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	<title>Arquivos Diversos - GRM Advogados</title>
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	<description>Advogados</description>
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	<title>Arquivos Diversos - GRM Advogados</title>
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		<title>[ATUALIZADO] GUIA SOBRE AS MUDANÇAS QUE AUMENTAM A TRIBUTAÇÃO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 17:54:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[IRRF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova lei de tributação das pessoas físicas entrou em vigor.<br />
Atualizamos o e-book com as mudanças da lei recém-sancionada<br />
Reunimos os principais pontos, impactos e orientações práticas para que você e sua empresa estejam alinhados às novas regras tributárias.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/guia-sobre-as-mudancas-que-aumentam-a-tributacao/">[ATUALIZADO] GUIA SOBRE AS MUDANÇAS QUE AUMENTAM A TRIBUTAÇÃO</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div role="main" id="guia-sobre-as-mudancas-que-aumentam-a-tributacao-a8c4f9622ad2c559cad0"></div>
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		<item>
		<title>ICMS sobre Materiais Intermediários: o que muda com os novos desdobramentos dessa discussão?</title>
		<link>https://grm.com.br/icms-sobre-materiais-intermediarios-o-que-muda-com-os-novos-desdobramentos-dessa-discussao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 15:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[credito de ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[Materiais Intermediários]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema do ICMS sobre materiais intermediários voltou a ganhar destaque no cenário tributário nacional. </p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/icms-sobre-materiais-intermediarios-o-que-muda-com-os-novos-desdobramentos-dessa-discussao/">ICMS sobre Materiais Intermediários: o que muda com os novos desdobramentos dessa discussão?</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O tema do ICMS sobre materiais intermediários voltou a ganhar destaque no <a href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2025/06022025-Segunda-Turma-reafirma-direito-ao-credito-de-ICMS-na-compra-de-produtos-intermediarios.aspx">cenário tributário nacional</a>. </strong></span></p>
<p>Em abril, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) iniciou o julgamento de um recurso que pode alterar de forma significativa a maneira como as empresas utilizam créditos de ICMS em suas operações produtivas. A decisão tem potencial para impactar a competitividade de diversos setores da indústria e do comércio.</p>
<p>Neste informativo, explicamos, de forma simples e objetiva, os pontos principais dessa discussão e como sua empresa pode se preparar para possíveis mudanças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que são materiais intermediários?</strong></h4>
<p>De maneira prática, materiais intermediários são aqueles itens utilizados durante o processo produtivo, mas que não integram o produto final. Isso inclui, por exemplo, lubrificantes, produtos de limpeza de máquinas e outros insumos essenciais para o funcionamento das linhas de produção.</p>
<p>A controvérsia gira em torno de um ponto central: esses materiais geram ou não direito ao crédito de ICMS?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Por que essa discussão importa?</strong></h4>
<p>A possibilidade de aproveitar créditos de ICMS sobre esses materiais impacta diretamente a carga tributária das empresas. Se o crédito for permitido, há uma redução no custo efetivo da operação. Caso contrário, a empresa arca com mais tributos e menor margem de lucro.</p>
<p>Historicamente, o STJ já se manifestou de forma restritiva, entendendo que apenas os insumos incorporados ao produto final geram direito a crédito. No entanto, esse entendimento tem sido alvo de críticas por não refletir a realidade dos processos industriais modernos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que está sendo julgado agora?</strong></h4>
<p>O novo recurso em julgamento analisa se materiais essenciais ao funcionamento da indústria – mesmo que não estejam fisicamente presentes no produto final – devem ser considerados insumos para fins de aproveitamento do ICMS.</p>
<p>Durante a sessão de abril, dois ministros já apresentaram votos favoráveis ao contribuinte, reconhecendo que materiais imprescindíveis ao processo produtivo devem sim gerar crédito de ICMS. O julgamento foi suspenso por pedido de vista e deve ser retomado em breve.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que sua empresa deve observar?</strong></h4>
<p>Revisão dos créditos tributários: é importante avaliar se sua empresa utiliza materiais intermediários e qual a atual política de aproveitamento de créditos de ICMS adotada.</p>
<p>Análise de riscos e oportunidades: uma eventual mudança de entendimento pode abrir espaço para recuperação de créditos dos últimos cinco anos.</p>
<p>Acompanhamento do julgamento: o resultado final do recurso pode balizar tanto fiscalizações quanto planejamentos tributários futuros.</p>
<p>O julgamento sobre o ICMS <a href="https://grm.com.br/como-funciona-o-credito-estimulo-de-icms-no-amazonas/">sobre materiais intermediários</a> é um marco relevante para empresários que buscam uma gestão fiscal mais eficiente. O momento é oportuno para revisar estratégias, buscar segurança jurídica e garantir o melhor aproveitamento dos benefícios fiscais disponíveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://grm.com.br/wp-content/uploads/2025/05/icm_sobre_materiais_intermediarios_o_que_muda_com_os_novos_desdobramentos_dessa_discussao.pdf" target="_blank" class="button primary" rel="noopener"  >
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		<title>Recuperação de créditos tributários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 15:33:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[créditos tributários]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação de tributos]]></category>
		<category><![CDATA[tributos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra como recuperar esses valores esquecidos no passado e transformá-los em um ativo estratégico que impulsione o presente e o futuro do seu negócio.</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/recuperacao-de-creditos-tributarios/">Recuperação de créditos tributários</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No conteúdo de hoje, nosso sócio Jonathan Rodrigues revela como sua empresa pode estar perdendo dinheiro com tributos pagos indevidamente. Descubra como <a href="https://grm.com.br/e-possivel-compensar-creditos-tributarios-por-meio-de-liminar/">recuperar</a> créditos tributários esquecidos no passado e transformá-los em um ativo estratégico que impulsione o presente e o futuro do seu negócio.</p>
<p><iframe title="Recuperação de créditos tributários" width="1020" height="574" src="https://www.youtube.com/embed/1mWYDB2lRV0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Zona Franca de Manaus Fabrica de Progresso e Oportunidades</title>
		<link>https://grm.com.br/zona-franca-de-manaus-fabrica-de-progresso-e-oportunidades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 17:55:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[ações tributarias]]></category>
		<category><![CDATA[zfm]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Franca de Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As empresas da região são responsáveis por impulsionar uma parcela significativa da economia. No vídeo de hoje falaremos sobre o progresso e oportunidades da Zona Franca de Manaus.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No conteúdo de hoje, nosso sócio Jonathan Rodrigues mostra que a Zona Franca de Manaus não é inimiga do desenvolvimento. As empresas da região são responsáveis por impulsionar uma parcela significativa da economia. No vídeo de hoje falaremos sobre o progresso e oportunidades da Zona Franca de Manaus.</p>
<p><iframe title="Zona Franca de Manaus Fabrica de Progresso e Oportunidades" width="1020" height="574" src="https://www.youtube.com/embed/RCMGK-10Zxc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Conheça três teses tributárias rejeitadas pelo STF</title>
		<link>https://grm.com.br/conheca-tres-teses-tributarias-rejeitadas-pelo-stf/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Mancini Milanese]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 16:27:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Teses Tributárias]]></category>
		<category><![CDATA[teses tributárias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto o STF conclui o julgamento do da denominada “tese do século”, aproveitei para refletir sobre as teses tributárias que, no passado, foram rejeitadas por seus ministros. Vamos recordar esses casos?</p>
<p>O post <a href="https://grm.com.br/conheca-tres-teses-tributarias-rejeitadas-pelo-stf/">Conheça três teses tributárias rejeitadas pelo STF</a> apareceu primeiro em <a href="https://grm.com.br">GRM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Ouça o artigo aqui <span style="color: #000000;">↓</span></strong></span></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-2335-1" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://grbm.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Conheca-tres-teses-tributarias-rejeitadas-pelo-STF.mp3?_=1" /><a href="https://grbm.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Conheca-tres-teses-tributarias-rejeitadas-pelo-STF.mp3">https://grbm.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Conheca-tres-teses-tributarias-rejeitadas-pelo-STF.mp3</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Enquanto o STF conclui o julgamento do da denominada “tese do século”, aproveito para refletir sobre as teses tributárias que, no passado, foram rejeitadas por seus ministros. Vamos recordar esses casos?</span></strong></p>
<p>Escrevo este artigo enquanto os Ministros do Supremo Tribunal Federal analisam os <a href="http://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=2585258">embargos de declaração opostos no RE 574706</a>. Trata-se do caso denominado como “a tese do século”, no qual é discutida a incidência do PIS e da COFINS sobre o ICMS.</p>
<p>Até aqui, são quatro votos favoráveis à aplicação da denominada modulação dos efeitos temporais da decisão, contra dois desfavoráveis à essa possibilidade (esse placar, desfavorável para os contribuintes, foi confirmado mais tarde).</p>
<p>Esse cenário trouxe à minha memória um <a href="https://processo.stj.jus.br/processo/revista/documento/mediado/?componente=ATC&amp;sequencial=956978&amp;num_registro=200101557448&amp;data=20040225&amp;tipo=3&amp;formato=PDF">emblemático voto do saudoso Ministro Humberto Gomes de Barros (STJ), proferido no AgRg no REsp n° 382736/SC</a>, que, criticando a constante mudança de posicionamento do Poder Judiciário sobre temas tributários extremamente delicados, comparou a atuação do STJ à função de um piloto de lancha que conduz aquela espécie de boia em forma de banana (conhecida como “banana-boat”), muito apreciada pelos turistas nas praias do Brasil.</p>
<p>Na oportunidade, o digníssimo Ministro afirmou que a função do piloto dessa atração aquática é fazer derrubar as pessoas montadas no dorso da boia. Da mesma forma, segundo o Ministro, essa parece ser a função assumida pelo STJ: “derrubar os jurisdicionados” ou contribuintes com as constantes mudanças de posicionamento.</p>
<p>Todo esse exercício também me fez refletir sobre outros casos memoráveis, em matéria tributária, que chegaram ao Supremo Tribunal Federal e, para a surpresa dos contribuintes, tiveram um desfecho completamente diverso daquele que era aguardado. E quando digo “aguardado” faço referência à lógica jurídica e, sobretudo, à posição jurisprudencial até então adotada sobre a matéria.</p>
<p>Vamos falar sobre eles:</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Isenção da COFINS para as sociedades civis</strong></span></p>
<p>A Lei Complementar 70/91 previa isenção da contribuição social COFINS para as sociedades civis (escritórios de advocacia, médicos, engenheiros e etc). Essa isenção, entretanto, foi revogada pela Lei Ordinária n° 9.430/96.</p>
<p>Muitos contribuintes ingressaram com ações judiciais para reconhecer que a revogação era ilegal e inconstitucional, já que uma lei ordinária não poderia revogar um dispositivo previsto na legislação complementar, hierarquicamente superior.</p>
<p>O Superior Tribunal de Justiça reconheceu a ilegalidade da revogação e, em 2003, editou a Súmula 276 que previa: “As sociedades civis de prestação de serviços profissionais são isentas da Cofins, irrelevante o regime tributário adotado”.</p>
<p>Entretanto, em 2008, o STF decidiu que a LC n° 70/91, embora formalmente complementar, seria materialmente ordinária, de modo que caberia a sua alteração por meio da Lei Ordinária n° 9.430/96. Isso porque a COFINS, contribuição social, não exige regulamentação por meio de lei complementar.</p>
<p>Com isso, a Súmula do STJ foi cancelada e muitos contribuintes, em especial escritórios de advocacia, foram obrigados a devolver os valores até então suspensos de COFINS.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Tese dos cinco mais cinco</strong></span></p>
<p><strong> </strong>Até meados de 2005, prevalecia no Poder Judiciário o entendimento firmado pelo STJ no sentido de que o prazo para a restituição de tributos lançados por homologação seria de dez anos. Isso é, a partir do lançamento, a autoridade administrativa teria cinco anos para homologar o valor pago e, somente após esse lapso, passaria a contar o prazo de cinco anos para a restituição tributária, que se inicia a partir da extinção do crédito tributário (ocorrida na homologação tácita).</p>
<p>Então, sobreveio a LC 118/2005 dispondo que o prazo para a restituição dos tributos recolhidos indevidamente tem início com o efetivo desembolso e não com a homologação tácita do seu lançamento (ocorrida, normalmente, cinco anos após o seu pagamento). Essa mesma lei determinou a aplicação deste novo entendimento de forma retroativa.</p>
<p>Mesmo assim, o STJ reconheceu que o dispositivo não poderia ser aplicado de forma retroativa, garantindo o prazo de 10 anos para a restituição sob determinadas condições. O STJ definiu que a LC 118/05 irradiaria efeitos apenas para os tributos pagos em sua vigência, isso é, a partir de 2005. Os valores pagos antes disso, entretanto, ficariam sujeitos à “tese dos cinco mais cinco”.</p>
<p>Então, um contribuinte que ingressasse com uma ação em 2009, por exemplo, poderia restituir os valores indevidamente pagos de 2005 à 2009, pois dentro dos cinco anos, bem como os valores pagos de 1999 à 2005, pois dentro da “tese dos cinco mais cinco”.</p>
<p>Em 2011, todavia, o STF julgou o RE 566621 e definiu que a “tese dos cinco mais cinco” valeria apenas para os contribuintes que ingressaram com ações judiciais de repetição do indébito antes de 9/6/2005.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>INSS sobre o terço constitucional de férias</strong></span></p>
<p>Muitos contribuintes questionam a incidência do INSS sobre diversas verbas trabalhistas, como o aviso prévio indenizado, o terço-de-férias e o salário-maternidade.</p>
<p>Há muito, o STJ firmou seu entendimento no sentido de que o terço-de-férias possui natureza indenizatória e, por isso, não deve sofrer a incidência do INSS.</p>
<p>Porém, no ano passado, a questão chegou ao Supremo Tribunal Federal e seus ministros definiram que essa rubrica trabalhista possui natureza salarial, com isso comportando a incidência da contribuição previdenciária patronal.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como Funciona a Zona Franca de Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 20:56:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Franca de Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Zona Franca de Manaus foi criada em 1967, com o propósito de impulsionar o desenvolvimento econômico da Amazônia Ocidental.</p>
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<p>A<a href="https://grbm.com.br/fique-por-dentro/informativos/ja-conhece-a-zona-franca-de-manaus/"> Zona Franca de Manaus</a> foi criada em 1967, com o propósito de impulsionar o desenvolvimento econômico da Amazônia Ocidental.</p>
<p>O Polo Industrial de Manaus abriga centenas de empresas, com forte predominância dos setores de eletrônicos, informática e motocicletas.</p>
<p>As indústrias instaladas na Zona Franca de Manaus recebem incentivos fiscais no imposto de importação, IPI, PIS, Cofins, Imposto de Renda e ICMS.</p>
<p>Nesse vídeo, nosso sócio Thiago Milanese conversa com Carlos Araújo do <a href="http://comexblog.com.br">Comexblog</a>, importante canal de conteúdo para empresas e empresários.</p>

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