empresas que acompanham essas mudanças de perto conseguem antecipar riscos e capturar benefícios com mais eficiência.</p>
<h3><strong>Um momento estratégico para avaliar entrada</strong></h3>
<p>Mesmo com desafios, a <strong>Zona Franca de Manaus</strong> segue como um dos principais hubs industriais do país. O cenário atual combina expansão, ajustes regulatórios e alta demanda.</p>
<p>Para quem ainda está em fase de análise, este pode ser um dos momentos mais estratégicos para avaliar a entrada antes que o próximo ciclo de crescimento esteja consolidado.</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Zona%20Franca%20de%20Manaus%20entra%20em%20nova%20fase%20de%20expans%C3%A3o.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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		<title>Subsídio ao diesel importado trava decisão dos estados</title>
		<link>https://grm.com.br/subsidio-ao-diesel-importado-trava-decisao-dos-estados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:25:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[estados]]></category>
		<category><![CDATA[Impactos fiscais]]></category>
		<category><![CDATA[importado]]></category>
		<category><![CDATA[Subsídio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O subsídio ao diesel importado ainda não tem consenso e gera incerteza. A medida pode afetar custos e levanta dúvidas jurídicas, exigindo atenção das empresas.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/subsidio-ao-diesel-importado-trava-decisao-dos-estados/">Subsídio ao diesel importado trava decisão dos estados</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O subsídio ao diesel importado entrou no centro das discussões fiscais entre União e estados. A medida pode impactar diretamente custos logísticos e o ambiente tributário das empresas.</strong></span></p>
<h3><strong>Falta de consenso entre os estados</strong></h3>
<p>O <strong>subsídio ao diesel importado</strong> ainda não conta com adesão unânime. Secretários estaduais de Fazenda pediram mais esclarecimentos antes de tomar uma decisão definitiva.</p>
<p>Esse cenário gera incerteza no curto prazo. Para empresas, especialmente dos setores de transporte e agronegócio, isso significa dificuldade na previsibilidade de custos.</p>
<h3><strong>Estrutura da proposta em debate</strong></h3>
<p>O modelo do <strong>subsídio ao diesel importado</strong> prevê uma subvenção de R$ 1,20 por litro. Desse total, metade seria arcada pela União e a outra metade pelos estados.</p>
<p>Diferente de propostas anteriores, não há isenção direta de ICMS. Na prática, o <strong>subsídio ao diesel importado</strong> funciona como uma compensação financeira equivalente ao imposto, o que levanta questionamentos técnicos.</p>
<h3><strong>Impactos fiscais e questionamentos jurídicos</strong></h3>
<p>O <strong>subsídio ao diesel importado</strong> também enfrenta críticas sob a ótica jurídica. Um dos principais pontos é o possível desrespeito ao princípio da isonomia tributária.</p>
<p>Isso porque a medida favorece o produto importado em relação ao diesel nacional. Esse tipo de assimetria pode gerar discussões judiciais e aumentar o risco regulatório para empresas do setor.</p>
<h3><strong>Reflexos para empresas e estratégia tributária</strong></h3>
<p>Mesmo sem definição final, o <strong>subsídio ao diesel importado</strong> já exige atenção estratégica. Mudanças no custo do combustível impactam toda a cadeia produtiva.</p>
<p>Além disso, o tema se conecta com outras discussões relevantes, como combate ao devedor contumaz e troca de informações fiscais entre entes federativos. Nesse contexto, acompanhar a evolução do <strong>subsídio ao diesel importado</strong> é essencial para decisões mais seguras e alinhadas ao cenário tributário atual.</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Subs%C3%ADdio%20ao%20diesel%20importado%20trava%20decis%C3%A3o%20dos%20estados%202.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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		<item>
		<title>ITBI volta à pauta do STF e gera oportunidades no curto prazo</title>
		<link>https://grm.com.br/itbi-volta-a-pauta-do-stf-e-gera-oportunidades-no-curto-prazo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[itbi]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[Tributária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5963</guid>

					<description><![CDATA[<p>A insegurança tributária voltou ao foco das empresas, com temas indefinidos no Supremo Tribunal Federal e no Superior Tribunal de Justiça. O julgamento do ITBI segue sem definição, e a tributação de rebates ainda divide entendimento, podendo elevar custos.<br />
Esse cenário exige atenção e ações estratégicas para reduzir riscos.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/itbi-volta-a-pauta-do-stf-e-gera-oportunidades-no-curto-prazo/">ITBI volta à pauta do STF e gera oportunidades no curto prazo</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A insegurança tributária voltou ao centro das decisões empresariais no Brasil. Movimentos recentes no STF e no STJ mostram como a insegurança tributária pode afetar custos, planejamento e operações no curto prazo.</strong></span></p>
<h3>STF: ITBI segue sem definição e amplia a insegurança tributária</h3>
<p>O julgamento do Tema 1348 no Supremo Tribunal Federal, que discute a imunidade do ITBI na integralização de imóveis ao capital social, sofreu uma mudança relevante.</p>
<p>Após a formação de maioria favorável ao contribuinte, houve pedido de destaque. Na prática, isso reinicia o julgamento em plenário presencial e suspende qualquer definição imediata.</p>
<p>Esse cenário mantém a <strong>insegurança tributária</strong>, principalmente para empresas com operações imobiliárias ou reorganizações societárias em andamento. Sem uma decisão vinculante, o risco de cobrança do imposto pelos municípios continua.</p>
<h3>Estratégia: como agir diante da insegurança tributária</h3>
<p>Diante da ausência de definição, surge uma oportunidade estratégica. Empresas podem avaliar o uso de medidas judiciais para resguardar o direito à imunidade do ITBI.</p>
<p>Além disso, essa abordagem pode evitar cobranças imediatas e trazer mais previsibilidade até o julgamento final. Em um ambiente de <strong>insegurança tributária</strong>, agir de forma antecipada pode reduzir riscos relevantes.</p>
<h3>STJ: tributação de rebates pode elevar custos</h3>
<p>No Superior Tribunal de Justiça, a discussão gira em torno da tributação dos rebates: descontos concedidos por fornecedores ao varejo.</p>
<p>O ponto central é entender se esses valores são redução de custo ou receita tributável, com impacto direto no PIS e na Cofins.</p>
<p>Atualmente, há divergência entre as turmas do tribunal. Enquanto uma entende que não há receita, a outra considera os rebates como receita e, consequentemente, base de tributação.</p>
<p>Esse impasse reforça a <strong>insegurança tributária</strong> e dificulta o planejamento financeiro das empresas, especialmente no varejo.</p>
<h3>Impactos práticos: preços, margem e decisões empresariais</h3>
<p>Embora técnica, a discussão tem efeito direto no dia a dia das empresas. Caso os rebates sejam tributados, o aumento de carga pode pressionar margens já reduzidas.</p>
<p>Nesse contexto, as empresas tendem a repassar custos, renegociar contratos ou absorver perdas. Em todos os cenários, a <strong>insegurança tributária</strong> impacta decisões estratégicas e competitividade.</p>
<h3>Cenário geral: atenção redobrada e decisões estratégicas</h3>
<p>Os dois temas mostram um ponto em comum: a falta de definição aumenta a <strong>insegurança tributária</strong>, mas também abre espaço para atuação estratégica.</p>
<p>Por isso, acompanhar os desdobramentos e avaliar cada caso de forma individual se torna essencial. Em um ambiente de constantes mudanças, decisões bem estruturadas fazem diferença na proteção do negócio</p>
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<p>O post <a href="https://grm.com.br/itbi-volta-a-pauta-do-stf-e-gera-oportunidades-no-curto-prazo/">ITBI volta à pauta do STF e gera oportunidades no curto prazo</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Receita Federal facilitará desembaraço de carga de empresas certificadas</title>
		<link>https://grm.com.br/receita-federal-facilitara-desembaraco-de-carga-de-empresas-certificadas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 13:25:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[aduaneiro]]></category>
		<category><![CDATA[carga]]></category>
		<category><![CDATA[desembaraço]]></category>
		<category><![CDATA[Impactos]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5957</guid>

					<description><![CDATA[<p>O desembaraço aduaneiro passa a permitir que empresas certificadas como OEA realizem a liberação de mercadorias sem pagamento imediato de tributos, que poderá ocorrer no mês seguinte. A medida tende a tornar o desembaraço aduaneiro mais ágil, melhorar o fluxo de caixa e reduzir custos operacionais, sendo aplicada inicialmente a empresas com alto nível de conformidade fiscal.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/receita-federal-facilitara-desembaraco-de-carga-de-empresas-certificadas/">Receita Federal facilitará desembaraço de carga de empresas certificadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">desembaraço aduaneiro</span> passa por uma mudança relevante que impacta diretamente o fluxo de importações. A nova medida permite maior flexibilidade no pagamento de tributos, trazendo ganhos operacionais para empresas certificadas.<br />
</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 130%;"><strong>Novo modelo de desembaraço aduaneiro</strong></span></p>
<p>A Receita Federal anunciou que empresas certificadas como Operador Econômico Autorizado (OEA), no nível “referência”, poderão realizar o <strong>desembaraço aduaneiro</strong> sem a necessidade de pagamento imediato dos tributos.</p>
<p>Na prática, isso significa que o recolhimento poderá ocorrer no mês seguinte à operação. Dessa forma, o <strong>desembaraço aduaneiro</strong> tende a se tornar mais rápido, reduzindo o tempo de liberação de mercadorias em portos e aeroportos.</p>
<p><span style="font-size: 130%;"><strong>Impactos para o fluxo de caixa</strong></span></p>
<p>Além da agilidade operacional, a mudança melhora o fluxo de caixa das empresas. Isso porque o diferimento do pagamento de tributos no <strong>desembaraço aduaneiro</strong> permite uma gestão financeira mais eficiente.</p>
<p>Consequentemente, empresas que operam com alto volume de importação podem reduzir custos indiretos e ganhar maior previsibilidade nas operações.</p>
<p><span style="font-size: 130%;"><strong>Quem pode se beneficiar</strong></span></p>
<p>O novo modelo de <strong>desembaraço aduaneiro</strong> será aplicado às empresas com certificação OEA nível “referência”. Esse grupo inclui organizações com alto grau de conformidade fiscal e que já participam de programas como o Confia ou possuem classificação Sintonia A+.</p>
<p>A expectativa é que o número de empresas certificadas cresça nos próximos anos, impulsionado pela simplificação dos processos e pelos benefícios operacionais.</p>
<p><span style="font-size: 130%;"><strong>Modernização da competitividade</strong></span></p>
<p>A medida faz parte de um movimento de modernização do <strong>desembaraço aduaneiro</strong> no Brasil. O objetivo é tornar o comércio exterior mais eficiente e competitivo, aproximando o país de práticas internacionais.</p>
<p>Além disso, empresas certificadas tendem a ganhar reconhecimento internacional, facilitando operações com parceiros estrangeiros e ampliando oportunidades de negócios.</p>
<p><span style="font-size: 130%;"><strong>O que observar a partir de agora</strong></span></p>
<p>Embora a mudança seja positiva, sua implementação será gradual e depende de ajustes operacionais e regulamentação específica.</p>
<p>Por isso, acompanhar a evolução do <strong>desembaraço aduaneiro</strong> é essencial para identificar oportunidades, evitar riscos e tomar decisões mais estratégicas no comércio exterior.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong><!-- notionvc: 749ebf9b-305a-4e6d-bc7b-00b49c90a296 --><br />
</strong></span><!-- notionvc: 096bc1c1-5d4f-4b36-a3d8-e964b148574c --></p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Receita%20Federal%20facilitar%C3%A1%20desembara%C3%A7o%20de%20carga%20de%20empresas%20certificadas%2030.03.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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<!-- notionvc: 4654f190-10e7-416c-bb61-3d4a3395bc8a --></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Contribuintes obtêm sentenças contra dividendos</title>
		<link>https://grm.com.br/contribuintes-obtem-sentencas-contra-dividendos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 13:25:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[contribuintes]]></category>
		<category><![CDATA[dividendos]]></category>
		<category><![CDATA[sentenças]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5945</guid>

					<description><![CDATA[<p>A tributação de dividendos está sendo contestada na Justiça, com decisões favoráveis às empresas. Os julgados aumentam a segurança jurídica, mas o tema ainda exige atenção no planejamento tributário.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">tributação de dividendos</span> passa por questionamentos relevantes no Judiciário. Decisões recentes impactam diretamente prazos, isenções e o planejamento das empresas.</strong></span><!-- notionvc: 4f5fcb9c-1810-4b54-aee7-f7fd1eadcba8 --></p>
<h3><strong>Decisões recentes favorecem contribuintes</strong></h3>
<p>A <strong>tributação de dividendos</strong> foi objeto de duas decisões importantes contra a Fazenda Nacional. Em um dos casos, foi reconhecida a isenção de Imposto de Renda para empresa do Simples Nacional.</p>
<p>Além disso, outra decisão beneficiou milhares de empresas ao permitir a prorrogação do prazo para deliberação sobre distribuição de lucros. Esse cenário mostra que a <strong>tributação de dividendos</strong> ainda não está pacificada.</p>
<h3><strong>Conflito com regras societárias</strong></h3>
<p>Um dos principais pontos analisados foi a incompatibilidade entre a lei e a dinâmica empresarial. A exigência de deliberar sobre dividendos antes do encerramento do exercício foi considerada inviável.</p>
<p>Na prática, a <strong>tributação de dividendos</strong> não pode ignorar etapas essenciais, como apuração de lucro, fechamento de balanço e aprovação das demonstrações financeiras.</p>
<h3><strong>Limites legais e segurança jurídica</strong></h3>
<p>Outro aspecto relevante envolve os limites da legislação tributária. A Justiça entendeu que a <strong>tributação de dividendos</strong> não pode alterar conceitos do direito privado, conforme previsto no Código Tributário Nacional.</p>
<p>Esse entendimento reforça a importância da segurança jurídica e da previsibilidade para as empresas.</p>
<h3><strong>Impactos no Simples Nacional</strong></h3>
<p>No caso do Simples Nacional, a discussão destacou a hierarquia das normas. Foi reconhecido que a <strong>tributação de dividendos</strong> não pode ser modificada por lei ordinária quando há previsão em lei complementar.</p>
<p>Isso preserva o tratamento diferenciado garantido às micro e pequenas empresas.</p>
<h3><strong>Reflexos para o planejamento empresarial</strong></h3>
<p>Diante desse cenário, a <strong>tributação de dividendos</strong> exige atenção estratégica. As decisões indicam oportunidades, mas também riscos que precisam ser avaliados.</p>
<p>Empresas devem acompanhar a evolução do tema para ajustar seus processos e garantir conformidade, evitando impactos financeiros inesperados.</p>
<p><!-- notionvc: f2f5296b-535d-4021-aa42-3b67fce0dff9 --></p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Contribuintes%20obt%C3%AAm%20senten%C3%A7as%20contra%20dividendos%20%2027.03.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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<p><!-- notionvc: d11c7f8b-f449-4e2a-8a71-2931ecc535fc --></p>
<p><!-- notionvc: 23a318f5-3992-4e9f-b11f-98ef483766b8 --></p>
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		<title>Refino na Zona Franca reduz custo dos combustíveis</title>
		<link>https://grm.com.br/refino-na-zona-franca-reduz-custo-dos-combustiveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:24:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[custo]]></category>
		<category><![CDATA[reduz]]></category>
		<category><![CDATA[Refino]]></category>
		<category><![CDATA[zona franca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grm.com.br/?p=5939</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nova regulamentação do refino na Zona Franca cria regras claras e encerra incertezas, fortalecendo o ambiente de investimentos.<br />
A exigência de etapas produtivas locais garante acesso aos incentivos fiscais e aumenta o controle tributário.<br />
Com mais eficiência e competitividade, a medida pode reduzir o custo de gasolina e diesel em Manaus.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">O <span class="notion-enable-hover" data-token-index="1">refino na Zona Franca</span> passa por uma nova regulamentação que pode reduzir o preço dos combustíveis em Manaus. A medida cria um ambiente mais seguro para investimentos e impacta diretamente o custo de gasolina e diesel.</span></strong><!-- notionvc: d7b41397-8782-40e5-9dc4-98ae5ea9f3b4 --></p>
<h3><strong>Nova regra para o setor de refino</strong></h3>
<p>A recente portaria federal instituiu o Processo Produtivo Básico (PPB) para derivados de petróleo, fortalecendo o <strong>refino na Zona Franca</strong>. Com isso, o governo estabelece critérios claros para a industrialização de combustíveis dentro da região.</p>
<p>Além de encerrar um período de incerteza, a norma traz previsibilidade para empresas que atuam ou pretendem atuar no <strong>refino na Zona Franca</strong>.</p>
<h3><strong>Etapas obrigatórias de produção</strong></h3>
<p>Para garantir o enquadramento nos benefícios, o <strong>refino na Zona Franca</strong> exige o cumprimento de etapas específicas, como destilação, craqueamento e aditivação.</p>
<p>Esse conjunto de processos assegura que a produção seja efetivamente realizada na região. Assim, evita-se o uso indevido dos incentivos fiscais.</p>
<h3><strong>Benefícios fiscais e controle tributário</strong></h3>
<p>O <strong>refino na Zona Franca</strong> só garante incentivos fiscais quando todas as etapas são cumpridas localmente. Caso contrário, os tributos suspensos passam a ser exigidos, inclusive de forma retroativa.</p>
<p>Além disso, a norma impõe limites regulatórios e exige alinhamento com órgãos como ANP e Suframa. Isso reforça o controle sobre o uso dos benefícios.</p>
<h3><strong>Impactos para empresas e mercado</strong></h3>
<p>Com regras mais claras, o <strong>refino na Zona Franca</strong> tende a atrair investimentos e aumentar a competitividade regional. Na prática, isso pode gerar eficiência operacional e redução de custos ao longo da cadeia.</p>
<p>Como consequência, há potencial de queda nos preços dos combustíveis, beneficiando empresas e consumidores.</p>
<p><!-- notionvc: 0a0f2534-3391-4297-b82d-c4f1b5934fbb --></p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Refino%20na%20Zona%20Franca%20reduz%20custo%20dos%20combust%C3%ADveis%2026.03.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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<p><!-- notionvc: 067bd48c-56f1-4bf3-afb5-1c9198663883 --></p>
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		<item>
		<title>Tributo japonês passa a integrar acordo com Brasil</title>
		<link>https://grm.com.br/tributo-japones-passa-a-integrar-acordo-com-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:25:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique por Dentro]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[japonês]]></category>
		<category><![CDATA[Tributo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tributo japonês passa a ter novo tratamento no Brasil, impactando diretamente empresas com operações internacionais</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/tributo-japones-passa-a-integrar-acordo-com-brasil/">Tributo japonês passa a integrar acordo com Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">O tributo japonês passa a ter novo tratamento no Brasil, impactando diretamente empresas com operações internacionais. A medida reduz riscos fiscais e aumenta a segurança jurídica nas relações entre os países.</span></strong></p>
<h3><b>O que mudou no acordo internacional</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A Receita Federal esclareceu que o </span><b>tributo japonês</b><span style="font-weight: 400;"> denominado </span><i><span style="font-weight: 400;">Special Corporation Tax for Defence</span></i><span style="font-weight: 400;"> deve ser considerado dentro do acordo entre Brasil e Japão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, o </span><b>tributo japonês</b><span style="font-weight: 400;"> foi equiparado ao imposto corporativo japonês já previsto no tratado. Com isso, passa a integrar oficialmente as regras que evitam a dupla tributação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa atualização corrige uma lacuna interpretativa e alinha o entendimento brasileiro às práticas internacionais, trazendo maior clareza para a aplicação do acordo.</span></p>
<h3><b>Por que isso é relevante para empresas</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O reconhecimento do </span><b>tributo japonês</b><span style="font-weight: 400;"> reduz o risco de bitributação em operações internacionais. Além disso, traz mais previsibilidade para empresas brasileiras com atuação no Japão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a inclusão do </span><b>tributo japonês</b><span style="font-weight: 400;"> no acordo, torna-se possível aplicar corretamente os mecanismos de compensação tributária. Isso evita pagamentos duplicados e melhora a eficiência fiscal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, empresas podem estruturar melhor suas operações, com maior segurança no aproveitamento de créditos e na apuração de tributos no exterior.</span></p>
<h3><b>Quando a regra passa a valer</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova interpretação entra em vigor a partir de 1º de abril de 2026. A partir dessa data, o </span><b>tributo japonês</b><span style="font-weight: 400;"> será oficialmente tratado como imposto abrangido pelo acordo bilateral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante que as empresas estejam preparadas para aplicar esse novo entendimento já nas próximas apurações fiscais.</span></p>
<h3><b>Impactos práticos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Empresas que mantêm operações ou investimentos no Japão devem revisar suas estratégias. O correto enquadramento do </span><b>tributo japonês</b><span style="font-weight: 400;"> pode gerar economia tributária e reduzir riscos fiscais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a atualização reforça a importância de acompanhar mudanças em acordos internacionais. Pequenos ajustes, como o do </span><b>tributo japonês</b><span style="font-weight: 400;">, podem gerar impactos relevantes no planejamento empresarial.</span></p>
<h3><b>Pontos de atenção</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar dos avanços, é fundamental avaliar cada operação de forma individual. O tratamento do </span><b>tributo japonês</b><span style="font-weight: 400;"> deve estar alinhado com a estrutura societária, fluxos financeiros e regras locais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma análise adequada permite não apenas evitar riscos, mas também identificar oportunidades de otimização tributária em operações internacionais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://email-editor-production.s3.amazonaws.com/images/449980/Tributo%20japon%C3%AAs%20passa%20a%20integrar%20acordo%20com%20Brasil%20%2025.03.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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